domingo, junho 08, 2014

Fanfic O Leão Escocês – Capítulo 20

Autora: AnnaThrzCullen
Gênero: Romance, drama
Classificação: +16 anos
Categoria: Beward
Avisos: Adaptação, Linguagem Imprópria, Nudez e Sexo
 
Capítulo 20
 

- Não deveria estar cavalgando - Jasper disse a Edward pela décima vez essa manhã. - Deveria estar no carro com...

Edward suprimiu qualquer comentário adicional com um curto. - Basta.

Jasper sacudiu a cabeça e esfregou a barba cheia em seu queixo. - Recebeu uma ferida séria na coxa, sem mencionar o braço. Contínua perdendo sangue...

- Só goteja - Edward corrigiu.

- Mas contínua perdendo sangue. E é tão teimoso para estar sentado em seu cavalo em vez de viajar no carro...

Edward o interrompeu. - Não deixarei que meus homens vejam seu líder incapacitado.

- É o líder, a escaramuça já terminou, e foi bastante rápida. Os homens estão todos alardeando sobre o modo em que lutou com esse líder teimoso do clã Dermot e eles ainda estão rindo de como o líder do clã Anise caiu de joelhos capitulando.

- Os dois são uns idiotas.

Jasper poderia ter concordado mais. - Sim, e nenhum é confiável. O combate devia ser com os punhos e Dermot tinha uma adaga escondida, e você ferido e sangrando o venceu, outro conto para adicionar à lenda do Leão Escocês.

Se sua teima e sua estupidez não te matar.

- Estaremos em casa em uma questão de horas.

Isso aliviou a Jasper, e ele sorriu. - Sim, será a sua esposa a quem estará enfrentando então.

- Uma perspectiva que espero ansiosamente - Edward disse e sorriu, embora fosse seguido por um gemido baixo.

- Não acredito que vá desfrutar de sua volta ao lar como planeja.

Edward grunhiu. - Nada interferirá essa noite com minha esposa em minha cama.

- Isabella poderia objetá-lo - Jasper discutiu.

- Ela se renderá. Eu ordeno isso.

Jasper sacudiu a cabeça e sorriu com confiança. - Não quando der uma olhada as suas feridas.

- Farei que Alice as atenda e...

A risada cordial de Jasper o acautelou de terminar. - Isabella não deixará que ninguém, mas te atenda.

- Ela não descobrirá - Edward insistiu, planejando que nada interferisse em seu objetivo de fazer o amor a sua esposa essa noite.

Jasper sorriu satisfeito. - Ela já sabe. Eu enviei um homem para lhe informar de suas feridas para que tudo esteja preparado para sua chegada.

- Vou te matar - Edward disse bastante seriamente, então sacudiu a cabeça. - Não, melhor ainda, decide te encontrar uma esposa muito especial.

Jasper riu com muita má vontade. - Lady Isabella me protegerá de um matrimônio não desejado.

Edward quis erguer-se em seu cavalo e uma dor rasgou sua perna, fazendo-o empalidecer imediatamente e ficar tonto.

Jasper estendeu a mão para ele, e o sustentou até que o sangue voltou novamente para o rosto de Edward. - Deveria estar no carro.

- Não, não devo me mostrar fraco diante dos meus homens pelo que é só uma ferida pequena.

- Não é, olhe sua perna - Jasper insistiu preocupado por seu amigo. - Está sangrando.

Edward olhou sua coxa direita e observou o sangue filtrar-se em um pano grosso que tinha sido envolto ao redor dela por volta de vários dias atrás. Tinha sofrido feridas muito piores e tinha sobrevivido, mas esta ferida sangrava persistentemente, e isso não era bom. Desejou que Isabella estivesse com ele. Ela a teria atendido imediatamente e a essa altura a ferida quase estaria curada. Mas ela não tinha estado ao seu lado, uma situação que o perturbava.

Sentia saudades e estava aliviado porque dentro de algumas horas a veria novamente.

Também queria pôr as mãos em cima dela e não importava um nada quão mal sua ferida fosse. Desejava a sua esposa e planejava tê-la essa noite.

- Isabella te manterá na cama por dias - Jasper advertiu.

- Ali exatamente me terá e ela estará comigo.

Jasper riu. - Isso eu quero ver.

- Uma aposta? - Edward perguntou, ignorando sua perna pulsando e lançando um olhar desafiante a Jasper.

- Vou ser um homem tão rico com todos meus lucros que poderei comprar eu mesmo uma boa esposa - Jasper disse, soltando sua mão.

- Não - Edward disse. - Eu terei a honra e o prazer de te achar a mulher perfeita.

Eles continuaram a briga até que a fortaleza de Stirling surgiu no horizonte, cada homem estava ansioso por chegar a casa, mas cada um por razões diferentes.

- Minha lady, eles estão subindo a costa - Alice disse ansiosamente, espiando pela janela do quarto do lorde.

- Temos tudo, Alice? - Isabella perguntou seu olhar apressadamente indo à mesa que tinha instalado ao lado da cama com seus elementos e ervas medicinais.

Alice se uniu a ela, verificando cuidadosamente a mesa. - Penso que temos tudo. Água fervendo na lareira, panos limpos na cesta e baldes com água fresca esperando no salão.

- O mensageiro falou de duas feridas - Isabella disse, verificando que as agulhas de osso estivessem enfiadas e preparadas para seu uso imediato.

- Eu diria que ele falou mais das habilidades de Lorde Edward para lutar apesar dessas duas feridas.

Isabella sacudiu a cabeça ausentemente e se moveu para a grande cama para acomodar as toalhas limpas que tinham sido colocadas em cima dos lençóis.

- É verdade, mas Jasper foi a pessoa que enviou a mensagem, o que significa que ele deve pensar que as feridas são suficientemente sérias para nos alertar antes de sua chegada.

- Lorde Edward vem cavalgando, minha lady - Alice disse, havia tornado a espiar pela janela uma vez mais.

Isabella correu para unir-se a ela.

- Se meu Lorde ainda pode sentar-se em seu cavalo então as feridas não podem ser tão más.

Isabella não concordou. - Lorde Edward é muito teimoso. Até depois de sofrer uma ferida séria, eu apostaria que ele não permitiria que seus homens não o vissem sobre seu cavalo e ao comando.

Ambas as mulheres observaram enquanto os homens se aproximaram. Era uma imagem incrível. Todos eles entraram em uníssono, trovões de cascos anunciando sua chegada; e diante deles cavalgava o Leão Escocês.

A respiração de Isabella se cortou com a imagem dele. O vento de outono revolvia seu cabelo, jogando-o para trás, limpando suas feições atraentes. Ele vestia sua capa escura, segura com um broche Viking de ouro sobre o ombro.

E estava sentado sobre seu cavalo como verdadeiro guerreiro, ereto e orgulhoso e no comando.

Talvez sua ferida não fosse tão séria como ela suspeitava, pelo menos, agora esperava que não fosse. Mas quando observou que desmontava lentamente e captou uma careta de dor em suas feições pálidas, ela mudou sua opinião e tomou o pulso da Alice.

- Ele não tem que subir as escadas.

Com isso dito, ela saiu do quarto e correu escada abaixo, encontrando seu marido enquanto ele entrava no grande salão, Emmett e Jasper o flanqueavam aos flancos.

- Carreguem-no - Ela ordenou com um grito, surpreendendo a todos os presentes.

Edward riu. - É uma muito estranha bem-vinda a casa.

Isabella ignorou seu comentário e se apressou a seu lado, seus olhos imediatamente se enfocaram na bandagem empapada com sangue. - Por quanto tempo sangrou?

- Desde que o idiota não quis descer do cavalo - Jasper disse.

- Levem-no a seus aposentos - ela ordenou uma vez mais, não se atrevendo a tocar o pano até que o tivesse onde o pudesse atender corretamente.

Jasper e Emmett olharam a Edward.

Edward olhou a sua esposa e estava por desafiá-la quando ela falou.

- Por favor, meu Lorde - ela pediu brandamente, sua mão indo apoiar se em seu braço onde outra bandagem também tinha sangue, embora seco. - Estou preocupada por você. Por favor, faz o que te peço.

Ele fez uma pausa breve, tomando-se tempo para estudar seu rosto que estava cheio de preocupação por ele. Como tinha sentido saudades de seu olhar e quão agradecido estava por estar em sua casa.

Estava especialmente contente de saber quanto a preocupava seu bem-estar e então fez o que ela solicitou, embora o fizesse a seu modo.

- Caminharei até meus aposentos.

Ela estava pronta para discutir mais pensou melhor. Era importante que ele deixasse de estar de pé e quanto mais rápido melhor. Ela sacudiu a cabeça, aceitando. - Claro, mas eu te ajudarei.

Os três homens riram.

Seu olhar letal rapidamente extinguiu todas as risadas.

- Vem - ela ordenou, tomando o braço ferido de seu marido e cuidadosamente colocando-o ao redor de seus pequenos ombros.

Edward não discutiu porque gostava de sentir o contato dela e queria estar tão perto como possível de Isabella. Deu vários passos em direção à escada quando a dor o pôs de joelhos. Se não fosse pela força de Isabella ele se teria caído no piso.

Jasper e Emmett estavam imediatamente ao seu lado, seus braços o levantaram afastando-o do apoio de Isabella.

- Por favor - ela implorou aos dois homens. - Subir as escadas só piorará a ferida inutilmente.

Isso foi tudo o que ela precisou lhes dizer. Eles sacudiram suas cabeças quando Edward se moveu para protestar, Emmett carregou seu irmão sobre seu ombro volumoso e o levou escada acima. Jasper o seguiu atrás em caso que Edward continuasse resistindo e

Isabella ia felizmente atrás deles.

- Pagarão por isso, vocês dois - Edward insistiu depois de ser cuidadosamente depositado na cama, embora ele soasse muito cansado para executar a ameaça.

Quando quis mover-se, Emmett o segurou na cama com uma mão.

- Me deixe me despir - Edward ordenou.

- Eu me ocuparei disso - Isabella disse, ordenando a Alice que jogasse água quente na fonte de madeira sobre a mesa.

Edward ficou quieto. - Planeja me despir?

Todos os olhos foram a ele.

- Não quero nenhuma companhia se esse for seu plano - ele explicou.

- Posso precisar de um pouco de ajuda - Isabella disse.

- Necessita ajuda agora?

Isabella sacudiu a cabeça. - Não, talvez mais tarde, se precisar costurá-lo.

- Emmett, se ocupe dos homens. Se assegure que lhes preparem um bom banquete - Edward ordenou.

- Jasper, você não rirá e se assegurará que os homens saibam que minha condição não é séria.

- Não quer que um de nós fique perto em caso que Minha lady necessite de nossa ajuda? - Jasper perguntou com um sorriso zombador.

- Alice pode ficar - Isabella disse sua atenção na ferida sangrenta de seu marido.

- Ela pode me trazer comida. Tenho fome - Edward falou, embora a comida fosse o pensamento mais distante de sua mente.

Isso pareceu agradar a Isabella. - Deseja comer?

- Algo leve.

Com todas as ordens emitidas o quarto rapidamente foi abandonado, deixando ao lorde e a lady da fortaleza a sós.

- E agora o que? - Ele perguntou.

- Primeiro tiro estas bandagens e dou uma olhada rápida à ferida e depois te tiro estas roupas sujas. Acredito que também precisará um banho. Não quero nada de sujeira sujando as feridas.

- Posso ajudar de alguma forma? - Ele perguntou, estendendo sua mão e brandamente passando uma mão por sua face, lentamente baixando a seu pescoço, atrasando-se sobre seu seio e indo descansar em sua cintura estreita.

Ela estremeceu por sua exploração íntima. - Pode se comportar.

- Devo fazê-lo? - Ele perguntou e moveu sua mão para apoiá-la sobre seu traseiro.

Isabella se afastou dele. - Por favor, Edward, me deixe atender suas feridas sem distrações.

- E depois? - Seus olhos verdes estavam cheios de uma paixão potente que a excitou.

- Primeiro suas feridas - ela insistiu, tentando ignorar suas intenções libidinosas embora ela se sentisse quente, úmida e disposta.

Edward a ajudou ansiosamente subindo a túnica para despir-se.

Isabella o deteve colocando sua mão sobre a dele. - Me deixe tirar a primeira bandagem.

- Jasper fez o que pôde - Edward disse em defesa dos cuidados de seu amigo.

- Quer dizer que ele fez o que pôde porque você provavelmente se negou a repousar o tempo suficiente para que ele pudesse fazer algo mais.

- Conhece-me bem - Edward grunhiu suavemente quando finalmente ela cuidadosamente tirou o pano ao redor de seu braço, expondo a ferida.

Isabella examinou a lesão cuidadosamente, tocando e apalpando a área. - Esta não parece tão má. Limpando-a bem, com uma pomada curativa e um pano limpo cicatrizará em alguns dias.

A roupa de cima facilmente foi tirada e Isabella colocou vários travesseiros atrás de suas costas e sua cabeça, as cobrindo com toalhas para manter os lençóis limpos. Edward fez uso imediato delas, afundando suas costas contra essa suavidade bem-vinda.

Ela começou a trabalhar em sua perna, tomando tempo e paciência para tirar o pano ensanguentado. Preocupou-se com o inchaço e a febre, mas esteve aliviado de nenhum fedor, só sangue vermelho emanava da ferida.

Era difícil de determinar a seriedade da ferida com tanto sangue rodeando-a, embora a área estivesse ligeiramente avermelhada e morna ao contato. Isabella não perdeu tempo em tirar o resto de sua roupa.

Colocou uma toalha em cima de seu ventre e seu impressionante membro, mas para sua própria sanidade mental que por sua modéstia. Ela recebeu uma gargalhada de seu marido por suas ações pudicas. Ela o ignorou.

Seu braço podia esperar; sua perna não. Limpou sua coxa com água fervida e agora estava mais morno ao contato. Edward não fez nenhum som enquanto ela trabalhava. Ela manteve seu contato tão suave como pôde, mas sabia que às vezes o fazia doer.

Entretanto, ele não emitiu nenhum som de protesto.

Em um exame mais próximo encontrou o corte da ferida que continuava sangrando. Exigiria pontos e repouso na cama.

Quando ela terminou de limpar a perna, tirou as toalhas sujas debaixo e as substituiu com umas limpas.

- Sinto muito se te machuquei - Ela disse, lhe dando uma xícara para beber.

Ele não tomou. - É mais suave do que acha. O que me está dando?

- Uma poção que te sedará e relaxará para que os pontos não doam muito.

- Não - ele firmemente disse. - Não desejo perder a consciência.

- Por quê? - Ela exigiu. - Precisa descansar corretamente para se curar.

- Descansarei mais tarde.

- Pode descansar agora, enquanto eu trabalho.

- Não - ele repetiu mais firmemente.

- Está sendo teimoso.

- Pense que isso é o que faço esposa, mas não beberei esta poção para dormir.

- Mas só te relaxará.

- Não - Ele disse uma vez mais e em um tom severo que advertiu a ela não pedir-lhe novamente.

- Como desejar, meu Lorde - ela disse com um assentimento de sua cabeça e colocou a xícara na mesa.

- Jogue fora - ele ordenou.

- O que?

- Isso, jogue. Não quero que me dê essa bebida mais tarde esta noite.

Ela não discutiu. Ela derramou o conteúdo no balde com água suja. - Satisfeito, agora?

Ele estava por sorrir quando a dor o atacou novamente, estremeceu e amaldiçoou entre dentes.

Ela colocou a xícara vazia sobre a mesa e foi para seu lado, agarrando sua mão. Edward agradecidamente tomou e a apertou suavemente.

- Parte da ferida é profunda e primeiro deve ser curada por dentro. O vou costurar, mas deve me prometer que ficará na cama descansando até que te ordene do contrário.

Edward a puxou para ele e ela ficou pasmada pela força em sua mão. Pensava que a ferida o teria debilitado, mais a potência em seu afeto provou o errôneo de sua hipótese.

Seu rosto estava perto do dele. - Ficarei nesta cama se você der sua palavra de que me fará companhia.

Seus olhos verdes arderam com paixão e Isabella estava segura que ele queria mais que sua companhia amigável, mas sabia que se não concordasse com isso teria um problema em fazê-lo descansar, então lhe deu sua palavra.

- Tem minha palavra.

Ele a soltou. - Então me costure e termina com isto para se unir a mim.

Alice voltou, golpeando a porta e esperando a permissão antes de entrar. Isabella estava ocupada costurando a ferida e Alice apressadamente colocou a bandeja de prata em uma mesa pequena perto da lareira. Depois de assegurar-se que nem Lady Isabella nem Lorde Edward necessitavam algo mais, ela saiu do quarto.

Isabella terminou a costura em minutos, a ferida só necessitou dez pontos e seu braço, nenhum. Aplicou uma pomada depois de assegurar-se que sua perna e seu braço estavam completamente limpos e secos e depois prosseguiu a colocar bandagens limpas.

- Prefere comer primeiro ou devo te banhar?

Enquanto Edward não queria outra coisa além de suas mãos delicadas lavando seu corpo, sua perna pulsou impiedosamente com os pontos e lhe exigiu um período de descanso antes de continuar seduzindo a sua esposa.

- Primeiro comida, acredito.

- Bem - ela disse com um sorriso e ele não pôde evitar olhar fixamente seu rosto avermelhado. Suas faces pálidas estavam tingidas de vermelho e seus olhos escuros estavam emoldurados por longas pestanas curvadas ligeiramente nas pontas. Seu cabelo avermelhado estava preso, e a franja de tecido branco tinha dificuldade para manter a massa de cachos afastados. Várias mechas caíam livremente em suas têmporas, com seus dedos tentou as tocar. Mas eram seus lábios o que mais o obcecavam finos embora cheios. Parecia como se eles ansiassem ser beijados e ele queria beijá-los.

Também queria tirar essa espécie de avental amarrado firmemente ao redor de sua cintura, e depois tirar sua túnica verde e... Cada objeto que ela estivesse usando. Queria-a nua diante dele, totalmente nua para observá-la, para tocá-la e saboreá-la.

Isabella deu uma fatia grossa de pão e queijo e colocou uma taça com vinho na mesa pequena ao lado da cama.

- Veem comigo - ele disse.

Ele o pediu tão amavelmente que Isabella se encontrou incapaz de recusar, embora lhe dissesse. - Primeiro me deixe te limpar um pouco e depois alegremente compartilharei a comida com você.

Ele sacudiu a cabeça e desfrutou do pão e o queijo, conversando com ela enquanto Isabella arrumava sua mesa de trabalho.

- Terei febre com esta ferida? - Ele perguntou, querendo assegurar-se de que estaria em boa forma física para as noites e dias sensuais que tinha em mente.

- Seu braço não me preocupa. A perna é um assunto diferente, embora não vejo nenhum sinal para me alarmar. A pele está morna e só ligeiramente avermelhada.

Limpei-a bem e a pomada que te apliquei deverá ajudar a curá-la, mas deve cuidá-la. Não pode participar de nenhuma atividade extenuante até que esteja segura que a perna cicatriza corretamente.

Edward engoliu a comida, baixando-a com um gole de vinho. - Nenhuma atividade extenuante?

Isabella tirou sua túnica suja, descartando-a junto com as toalhas sujas. - Nenhuma - ela confirmou e se serviu de umas frutas secas e um pedaço de queijo. - Isso, se deseja estar de pé logo.

"Desejo te fazer amor."

Edward se perguntou como reagiria ela se lhe comunicasse seus pensamentos em voz alta.

- Mas comida? - Ela perguntou, mas Edward sacudiu a cabeça negando e tirou com suas mãos os miolos.

- Não, estou cansado - e decepcionado. Como resolveria esse dilema? Desejava a sua esposa essa noite. Planejava ter a sua esposa essa noite, a pergunta era como fazer amor com sua esposa se não podia mover a perna?

- Te darei um banho rapidamente para que possa descansar - ela disse seu cenho franzido e subitamente perturbada.

- Não se apresse - Ele ordenou a ideia do contato de suas mãos tocando-o era muito atraente, mas não se ele não podia responder a essas carícias.

- Pegarei sua túnica - ela disse, movendo-se em direção a seu baú no extremo da cama. - Não quero que sinta frio.

- Não - ele replicou, surpreendendo-a. - Tenho calor.

Ela se apressou a ir a seu lado, colocando sua mão contra sua face. - Está quente, mas não febril.

- Estou bem - ele insistiu mais tranquilamente.

Isabella o olhou estranhamente por um momento breve e logo foi juntar os artigos que necessitava para o banho. Ela tomou seu tempo, muito consciente de que seus olhos verdes ardentes observavam cada um de seus movimentos.

Como conseguiria banhá-lo e não perder o controle de seus sentidos era uma pergunta que ela tinha tentado evitar desde que tinha notado que seu marido a desejava. Em realidade, isso a surpreendeu, pois ela não esperava que um homem ferido pudesse excitar-se com tanta paixão. E ao princípio tinha pensado que talvez estivesse vendo o que queria ver, que seu marido a tinha sentido saudades desesperadamente e tinha voltado para ela com uma paixão transbordante.

Agora, entretanto, ela entendia que não estava equivocada, ele a desejava e ela o desejava da mesma maneira desesperada. Tinha-lhe advertido em sua partida que eles arrumariam o tema do matrimônio a sua volta . Mas Edward tinha sido ferido e ela não podia permitir que causasse mais dano a sua perna. O que devia fazer?

Banhá-lo certamente não ajudará à situação.

Ela agarrou o cabo do balde que estava sobre a lareira. O fogo mantinha a água morna mais não quente e ela levou o balde meio cheio ao lado da cama e o colocou sobre o piso.

Então procurou um pano limpo e um pedaço de sabão perfumado com uma mistura de flores silvestres.

As toalhas estavam perto, não podia fazer nada mais para demorar o inevitável. Cuidadosamente organizou a cesta com toalhas a uma distância do balde com água. Lentamente se arregaçou a camisa. Voltou a atar seu cabelo, assegurando-se que todas as mechas estivessem seguras e longe de seu rosto. E finalmente, quando não pôde pensar em nenhum outro ato para atrasar-se , ela soltou o sabão e o pano dentro do balde.

Colocou a mão no balde, tomou o pano o espremeu com força até que nenhuma gota de água permaneceu e depois com uma mão tremula ela estendeu a mão para começar com seu rosto.

Edward tomou o pulso com certa dureza. - Arrumaremos isto esta noite, esposa.

Autora: AnnaThrzCullen
Gênero: Romance, drama
Classificação: +16 anos
Categoria: Beward
Avisos: Adaptação, Linguagem Imprópria, Nudez e Sexo
 
                               Capítulo 20

- Não deveria estar cavalgando - Jasper disse a Edward pela décima vez essa manhã. - Deveria estar no carro com...
Edward suprimiu qualquer comentário adicional com um curto. - Basta.
Jasper sacudiu a cabeça e esfregou a barba cheia em seu queixo. - Recebeu uma ferida séria na coxa, sem mencionar o braço. Contínua perdendo sangue...
- Só goteja - Edward corrigiu.
- Mas contínua perdendo sangue. E é tão teimoso para estar sentado em seu cavalo em vez de viajar no carro...
Edward o interrompeu. - Não deixarei que meus homens vejam seu líder incapacitado.
- É o líder, a escaramuça já terminou, e foi bastante rápida. Os homens estão todos alardeando sobre o modo em que lutou com esse líder teimoso do clã Dermot e eles ainda estão rindo de como o líder do clã Anise caiu de joelhos capitulando.
- Os dois são uns idiotas.
Jasper poderia ter concordado mais. - Sim, e nenhum é confiável. O combate devia ser com os punhos e Dermot tinha uma adaga escondida, e você ferido e sangrando o venceu, outro conto para adicionar à lenda do Leão Escocês.
Se sua teima e sua estupidez não te matar.
- Estaremos em casa em uma questão de horas.
Isso aliviou a Jasper, e ele sorriu. - Sim, será a sua esposa a quem estará enfrentando então.
- Uma perspectiva que espero ansiosamente - Edward disse e sorriu, embora fosse seguido por um gemido baixo.
- Não acredito que vá desfrutar de sua volta ao lar como planeja.
Edward grunhiu. - Nada interferirá essa noite com minha esposa em minha cama.
- Isabella poderia objetá-lo - Jasper discutiu.
- Ela se renderá. Eu ordeno isso.
Jasper sacudiu a cabeça e sorriu com confiança. - Não quando der uma olhada as suas feridas.
- Farei que Alice as atenda e...
A risada cordial de Jasper o acautelou de terminar. - Isabella não deixará que ninguém, mas te atenda.
- Ela não descobrirá - Edward insistiu, planejando que nada interferisse em seu objetivo de fazer o amor a sua esposa essa noite.
Jasper sorriu satisfeito. - Ela já sabe. Eu enviei um homem para lhe informar de suas feridas para que tudo esteja preparado para sua chegada.
- Vou te matar - Edward disse bastante seriamente, então sacudiu a cabeça. - Não, melhor ainda, decide te encontrar uma esposa muito especial.
Jasper riu com muita má vontade. - Lady Isabella me protegerá de um matrimônio não desejado.
Edward quis erguer-se em seu cavalo e uma dor rasgou sua perna, fazendo-o empalidecer imediatamente e ficar tonto.
Jasper estendeu a mão para ele, e o sustentou até que o sangue voltou novamente para o rosto de Edward. - Deveria estar no carro.
- Não, não devo me mostrar fraco diante dos meus homens pelo que é só uma ferida pequena.
- Não é, olhe sua perna - Jasper insistiu preocupado por seu amigo. - Está sangrando.
Edward olhou sua coxa direita e observou o sangue filtrar-se em um pano grosso que tinha sido envolto ao redor dela por volta de vários dias atrás. Tinha sofrido feridas muito piores e tinha sobrevivido, mas esta ferida sangrava persistentemente, e isso não era bom. Desejou que Isabella estivesse com ele. Ela a teria atendido imediatamente e a essa altura a ferida quase estaria curada. Mas ela não tinha estado ao seu lado, uma situação que o perturbava.
Sentia saudades e estava aliviado porque dentro de algumas horas a veria novamente.
Também queria pôr as mãos em cima dela e não importava um nada quão mal sua ferida fosse. Desejava a sua esposa e planejava tê-la essa noite.
- Isabella te manterá na cama por dias - Jasper advertiu.
- Ali exatamente me terá e ela estará comigo.
Jasper riu. - Isso eu quero ver.
- Uma aposta? - Edward perguntou, ignorando sua perna pulsando e lançando um olhar desafiante a Jasper.
- Vou ser um homem tão rico com todos meus lucros que poderei comprar eu mesmo uma boa esposa - Jasper disse, soltando sua mão.
- Não - Edward disse. - Eu terei a honra e o prazer de te achar a mulher perfeita.
Eles continuaram a briga até que a fortaleza de Stirling surgiu no horizonte, cada homem estava ansioso por chegar a casa, mas cada um por razões diferentes.
- Minha lady, eles estão subindo a costa - Alice disse ansiosamente, espiando pela janela do quarto do lorde.
- Temos tudo, Alice? - Isabella perguntou seu olhar apressadamente indo à mesa que tinha instalado ao lado da cama com seus elementos e ervas medicinais.
Alice se uniu a ela, verificando cuidadosamente a mesa. - Penso que temos tudo. Água fervendo na lareira, panos limpos na cesta e baldes com água fresca esperando no salão.
- O mensageiro falou de duas feridas - Isabella disse, verificando que as agulhas de osso estivessem enfiadas e preparadas para seu uso imediato.
- Eu diria que ele falou mais das habilidades de Lorde Edward para lutar apesar dessas duas feridas.
Isabella sacudiu a cabeça ausentemente e se moveu para a grande cama para acomodar as toalhas limpas que tinham sido colocadas em cima dos lençóis.
- É verdade, mas Jasper foi a pessoa que enviou a mensagem, o que significa que ele deve pensar que as feridas são suficientemente sérias para nos alertar antes de sua chegada.
- Lorde Edward vem cavalgando, minha lady - Alice disse, havia tornado a espiar pela janela uma vez mais.
Isabella correu para unir-se a ela.
- Se meu Lorde ainda pode sentar-se em seu cavalo então as feridas não podem ser tão más.
Isabella não concordou. - Lorde Edward é muito teimoso. Até depois de sofrer uma ferida séria, eu apostaria que ele não permitiria que seus homens não o vissem sobre seu cavalo e ao comando.
Ambas as mulheres observaram enquanto os homens se aproximaram. Era uma imagem incrível. Todos eles entraram em uníssono, trovões de cascos anunciando sua chegada; e diante deles cavalgava o Leão Escocês.
A respiração de Isabella se cortou com a imagem dele. O vento de outono revolvia seu cabelo, jogando-o para trás, limpando suas feições atraentes. Ele vestia sua capa escura, segura com um broche Viking de ouro sobre o ombro.
E estava sentado sobre seu cavalo como verdadeiro guerreiro, ereto e orgulhoso e no comando.
Talvez sua ferida não fosse tão séria como ela suspeitava, pelo menos, agora esperava que não fosse. Mas quando observou que desmontava lentamente e captou uma careta de dor em suas feições pálidas, ela mudou sua opinião e tomou o pulso da Alice.
- Ele não tem que subir as escadas.
Com isso dito, ela saiu do quarto e correu escada abaixo, encontrando seu marido enquanto ele entrava no grande salão, Emmett e Jasper o flanqueavam aos flancos.
- Carreguem-no - Ela ordenou com um grito, surpreendendo a todos os presentes.
Edward riu. - É uma muito estranha bem-vinda a casa.
Isabella ignorou seu comentário e se apressou a seu lado, seus olhos imediatamente se enfocaram na bandagem empapada com sangue. - Por quanto tempo sangrou?
- Desde que o idiota não quis descer do cavalo - Jasper disse.
- Levem-no a seus aposentos - ela ordenou uma vez mais, não se atrevendo a tocar o pano até que o tivesse onde o pudesse atender corretamente.
Jasper e Emmett olharam a Edward.
Edward olhou a sua esposa e estava por desafiá-la quando ela falou.
- Por favor, meu Lorde - ela pediu brandamente, sua mão indo apoiar se em seu braço onde outra bandagem também tinha sangue, embora seco. - Estou preocupada por você. Por favor, faz o que te peço.
Ele fez uma pausa breve, tomando-se tempo para estudar seu rosto que estava cheio de preocupação por ele. Como tinha sentido saudades de seu olhar e quão agradecido estava por estar em sua casa.
Estava especialmente contente de saber quanto a preocupava seu bem-estar e então fez o que ela solicitou, embora o fizesse a seu modo.
- Caminharei até meus aposentos.
Ela estava pronta para discutir mais pensou melhor. Era importante que ele deixasse de estar de pé e quanto mais rápido melhor. Ela sacudiu a cabeça, aceitando. - Claro, mas eu te ajudarei.
Os três homens riram.
Seu olhar letal rapidamente extinguiu todas as risadas.
- Vem - ela ordenou, tomando o braço ferido de seu marido e cuidadosamente colocando-o ao redor de seus pequenos ombros.
Edward não discutiu porque gostava de sentir o contato dela e queria estar tão perto como possível de Isabella. Deu vários passos em direção à escada quando a dor o pôs de joelhos. Se não fosse pela força de Isabella ele se teria caído no piso.
Jasper e Emmett estavam imediatamente ao seu lado, seus braços o levantaram afastando-o do apoio de Isabella.
- Por favor - ela implorou aos dois homens. - Subir as escadas só piorará a ferida inutilmente.
Isso foi tudo o que ela precisou lhes dizer. Eles sacudiram suas cabeças quando Edward se moveu para protestar, Emmett carregou seu irmão sobre seu ombro volumoso e o levou escada acima. Jasper o seguiu atrás em caso que Edward continuasse resistindo e
Isabella ia felizmente atrás deles.
- Pagarão por isso, vocês dois - Edward insistiu depois de ser cuidadosamente depositado na cama, embora ele soasse muito cansado para executar a ameaça.
Quando quis mover-se, Emmett o segurou na cama com uma mão.
- Me deixe me despir - Edward ordenou.
- Eu me ocuparei disso - Isabella disse, ordenando a Alice que jogasse água quente na fonte de madeira sobre a mesa.
Edward ficou quieto. - Planeja me despir?
Todos os olhos foram a ele.
- Não quero nenhuma companhia se esse for seu plano - ele explicou.
- Posso precisar de um pouco de ajuda - Isabella disse.
- Necessita ajuda agora?
Isabella sacudiu a cabeça. - Não, talvez mais tarde, se precisar costurá-lo.
- Emmett, se ocupe dos homens. Se assegure que lhes preparem um bom banquete - Edward ordenou.
- Jasper, você não rirá e se assegurará que os homens saibam que minha condição não é séria.
- Não quer que um de nós fique perto em caso que Minha lady necessite de nossa ajuda? - Jasper perguntou com um sorriso zombador.
- Alice pode ficar - Isabella disse sua atenção na ferida sangrenta de seu marido.
- Ela pode me trazer comida. Tenho fome - Edward falou, embora a comida fosse o pensamento mais distante de sua mente.
Isso pareceu agradar a Isabella. - Deseja comer?
- Algo leve.
Com todas as ordens emitidas o quarto rapidamente foi abandonado, deixando ao lorde e a lady da fortaleza a sós.
- E agora o que? - Ele perguntou.
- Primeiro tiro estas bandagens e dou uma olhada rápida à ferida e depois te tiro estas roupas sujas. Acredito que também precisará um banho. Não quero nada de sujeira sujando as feridas.
- Posso ajudar de alguma forma? - Ele perguntou, estendendo sua mão e brandamente passando uma mão por sua face, lentamente baixando a seu pescoço, atrasando-se sobre seu seio e indo descansar em sua cintura estreita.
Ela estremeceu por sua exploração íntima. - Pode se comportar.
- Devo fazê-lo? - Ele perguntou e moveu sua mão para apoiá-la sobre seu traseiro.
Isabella se afastou dele. - Por favor, Edward, me deixe atender suas feridas sem distrações.
- E depois? - Seus olhos verdes estavam cheios de uma paixão potente que a excitou.
- Primeiro suas feridas - ela insistiu, tentando ignorar suas intenções libidinosas embora ela se sentisse quente, úmida e disposta.
Edward a ajudou ansiosamente subindo a túnica para despir-se.
Isabella o deteve colocando sua mão sobre a dele. - Me deixe tirar a primeira bandagem.
- Jasper fez o que pôde - Edward disse em defesa dos cuidados de seu amigo.
- Quer dizer que ele fez o que pôde porque você provavelmente se negou a repousar o tempo suficiente para que ele pudesse fazer algo mais.
- Conhece-me bem - Edward grunhiu suavemente quando finalmente ela cuidadosamente tirou o pano ao redor de seu braço, expondo a ferida.
Isabella examinou a lesão cuidadosamente, tocando e apalpando a área. - Esta não parece tão má. Limpando-a bem, com uma pomada curativa e um pano limpo cicatrizará em alguns dias.
A roupa de cima facilmente foi tirada e Isabella colocou vários travesseiros atrás de suas costas e sua cabeça, as cobrindo com toalhas para manter os lençóis limpos. Edward fez uso imediato delas, afundando suas costas contra essa suavidade bem-vinda.
Ela começou a trabalhar em sua perna, tomando tempo e paciência para tirar o pano ensanguentado. Preocupou-se com o inchaço e a febre, mas esteve aliviado de nenhum fedor, só sangue vermelho emanava da ferida.
Era difícil de determinar a seriedade da ferida com tanto sangue rodeando-a, embora a área estivesse ligeiramente avermelhada e morna ao contato. Isabella não perdeu tempo em tirar o resto de sua roupa.
Colocou uma toalha em cima de seu ventre e seu impressionante membro, mas para sua própria sanidade mental que por sua modéstia. Ela recebeu uma gargalhada de seu marido por suas ações pudicas. Ela o ignorou.
Seu braço podia esperar; sua perna não. Limpou sua coxa com água fervida e agora estava mais morno ao contato. Edward não fez nenhum som enquanto ela trabalhava. Ela manteve seu contato tão suave como pôde, mas sabia que às vezes o fazia doer.
Entretanto, ele não emitiu nenhum som de protesto.
Em um exame mais próximo encontrou o corte da ferida que continuava sangrando. Exigiria pontos e repouso na cama.
Quando ela terminou de limpar a perna, tirou as toalhas sujas debaixo e as substituiu com umas limpas.
- Sinto muito se te machuquei - Ela disse, lhe dando uma xícara para beber.
Ele não tomou. - É mais suave do que acha. O que me está dando?
- Uma poção que te sedará e relaxará para que os pontos não doam muito.
- Não - ele firmemente disse. - Não desejo perder a consciência.
- Por quê? - Ela exigiu. - Precisa descansar corretamente para se curar.
- Descansarei mais tarde.
- Pode descansar agora, enquanto eu trabalho.
- Não - ele repetiu mais firmemente.
- Está sendo teimoso.
- Pense que isso é o que faço esposa, mas não beberei esta poção para dormir.
- Mas só te relaxará.
- Não - Ele disse uma vez mais e em um tom severo que advertiu a ela não pedir-lhe novamente.
- Como desejar, meu Lorde - ela disse com um assentimento de sua cabeça e colocou a xícara na mesa.
- Jogue fora - ele ordenou.
- O que?
- Isso, jogue. Não quero que me dê essa bebida mais tarde esta noite.
Ela não discutiu. Ela derramou o conteúdo no balde com água suja. - Satisfeito, agora?
Ele estava por sorrir quando a dor o atacou novamente, estremeceu e amaldiçoou entre dentes.
Ela colocou a xícara vazia sobre a mesa e foi para seu lado, agarrando sua mão. Edward agradecidamente tomou e a apertou suavemente.
- Parte da ferida é profunda e primeiro deve ser curada por dentro. O vou costurar, mas deve me prometer que ficará na cama descansando até que te ordene do contrário.
Edward a puxou para ele e ela ficou pasmada pela força em sua mão. Pensava que a ferida o teria debilitado, mais a potência em seu afeto provou o errôneo de sua hipótese.
Seu rosto estava perto do dele. - Ficarei nesta cama se você der sua palavra de que me fará companhia.
Seus olhos verdes arderam com paixão e Isabella estava segura que ele queria mais que sua companhia amigável, mas sabia que se não concordasse com isso teria um problema em fazê-lo descansar, então lhe deu sua palavra.
- Tem minha palavra.
Ele a soltou. - Então me costure e termina com isto para se unir a mim.
Alice voltou, golpeando a porta e esperando a permissão antes de entrar. Isabella estava ocupada costurando a ferida e Alice apressadamente colocou a bandeja de prata em uma mesa pequena perto da lareira. Depois de assegurar-se que nem Lady Isabella nem Lorde Edward necessitavam algo mais, ela saiu do quarto.
Isabella terminou a costura em minutos, a ferida só necessitou dez pontos e seu braço, nenhum. Aplicou uma pomada depois de assegurar-se que sua perna e seu braço estavam completamente limpos e secos e depois prosseguiu a colocar bandagens limpas.
- Prefere comer primeiro ou devo te banhar?
Enquanto Edward não queria outra coisa além de suas mãos delicadas lavando seu corpo, sua perna pulsou impiedosamente com os pontos e lhe exigiu um período de descanso antes de continuar seduzindo a sua esposa.
- Primeiro comida, acredito.
- Bem - ela disse com um sorriso e ele não pôde evitar olhar fixamente seu rosto avermelhado. Suas faces pálidas estavam tingidas de vermelho e seus olhos escuros estavam emoldurados por longas pestanas curvadas ligeiramente nas pontas. Seu cabelo avermelhado estava preso, e a franja de tecido branco tinha dificuldade para manter a massa de cachos afastados. Várias mechas caíam livremente em suas têmporas, com seus dedos tentou as tocar. Mas eram seus lábios o que mais o obcecavam finos embora cheios. Parecia como se eles ansiassem ser beijados e ele queria beijá-los.
Também queria tirar essa espécie de avental amarrado firmemente ao redor de sua cintura, e depois tirar sua túnica verde e... Cada objeto que ela estivesse usando. Queria-a nua diante dele, totalmente nua para observá-la, para tocá-la e saboreá-la.
Isabella deu uma fatia grossa de pão e queijo e colocou uma taça com vinho na mesa pequena ao lado da cama.
- Veem comigo - ele disse.
Ele o pediu tão amavelmente que Isabella se encontrou incapaz de recusar, embora lhe dissesse. - Primeiro me deixe te limpar um pouco e depois alegremente compartilharei a comida com você.
Ele sacudiu a cabeça e desfrutou do pão e o queijo, conversando com ela enquanto Isabella arrumava sua mesa de trabalho.
- Terei febre com esta ferida? - Ele perguntou, querendo assegurar-se de que estaria em boa forma física para as noites e dias sensuais que tinha em mente.
- Seu braço não me preocupa. A perna é um assunto diferente, embora não vejo nenhum sinal para me alarmar. A pele está morna e só ligeiramente avermelhada.
Limpei-a bem e a pomada que te apliquei deverá ajudar a curá-la, mas deve cuidá-la. Não pode participar de nenhuma atividade extenuante até que esteja segura que a perna cicatriza corretamente.
Edward engoliu a comida, baixando-a com um gole de vinho. - Nenhuma atividade extenuante?
Isabella tirou sua túnica suja, descartando-a junto com as toalhas sujas. - Nenhuma - ela confirmou e se serviu de umas frutas secas e um pedaço de queijo. - Isso, se deseja estar de pé logo.
"Desejo te fazer amor."
Edward se perguntou como reagiria ela se lhe comunicasse seus pensamentos em voz alta.
- Mas comida? - Ela perguntou, mas Edward sacudiu a cabeça negando e tirou com suas mãos os miolos.
- Não, estou cansado - e decepcionado. Como resolveria esse dilema? Desejava a sua esposa essa noite. Planejava ter a sua esposa essa noite, a pergunta era como fazer amor com sua esposa se não podia mover a perna?
- Te darei um banho rapidamente para que possa descansar - ela disse seu cenho franzido e subitamente perturbada.
- Não se apresse - Ele ordenou a ideia do contato de suas mãos tocando-o era muito atraente, mas não se ele não podia responder a essas carícias.
- Pegarei sua túnica - ela disse, movendo-se em direção a seu baú no extremo da cama. - Não quero que sinta frio.
- Não - ele replicou, surpreendendo-a. - Tenho calor.
Ela se apressou a ir a seu lado, colocando sua mão contra sua face. - Está quente, mas não febril.
- Estou bem - ele insistiu mais tranquilamente.
Isabella o olhou estranhamente por um momento breve e logo foi juntar os artigos que necessitava para o banho. Ela tomou seu tempo, muito consciente de que seus olhos verdes ardentes observavam cada um de seus movimentos.
Como conseguiria banhá-lo e não perder o controle de seus sentidos era uma pergunta que ela tinha tentado evitar desde que tinha notado que seu marido a desejava. Em realidade, isso a surpreendeu, pois ela não esperava que um homem ferido pudesse excitar-se com tanta paixão. E ao princípio tinha pensado que talvez estivesse vendo o que queria ver, que seu marido a tinha sentido saudades desesperadamente e tinha voltado para ela com uma paixão transbordante.
Agora, entretanto, ela entendia que não estava equivocada, ele a desejava e ela o desejava da mesma maneira desesperada. Tinha-lhe advertido em sua partida que eles arrumariam o tema do matrimônio a sua volta . Mas Edward tinha sido ferido e ela não podia permitir que causasse mais dano a sua perna. O que devia fazer?
Banhá-lo certamente não ajudará à situação.
Ela agarrou o cabo do balde que estava sobre a lareira. O fogo mantinha a água morna mais não quente e ela levou o balde meio cheio ao lado da cama e o colocou sobre o piso.
Então procurou um pano limpo e um pedaço de sabão perfumado com uma mistura de flores silvestres.
As toalhas estavam perto, não podia fazer nada mais para demorar o inevitável. Cuidadosamente organizou a cesta com toalhas a uma distância do balde com água. Lentamente se arregaçou a camisa. Voltou a atar seu cabelo, assegurando-se que todas as mechas estivessem seguras e longe de seu rosto. E finalmente, quando não pôde pensar em nenhum outro ato para atrasar-se , ela soltou o sabão e o pano dentro do balde.
Colocou a mão no balde, tomou o pano o espremeu com força até que nenhuma gota de água permaneceu e depois com uma mão tremula ela estendeu a mão para começar com seu rosto.
Edward tomou o pulso com certa dureza. - Arrumaremos isto esta noite, esposa.

sábado, junho 07, 2014

Fanfic O Leão Escocês – Capítulo 19



Autora: AnnaThrzCullen

Gênero: Romance, drama

Classificação: +16 anos

Categoria: Beward

Avisos: Adaptação, Linguagem Imprópria, Nudez e Sexo

 

Capítulo 19

Edward fechou seus olhos e respirou profundamente, endurecendo-se contra a tortura deliciosa de suas carícias delicadas. Ele já não era um jovenzinho incapaz de controlar-se. E embora tivesse perdido o controle uma vez com Isabella, não o faria novamente.

Manteria o controle desta situação. Exigiria, instruiria e ela se renderia.

- Me olhe, Edward, por favor? - Ela pediu franzindo os lábios. - Adoro seus olhos verdes. Sua cor vívida me recorda o brilho das esmeraldas.

Ele fez o que ela pediu - era um pedido tão simples, depois de tudo.

Ela suspirou com prazer quando seu olhar recaiu nela e continuou com a preguiçosa carícia em cima de suas coxas até a borda de sua túnica e se deteve.

Ele questionou suas ações com um olhar agudo.

Seus dedos se juntaram com a borda vermelha de sua túnica escura e ela soltou um suspiro comprido. - Temo-me que não estou segura de como prosseguir. Minhas carícias devem ser suaves, ou prefere que sejam mais energéticas?

- Como mais te agrade - ele disse confidencialmente.

Seus olhos marrons permaneciam fixos nos verdes enquanto seus dedos lentamente se deslizavam debaixo de sua túnica - Suave, acredito - e seus dedos meigamente seu membro foi envolvido entre suas mãos até que ele esteve completamente entre elas.

Edward fechou seus olhos contra o prazer enlouquecedor desse contato íntimo. Seus dedos estavam frios e ela brandamente apertou ansiosamente acariciou e esfregou o membro até que este se endureceu em sua mão.

- Meu lorde, seus olhos - ela pediu como uma menina malcriada. - Quero ver seus olhos.

Ele não podia negar-se, especialmente desde que sua mão se estava movendo ritmicamente agitando seu membro.

A potência de seu desejo ardeu em seus olhos verdes e ela sorriu, pois o tinha sob seu controle. - Mais forte agora - ela sussurrou e seus olhos aumentaram com surpresa quando sua mão aumentou o ritmo.

Ela massageou, acariciou, mas a ela não era o suficiente, sentindo um desejo que nunca havia sentido Isabella fez algo quem nem um milhão de anos Edward conseguiria imaginar. Isabella passou a língua nos lábios sentido uma vontade incontrolável de senti-lo em sua boca e foi exatamente isso que ela fez, não antes de olhá-lo nos olhos e Edward tinha certeza que não se seguraria.

Isabella baixou sua cabeça devagar até que seus lábios encontrasse seu membro, passou a pontinha da língua sobre a cabeça de seu membro fazendo-o gemer seu nome. – Isabella. E sentindo-se mais segura o envolveu com sua boca.

Edward quase goza quando a sentiu seu membro envolto a sua boca macia, quente, Isabella o chupou como se ele fosse o melhor doce que já comeu em toda sua vida, o chupou desde a base até a pontinha o enlouquecendo, excitando-o a um ponto que ele pensou que ficaria louco.

Edward quase voava fora da cadeira. Não tinha esperado isto dela. Tinha pensado que ela permaneceria tímida e paralisada, então repentinamente como atravessado por um raio ele se deu conta de suas intenções, e nesse momento ela se deu conta que o Leão Escocês voltava a ter toda sua força.

Edward se inclinou para frente e sua mão se deteve na carne pulsante. - Pensa que pode jogar com o Leão?

Ela empalideceu, havia um olhar em seus olhos que ela nunca tinha visto antes e que esperava nunca mais ver novamente. Se esse era o olhar que ele adotava em uma batalha então ela entendeu por que ninguém o tinha derrotado.

Seus olhos não tinham nada de piedade.

Edward esteve fora da cadeira em um instante. Tomou pelos braços, antes que ela pudesse tomar uma respiração.

- Agora é meu turno de te tocar - ele disse com um sorriso que prometia retribuição e que o causou um estremecimento de antecipação. Ele caminhou, segurando-a como se ela fosse um saco de grãos.

Lançou-a sobre a cama e quando ela ouviu o ruído da palha debaixo de seu corpo, também ouviu sua pergunta. - Suave ou vigoroso?

Edward não esperou uma resposta e ela pensou que não se importava se desse uma. Ele apressadamente tirou sua camisa e sua túnica e quando descendeu sobre ela, Isabella o ouviu dizer. - Suave no momento.

Isabella exclamou quando sua língua a acariciou. Ela não tinha pensado que um marido pudesse exigir esse tipo de intimidade de sua esposa e se o tivesse considerado poderia ter temido essa união tão estranha, mas com sua língua perita e determinada lhe dando tanto agrado ela não pôde pensar em nada mais.

Sua língua a percorria com lambidas rápidas, causando estremecimento; e depois seus movimentos se fizeram preguiçosos, lambendo-a mais intimamente até que ela pensou que enlouqueceria.

Suas mãos se aferraram ao lençol da cama e mordeu o lábio inferior para conter seus gritos. Até que não pôde tolerá-lo mais, e seu nome escapou como um rogo de seus lábios. - Edward.

Ele levantou sua cabeça, olhou-a e advertiu com um sorriso. - Mas forte agora.

- Não - ela gritou pouco antes que a língua atacasse novamente.

A loucura a envolveu; perdeu completamente seu pensamento racional. Sua única preocupação era render-se a seu marido completamente e incondicionalmente.

- Edward, por favor - ela gritou, uma lágrima solitária se deslizou por sua face.

Sua resposta foi enlouquecê-la ainda mais.

Seus gritos se fizeram soluços de angústia misturados com prazer e sem ao menos perceber estava rebolando em sua boca sem o menor controle.

Edward se incorporou para olhá-la e falou com a dureza de um guerreiro disposto obter a vitória. - e diga que me deseja.

Ela pensou em negá-lo, mas vacilou, e ele riu.

- Maldição - ela disse com a respiração rouca.

Edward passou sua língua sobre o botão inchado, causando um novo estremecimento e ela o amaldiçoou novamente, logo ele sorriu. - O Leão já é maldito. Agora se renda e me diga que me deseja e te darei o clímax que seu corpo anseia.

Isabella mordeu o lábio inferior para controlar o tremor. Ele tinha que render-se, não ela. Como tinha permitido que isso acontecesse?

- Me diga - ele exigiu e a estimulou com outra lambida de sua língua maliciosamente hábil.

Isabella estremeceu uma vez mais, mas permaneceu muda. Ela o desejava - não havia nenhuma dúvida disso - mas render-se? Realmente desejava render-se ao Leão?

- Não - ela disse com dificuldade.

- Me diga - ele ordenou e acariciou a entrada de seu sexo com seu dedo. - Diga-me isso - Edward repetiu as palavras várias vezes, em sua cabeça ressonava sua ordem incessante enquanto seus dedos substituíam sua língua. Isabella mordeu o lábio e lutou para controlar a paixão furiosa, lutou contra o desejo de gritar que se rendia, lutou contra o medo de saber quanto amava a esse lorde escuro.

- Não! Não!

- Maldição - ele disse e com sua língua prosseguiu para levá-la ao clímax que a fez gritar seu nome.

Quando ela recuperou seus sentidos ele estava de pé ao lado da cama completamente vestido. Ele se inclinou sobre ela, colocando suas mãos a um e outro lado de sua cabeça e disse com uma raiva. - Da próxima vez, esposa, poremos fim a esta loucura.

***

O grande salão estava em seu estado habitual de sociabilidade caótica das noites. Todos estavam desfrutando da comida, bebendo em abundância, trazendo para um fim esse dia agradável. Jasper e Edward estavam conversando com um grupo de homens não longe da grande lareira. As noites se fizeram mais frias e vários fogos ardiam na fortaleza.

Isabella brincou com a comida de sua bandeja, sentindo-se isolada entre tanta alegria.

Sua mente estava muito carregada com pensamentos sérios para emprestar atenção ao que acontecia ao seu redor. Esses pensamentos a tinham obcecado desde que seu marido tinha fugido de sua cabana muito zangado.

Após sua chegada à fortaleza várias semanas atrás, ela tinha estudado seu marido com muito interesse. Ele não era alguém que desperdiçasse suas palavras, suas emoções ou suas ações. Tudo o que ele fazia e dizia estavam apoiadas em consideração cuidadosa, suas ações eram deliberadas, mas ele constantemente perdia completamente o controle com ela, precipitando-se em suas palavras, suas emoções e suas ações - e tinha sido assim desde seu primeiro encontro.

O Amor, o amor verdadeiro, frequentemente fazia que as pessoas atuassem atipicamente. Ele verdadeiramente a podia amar? Ou ela estava sendo uma mulher que ansiava ser amada?

Alice lhe tinha informado que Edward poderia ter tomado a qualquer das tantas moças dispostas desde seu retorno ao castelo, mas ele não tinha procurado a nenhuma. Seu afeto por sua esposa o acautelava de olhar a outras mulheres? Ou ela só estava fantasiando?

- Seus pensamentos lhe pesam? - Emmett perguntou, sentando-se na cadeira vazia a seu lado.

- Não estará extrapolando com a atividade física, não é? - Ela perguntou com preocupação.

Ele riu cordialmente e era bom ver que ele não se agarrava a ferida ao fazer isto. - Alice me vigia como um falcão e me desafia se pensar que estou fazendo algo que pode me prejudicar.

- Ela se preocupa com você.

- É certo, e eu a quero. Nós sabemos disso, toda a fortaleza sabe... Mas ainda tem que responder minha pergunta.

Isabella tentou um sorriso, mas falhou. Seu coração estava oprimido com seus pensamentos. - Tive muitas dificuldades ultimamente.

- Falou disso com seu marido?

- Ele é uma de minhas preocupações e minhas dificuldades - ela admitiu livremente, sentindo-se cômoda discutindo esse tema com Emmett.

- Me diga o que acontece - ele seriamente disse. - E eu tentarei te ajudar.

Ela colocou a faca que ela segurava na bandeja e depois a empurrou a um lado, não tinha fome, mas estava faminta de procurar uma solução a seu dilema. - Pensa que Edward verdadeiramente pode amar a uma mulher?

Emmett respondeu honestamente. - Considero que Edward não pensa muito no amor e, portanto não se toma o trabalho de compreender o que é o amor.

- Como pode não reconhecer o amor?

Emmett sacudiu a cabeça. - Ele é um guerreiro formado no objetivo da conquista. Ele aborda tudo o que faz como se estivesse em uma batalha ou em uma escaramuça, o fim sempre sendo o mesmo.

- A vitória - Isabella terminou com um sorriso.

- Agora começa a entender.

Ela suspirou exasperada. - Mas eu não sou perita em técnicas de batalha. Como conquisto a um guerreiro perito quando eu sou tão inepta?

Emmett suavemente riu. - Se renda.

Ela estava surpreendida e decepcionada por seu conselho. - Não posso.

- Não pode ou não quer? - Ela o olhou estranhamente.

Ela apoiou uma mão no braço de Emmett. - Meu marido deve entender quão difícil é uma rendição para mim. Eu lutei tão duramente para sobreviver. Não me permiti me derrubar em minha própria piedade; lutei e me recusei a me submeter a uma derrota.

Descobri uma força e uma coragem que nunca pensei ter e não posso perder tudo isso.

- Quando um guerreiro entra em uma batalha sabe se esta vai terminar em vitória ou em derrota. Mas há alguns guerreiros que entendem que a vitória, em certas ocasiões, só pode ser ganha através de uma rendição. E esses guerreiros valentes realmente nunca vivem uma derrota.

Ela o observou estranhamente.

- O que se recusa a render é o que te fará vitoriosa.

Os olhos de Isabella se aumentaram e seu sorriso foi amplo com sua compreensão. - Acha que sou virgem.

- Não tenho nenhuma dúvida, e se meu irmão não fosse tão teimoso e tolo ele veria a verdade por si mesmo. Mas seu orgulho escocês interfere.

Ela riu. - Os vikings não são teimosos?

Emmett sorriu. - Um Viking teimoso? Não precisamos sê-lo. Nós sabemos tudo.

A risada de Isabella foi sincera. - Pensa então que o Leão Escocês poderia me amar?

Emmett se inclinou mais perto e falou brandamente só para seus ouvidos. - Edward lutou por tudo o que quis em sua vida. Se ele não lutar, é porque pensa que essa coisa não é suficientemente importante para lutar. E ele está lutando por você agora.

- Por mim? - Ela perguntou com surpresa. - Mas contra quem luta?

- Ele luta contra o oponente mais perigoso que jamais tenha enfrentado. Um que ele não pode conquistar.

Isabella estremeceu e esfregou seus braços. - Quem? Não há Ninguém que se interponha em seu caminho. Ninguém que lutaria por mim.

Emmett sussurrou o nome do competidor. - O Leão Escocês.

- Contra ele mesmo? - Ela perguntou incredulamente.

Emmett sacudiu a cabeça. - E ele se recusa a admitir por que luta tão ferozmente.

- Está me dizendo que ele luta consigo mesmo por meu amor? - Ela perguntou não acreditando no que ouvia e não dando a Emmett uma oportunidade de responder. - Ele me considera de sua propriedade, um vassalo que o servirá bem.

Ele é luxurioso, arrogante, teimoso, exigente e...

- Você ama isso - Emmett terminou com um sorriso satisfeito.

Isabella suspirou um suspiro diretamente vindo de seu coração. - Sim, amo-o, e sou uma idiota por isso.

- Não é nenhuma idiota, e sim. Requer coragem para amar o Leão, e até mais coragem para render-se a esse amor.

- Você gosta da palavra "render-se" - ela disse seus olhos marrons brilhando. - Você já se rendeu?

- Não - ele disse com um sorriso amplo. - Mas decidi fazê-lo muito em breve.

- Quão logo?

- Tão logo esteja completamente curado.

Isabella sorriu. - Penso que pode se render esta noite se quiser.

Emmett parecia nervoso e ansioso e lançou um olhar rápido ao redor do salão até que seus olhos encontraram os de Alice. Ele deu um sorriso que realmente a fez ruborizar e depois voltou sua atenção a Isabella.

- Você se renderá esta noite, minha lady?

Ela lançou um olhar vacilante a seu redor, procurando seu marido. Suas faces se esquentaram quando seus olhos o encontraram e ele imediatamente se dirigiu para eles.

Ela olhou a Emmett.

- Recorda-o, ele luta pelo que quer ter - Emmett sussurrou perto de seu ouvido enquanto se movia para ir-se.

Ela se sentiu abandonada, vulnerável e de repente assustada.

Se renda.

A palavra repetidamente ecoou em sua mente e a fez duvidar de sua própria sanidade mental.

- Quer algo de mim, esposa? - Ele perguntou parado diante da plataforma e olhando-a diretamente com olhos cautelosos.

A escolha era dela.

Ela estendeu a mão. - Edward ...

A porta do grande salão se abriu de repente e um homem entrou, interrompendo a rendição de Isabella.

Edward imediatamente voltou sua atenção a ele. Parecia ter cavalgado por muito tempo e estava a bordo de desmoronar-se de esgotamento. Jasper e Emmett seguiram o homem magro e cansado enquanto ele se aproximava de Edward.

- Meu lorde - o homem disse com uma reverência respeitosa de sua cabeça. - Donal Mor O'Brien, rei de Limk, mandou-me.

Ele solicita sua ajuda para suprimir uma escaramuça na fortaleza Finnmorgan perto da costa. Pede-lhe sua presença imediata na área.

- Quanta gente solicita? - Edward perguntou.

- Suficiente para suprimir uma disputa entre clãs - ele explicou.

- Comida, bebida e um lugar para descansar te serão providos e partiremos com a primeira luz do amanhecer com duzentos de meus homens.

O homem sorriu. - Isso será suficiente para acabar com a disputa rapidamente.

Os criados se fizeram cargo do homem cansado enquanto o salão esperava mais instruções de seu Lorde.

Jasper e Emmett permaneceram ao lado de Edward, preparados para fazer o solicitado.

Edward falou com confiança e autoridade. Jasper se ocupe das preparações e me mande o Stuart, ele está familiarizado com essa área. Desejo formular um plano de batalha antes do amanhecer. Emmett permanecerá aqui e terá a cargo a segurança da fortaleza.

Temos pouco tempo antes do amanhecer e quero tudo preparado para a partida no momento adequado.

Jasper e Emmett concordaram com um assentimento de suas cabeças e partiram para cumprir suas ordens.

Edward lançou um olhar e palavras rápidas a sua esposa. - Falarei com você antes de partir.

Ele estava fora da porta antes que Isabella compreendesse cabalmente a situação. Ele estava partindo para participar de uma batalha, o que significava que existia a possibilidade de que ele não retornasse.

Seu coração se afundou e ela se sentiu desfalecer. Ela não tinha considerado esse momento, dessa vez quando dissesse adeus a seu marido, seria com incerteza e com muitas coisas não ditas entre eles.

De repente render-se, vitória e derrota pareceram palavras insensatas e tudo o que ela queria lhe dizer ao Edward era quanto o amava e que sempre o faria. Ela estava sentada impotente, sem saber o que fazer, que ação tomar, ou que ajuda oferecer.

Então com uma determinação nascida de seu orgulho e sua coragem tomou o assunto em suas mãos. Se ela não podia falar com ele agora pelo menos se asseguraria que ele e seus homens não passassem fome. Partiu para a cozinha para conversar com a Mary.

Era muito tarde, mas o castelo não descansava. Só quando Isabella esteve segura de que seu marido e seus homens tinham tudo o que precisavam para encher seus estômagos e extinguir sua sede se permitiu descansar, e não foi até que Alice insistiu em que não havia nada que fazer, que ela reticentemente se retirou a sua habitação. Esperava poder ver seu marido, mas descobriu que ele estava em seu solar com o Stuart planejando a viagem.

Sua habitação estava morna por um grande fogo que ardia na lareira e depois de tirar as roupas e colocar sua camisola ela agradecidamente procurou a comodidade de sua cama. Estava parada quieta, seus olhos pesados com sono, pensando nas palavras de seu marido. Ele a buscaria antes de partir ou essas palavras seria quão último ela ouviria dele antes de sua partida?

A noite ocupada lhe tinha impedido de pensar em sua partida, mas agora que tinha tempo, ela se encontrou zangada. Perguntou-se por que sua partida a perturbava tanto. Deu-se conta que ela o estranharia, sentiria saudades terrivelmente. Acostumou-se a ele - sem importar se ele a desafiava ignorava-a ou a provocava. Ele estava sempre ali, lhe fazendo demandas ridículas.

E depois estavam esses tempos que eles passavam simplesmente conversando e logo estavam os tempos em que a intimidade e a paixão governavam.

Isabella suspirou seus olhos fechando-se. - Sentirei saudades, meu lorde escuro.

Edward estava preparado, seus homens reunidos, então recordou que havia um último detalhe do qual ainda tinha que ocupar. Deu a Jasper a ordem de preparar-se para a partida e deixou o grande salão, indo à habitação de sua esposa.

Entrou silenciosamente. Deteve-se uns passos da cama e olhou a sua esposa adormecida. Ela era bonita - nem a cicatriz podia danificar sua beleza. Às vezes ele se perguntava se ela era real ou nada mais que um sonho.

Frequentemente achava si mesmo procurando-a durante o transcurso do dia só para assegurar-se que ela estava ali - que ela era de carne e osso e que lhe pertencia. Seu desejo luxurioso por ela era obsessivo mais o desejo simples de conversar com ela, de tê-la em seus braços, de passar tempo com ela, também era transbordante. Simplesmente queria estar com ela tanto tempo como fosse possível.

Supôs que era por isso que nesse momento era tão difícil partir. Não queria despedir-se dela.

Os passos ansiosos o levaram a cama e ele passou um dedo suave em cima de seus lábios finos. Perguntou-se que palavras ela tinha intenção de dizer antes que fosse interrompida essa noite. Poderia ter jurado que se referiam a seu desejo de render-se, e ele tinha esperado com a respiração contida ouvir suas palavras.

Desejava ansiosamente saber que palavras tinham estado em seus lábios, mas não havia tempo para descobri-lo - só tempo para o adeus. Inclinou-se sobre ela e colocou um beijo leve em cima de seus lábios antes de sussurrar. - Isabella.

Ela se moveu, mas apenas.

Ele a beijou novamente, seus lábios mais persistentes embora suaves e ela suspirou, seu corpo se estirou lentamente debaixo das mantas. Ele deslizou um braço atrás de suas costas e moveu sua outra mão para tomar sua nuca e depois a atraiu até encontrar sua boca faminta.

Seu beijo não foi gentil e ela imediatamente despertou, envolvendo seus braços ao redor dele e pressionando urgentemente seu corpo contra o dele.

- Vim dizer adeus - ele sussurrou rapidamente, sua boca encontrando seu pescoço muito atrativo para ignorá-lo.

- Sentirei saudades - ela murmurou em seu ouvido.

- O mesmo eu - ele disse, moveu seus lábios em cima de seu queixo em direção à boca.

- Eu quero dizer... - Ela mal terminou as palavras antes que seus lábios ansiosamente e exigentemente reclamassem os seus.

Depois de satisfazer-se com o sabor dela por vários minutos ele a deitou na cama. - Obedeça a Emmett - ele ordenou como guerreiro.

- Sim, meu Lorde - ela brandamente consentiu.

- E cuida de seu comportamento.

Ela sacudiu a cabeça, seus olhos enchendo-se com lágrimas.

A umidade de lágrimas em seus olhos lhe partiu o coração. - Devo ir.

Ela sacudiu a cabeça novamente, não confiando em sua voz e sentindo muito perto de derramar as lágrimas.

A primeira lágrima caiu quando ele se moveu para partir, a segunda quando suas costas girou para ela e a terceira quando ele girou novamente e desceu sobre ela como um homem recusado a muito tempo. A levantou para retirá-la da cama.

Ela imediatamente envolveu suas pernas ao redor de sua cintura, seus braços, ao redor do seu pescoço, e o beijou embriagadamente.

Seu beijo foi urgente e cheio de paixão não concretizada.

Ele tentou afastar sua boca, mas ela o agarrou pela nuca, empurrando-o para impedir que separasse seus lábios dos dela.

Edward viu a dor, a necessidade, a rendição em seus olhos escuros e amaldiçoou aos dois clãs rivais que o privavam da capitulação de sua esposa.

Falou severamente. - Arrumaremos isto quando eu voltar.

Ela sacudiu a cabeça e acariciou seu cabelo.

Ele trouxe sua boca uma vez mais sobre a dela e depois reticentemente a agarrou pela cintura, e a depositou na cama. Sem uma palavra ou olhar ele girou e partiu para a porta.

- Edward - ela gritou.

Ele se deteve, mas não girou.

- Amo você - ela disse sem vacilação ou remorso.

Ele não deu nenhuma resposta- simplesmente saiu do quarto.

 

Fanfic: Dois Mundos, Duas Vidas... Capitulo 2



Autora: Giis Vieira

Género: Aventura, Drama,Lemon, Romance

Classificação: +16

Categoria: Saga Crepúsculo

Avisos: linguagem imprópria, sexo, violência




Capítulo 2

Edward
Ahh a vida. Será que eu vivo? Para onde vou depois dessa vida?
Essas são minhas perguntas frequentes. O que acontece depois?
Eu nunca tive uma resposta. E acho que nunca a terei, e sei que ninguém vai me ajudar a descobrir, a não ser que eu provoque os Volturis.
Olhei pela janela, o sol ainda estava alto, ou seja, nada de sair na rua. Não que eu fosse me queimar virar pó, me desintegrar em milhões de pedacinhos - quem me dera que as lendas dos filmes e livros fossem verdadeiras - mas acho que as pessoas se assustariam, seria engraçado ver as reações delas por me verem brilhando.
Eram nessas horas que eu gostaria de dormir, ou no mínimo entrar em coma profundo. Mais uma lenda que poderia ser verdadeira. Dormir em um caixão tão profundamente como se estivesse morto.
Posso parecer dramático como Emmett diz, mas pelo menos ele tem Rosalie para lhe fazer companhia pela eternidade, apesar dela ser uma insuportável, irritante e mesquinha. Mas pelo menos tem um ao outro, não eram iguais a mim, solitários e ranzinzas como um velho de com mais de 100 anos. Talvez seja porque eu realmente seja um velho ranzinza com mais de 100 anos, a diferença era que eu continuava aprisionado no meu corpo adolescente de 17 anos.
Olho ao redor do apartamento, espaçoso e luxuoso de mais para um vampiro solitário. Um desperdício em minha opinião. Para mim não faria diferença estar ali ou em um beco escuro, mas meus pais insistiram, eu não poderia rejeitar e ferir os sentimentos dele, principalmente o de minha mãe que o fez especialmente para mim.
Por falar neles, estou com saudades, de todos. Já faz algum tempo que me isolei dele. Para mim é difícil ser o único solteiro naquela família, ainda mais quando se podem ler os pensamentos de todos.
Minha família. Ela veio crescendo com o passar dos anos. Fui o primeiro membro da nova família de meu pai Carlisle, ele é medico, irônico não? Por mais que alguns duvidem ele tem um autocontrole invejável, ele descobriu uma nova forma de se alimentar, sem se utilizar de sangue humano. Alias, eu o acho muito mais humano, do que os próprios humanos. Ele me salvou quando eu estava morrendo no leito de um hospital. Depois veio Esme e os outros.
Carlisle e Esme são nossos pais adotivos, há tanto tempo, e o amor que nós sentimos é tão forte, que às vezes nos esquecemos de que realmente não temos laços de sangue, quer dizer de certo modo temos.
Normalmente costumávamos a nos apresentar aos humanos, como os filhos adotivos de médico, cuja esposa não pode ter filhos. Alice, Emmett e eu éramos os filhos adotivos, Jasper e Rosalie os sobrinhos gêmeos de Esme, que ela cria desde pequenos, depois da morte da irmã. Mas isso já faz muito tempo. Isolei-me dos outros para que meu mau humor constante não atrapalhasse a felicidade deles.
Suspirei e fechei os olhos, quem sabe se eu não tentasse bastante, não cairia na inconsciência. Bobagem. Eu já tentei uma vez e não deu certo. Dei mais uma olhada no relógio ainda eram 17h30min. Droga teria que esperar mais algumas horas.
As desvantagens de morar em um lugar como a Califórnia, é que o lugar é extremamente ensolarado, então uma pessoa como eu tem que ficar enclausurada em casa. Eu precisava caçar urgentemente. Acho que explica meu mau humor.
O toque do meu celular me tira dos meus devaneios, olho para o identificador de chamadas, era Alice.
– Alô!
– Ah! Até que enfim me atendeu. O que anda fazendo que não me atende mais? Está tudo bem?
– Estava ocupado! O que quer Alice?
– Nossa eu estou bem também, obrigada por perguntar.
– Desculpe, é que não estou bem, preciso ir caçar.
– Falei para você não ficar muito tempo sem caçar, isso afeta radicalmente seu humor, você fica mais azedo que o normal - Alice continuou a tagarelar, eu ri um pouco do seu mau humor forçado, havia me esquecido de como era bom conversar com aquela baixinha.
– Desculpe-me novamente, vamos começar de novo certo?
– Certo!
– Alice querida, quanto tempo, como andam as coisas?
– Bem muito obrigada. Estamos com saudades, em especial Esme, por favor, Edward, ela está sofrendo com sua ausência. Todos nós estamos. Prometemos que vamos nos controlar, até Emmett prometeu controlar-se, Rose vai ser difícil, mas falarei com ela...
Ela interrompeu seu discurso, estava começando a ficar desesperada.
Como eu estava sendo egoísta, eles estavam sofrendo tanto quanto eu.
– Certo! Alice eu volto.
– Jura? Que ótimo, seu quarto já está pronto, a propósito daqui a 30 minutos você já vai poder sair. Vai chover.
– Ah... Isso é ótimo. Aliás, onde encontro vocês.
– Estamos indo para o Alasca, quase não tem sol lá, poderemos nos divertir de dia.
Isso era ótimo, não aguentava mais ficar limitado só a noite, sem contar que eu ia voltar para minha família e o Alasca oferecia uma variedade de caça muito boa e desafiadora também, os ursos de lá eram bem grandes, Emmett deveria estar pulando de alegria. Mas lembrei-me de uma coisa.
– Espera Alice por acaso ficaremos na casa dos Denali?
– Não exatamente, mas ficaremos bem próximos, na verdade seremos vizinhos dos Denali.
Isso me irritou um pouco, não que eu não gostasse deles, muito pelo contrario, eles eram como se fosse nossa família, nossos “primos”.
Assim como nós os Denali também se recusavam a se alimentar de sangue humano, eu adorava as irmãs Tanya, Kate e Irina, assim como Carmen e Eleazar, mas da ultima vez que estivemos com eles eu e Tanya tivemos um desentendimento, pelo fato de eu não ter conseguido corresponder aos seus sentimentos. Depois da nossa “discussão” a convivência com ela ficou um pouco difícil.
Fui desperto dos meus devaneios e fiquei surpreso por não ter sido por Alice, normalmente quando eu ficava pelo menos um minuto sem responder, ela já reclamava da minha falta de atenção, agora ela estava quieta, quieta até de mais para Alice. Então foi isso que interrompeu meus pensamentos, o silencio dela. Isso só podia ser uma coisa: ela estava vendo algo.
Assim como eu Alice e Jasper também possuíam dons. Alice via o futuro e Jasper podia sentir e controlar as emoções das pessoas.
–Alice? Alice está tudo bem? - rompi o silêncio, como eu não podia ler a mente dela pelo telefone eu estava impaciente.
– Desculpe.
– Viu algo?
– Mais ou menos, mas nada ameaçador você vai precisar se alimentar mais que o normal. Ah... Você por favor, poderia trazer aquela bolsa que deixei ai a ultima vez que te visitei.
– Claro, eu não joguei fora.
– Ainda bem, se não você seria um vampiro morto, eu adoro aquela bolsa. Bom vou indo Jazz quer caçar. Então nos vemos em breve.
–Até mais, mande lembranças minhas a todos.
– Claro.
Assim que desliguei o celular. Olhei pela janela, o céu já estava escuro, e como a baixinha disse estava chovendo. Corri para fora ignorando meu carro. Queria sentir a chuva.
Fui para rua, seguiria no ritmo humano, até não poder ser mais visto, quando já não havia de que eu poderia ser visto, eu deixei meus instintos me dominarem.

sexta-feira, junho 06, 2014

Fanfic O Leão Escocês – Capítulo 18



Autora: AnnaThrzCullen

Gênero: Romance, drama

Classificação: +16 anos

Categoria: Beward

Avisos: Adaptação, Linguagem Imprópria, Nudez e Sexo

 

Capítulo 18

Emmett estava finalmente de pé e desfrutando de sua nova liberdade. Entretanto, seu exercício físico estava muito restringido e embora se irritasse porque não podia praticar com sua espada ou com o arco, desfrutava observando os homens em sua rotina de prática diária. Edward, Jasper e Emmett estavam sentados em uma manta em um pedaço de Sue perto do campo de treinamento, observando os homens combatendo entre eles.

Odres com cerveja e vinho jaziam a seu lado, assim como uma comida, os três homens tinham comido até quase a indigestão e agora estavam fazendo a digestão sobre a manta.

- A ama? - Jasper perguntou, girando para olhar Emmett. - Não tente negá-lo, porque nós já sabemos a resposta.

Um calor vermelho subiu por seu pescoço e penetrou até suas faces.

- Eu sabia - Jasper disse com um sorriso e deu uma palmada sobre seu joelho.

- Deixa de fazer sofrer o apaixonado - Edward disse, unindo-se à provocação.

- OH, ele não é o único apaixonado - Jasper disse lhe dando uma cotovelada ao braço de Emmett.

Emmett se uniu a Jasper. - Ele tem razão nisso.

Edward se negou a ser intimidado. - Considera que estou apaixonado?

- Você não acha? - Jasper riu. - Anda atrás de sua esposa como um garanhão preparado para montá-la.

- Isto não é amor - Edward o corrigiu.

Jasper passou seu braço em cima do ombro de Edward. - Não, amigo, não é. Se só fosse uma queda o que desejas, teria satisfeito essa paixão passageira com qualquer moça disposta. Penso que você procura algo mais.

Penso que seu orgulho está interferindo no caminho do amor.

Emmett grunhiu seu acordo.

- Orgulho? -Edward repetiu.

- Orgulho - Jasper e Emmett disseram ao uníssono.

Jasper agarrou o odre com cerveja e o deu a Edward. - Sua esposa ganhou os corações de muitos. Eles falam dela com carinho e respeito e o condenam quando se zanga com ela. E ainda não conseguiste entendê-la melhor?

- Todo o castelo fala do lorde e a lady ou como eles dormem em habitações separadas. Temem que Lady Isabella seja afastada daqui, que o Leão Escocês não a queira ou a deseje - Emmett disse.

- Quem diz tais tolices? - Edward exigiu.

- Intrigas - Emmett encolheu os ombros.

- Tolices absolutas. Isabella não irá a nenhum lugar. Seu lar está aqui - Edward disse. - Diga isso aos fofoqueiros.

Jasper sacudiu a cabeça lentamente. - Eles ouviram as notícias de que Lorde Donnegan está em viaje à fortaleza de Stirling e pensam que ele vem para levar a sua filha.

- Sua viagem foi demorada, sua esposa está doente - Edward confirmou. - Embora eu acredite que é um ardil para demorar seu encontro comigo. Mas isso me dá tempo.

- Tempo para que? - Jasper perguntou.

Edward sorriu. Era o sorriso do Leão. - Para ganhar a escaramuça.

Jasper levantou suas mãos ao céu. - Serei um homem rico.

- Outra aposta? - Edward perguntou.

- Um ganho assegurado - Jasper sorriu.

Emmett grunhiu. - É um bobo, será um pobre.

Uma briga séria ocorreu inesperadamente no campo de treinamento, captando a atenção deles.

- Se ocupe disso - Edward ordenou a Jasper. - E se assegure que ambos sejam castigados. Não aceitarei que meus soldados briguem entre si.

Jasper avançou para a disputa com um rugido.

Edward manteve sua atenção em Jasper, enquanto falava com o Emmett. - Alice fala com você frequentemente?

Emmett riu. - Ela sempre está conversando, mas eu desfruto do som de sua voz.

- Ela te contou do ataque de Isabella? - Edward perguntou e girou para enfrentar a seu meio irmão.

Emmett sacudiu a cabeça. - Não, disso nunca falou.

- Isabella disse que Alice a atendeu pouco depois do ataque.

- Acredito que seja assim. Ela se preocupa muito pela Isabella e às vezes vejo um brilho de tristeza em seus olhos quando fala dela.

- Penso que Isabella esconde algo sobre o ataque, algo que ela não deseja admitir.

- Isso é compreensível - Emmett disse. - A cicatriz é uma prova da maldade desse ataque e talvez da loucura do atacante.

- Pensa que Alice falaria comigo sobre isso? - Edward perguntou.

- Não estou seguro. Ela pode temer o Leão, mas ama lady Isabella e nunca lhe causaria um dano. Poderia lhe ordenar que fale.

Edward sacudiu a cabeça. - Não, não quero que ela pense que está falando com o Leão Escocês; quero que ela saiba que fala com um marido preocupado que necessita de informação.

- Uma escolha sábia - Emmett disse e apontou seu dedo em direção à fortaleza. - Aí tem sua oportunidade; Pergunta sabiamente.

Alice estava caminhando em direção a eles.

- Fique - Edward lhe ordenou. - Ela se sentirá segura com você aqui.

- Me sentirei aliviado quando ela finalmente se mostre segura diante do Leão - Emmett disse com um grunhido e sorriu quando Alice se aproximou.

- Meu lorde - Alice disse e baixou sua cabeça. - Minha lady solicitou que veja se houver algo mais de que necessitasse.

Edward se deu conta que Alice realmente o temia. Ela mal o olhava diretamente nos olhos, seu olhar sempre o evitava. - Necessito um momento de seu tempo.

Emmett estendeu uma mão para ela. - Se sente ao meu lado.

Ela obedeceu alegremente, pois Emmett provia amparo do Leão.

Edward deliberadamente manteve seus olhos longe dos dela e falou enquanto observava Jasper ao longe lutando com os dois homens zangados. - Falo-te como um marido preocupado e não como o lorde desta fortaleza - ele não esperou sua resposta.

- Isabella me disse que você a atendeu nessa noite do ataque. Não desejo que traia sua confiança, mas quero que me conte tudo dessa noite.

Edward manteve seu olhar no campo de treinamento e esperou.

Emmett a respirou e a tranquilizou com um gentil apertão sobre sua mão.

Alice falou suavemente, sua voz não era, mas que um sussurro, e ambos os homens escutaram com interesse. - Fui chamada por Lady Sue para atender a Lady Isabella. Ela jazia mortalmente pálida em sua cama, e a manta estava empapada com seu sangue.

Lady Sue me ordenou fazer o que se pudesse já que ninguém esperava que ela sobrevivesse essa noite. Eu a limpei e me sentei junto a ela e ...

Sua voz vacilou e Edward soube que ela lutava com suas lágrimas. Não disse nada e esperou pacientemente.

Sua voz era mais estável quando ela continuou. - Esperavam que a morte a levasse.

O peito de Edward se apertou, como o fez seu punho a um flanco. Pensar em Isabella deitada impotente, sangrando-se enquanto sua família esperava que ela morresse o encheu com tanta ira que queria chutar a alguém, preferivelmente o pai de Isabella.

- Se não tivesse sido pela força de vontade de Lady Isabella, ela certamente teria morrido.

Isso o fez girar sua cabeça. - Por quê?

Ela o olhou e embora sua voz tremesse, ela manteve sua cabeça em alto com orgulho. - Foi ela quem me instruiu sobre como curá-la. Ela jazia com muita dor e perto da morte, mas me disse o que devia fazer para salvá-la.

Edward permaneceu mudo e escutou seus punhos apertados e seu coração doído.

Alice respirou profundamente antes de continuar. - Era tarde e todos tinham deixado o quarto, Lady Sue me ordenou para ficar com Lady Isabella até que a morte a levasse.

Finalmente, quando estivemos a sós Lady Isabella falou e me disse o que devia fazer. Ela ficou muito quieta enquanto eu limpava suas feridas e me disse como preparar as agulhas para ser costurada.

Edward a interrompeu. - Ela não te pediu à poção que deu a Emmett para não sentir a dor da agulha?

Alice conteve suas lágrimas. - Ela não podia tomá-la. Ela tinha que esta acordada e alerta para poder dirigir meu trabalho.

Edward levantou seu rosto ao céu, fechando seus olhos e emitindo um grunhido baixo, tão detestável que provocou calafrios em Alice e em Emmett. Logo Ele girou para a Alice e esperou.

Ela continuou sem demora. - A ferida era tão longa que pensei que tinha que trabalhar muito rapidamente. Mas Lady Isabella me disse que não me preocupasse com o tempo que me levasse que a hemorragia tinha diminuído e que a ferida agora necessitava pontos para manter-se fechada. Ordenou-me fazer meus pontos pequenos e apertados - Alice fez uma pausa e secou uma lágrima traiçoeira. - Levou-me uma hora e mais de cem pontos para fechar a ferida.

Ela se deteve então, incapaz de continuar.

- Fez bem - Emmett disse e deslizou seu braço ao redor de seus ombros para atraí-la contra seu corpo.

- Não - ela chorou com suas lágrimas quentes. - Foi Lady Isabella quem o fez bem. Ela não gritou, não derramou uma só lágrima, ela simplesmente continuava me dizendo que eu tinha uma mão suave e quão agradecida estava por minha ajuda.

Edward ficou de pé, sabendo que Alice estaria melhor aos cuidados de Emmett e ele mesmo necessitava de algum tempo em solidão. - Obrigado, Alice, por compartilhar isto comigo - ele girou para partir.

- Meu lorde - Alice o chamou e ele girou. - Há uma coisa que me zangou muito sobre essa noite.

- Diga-me isso - ele perguntou.

- Lady Sue ordenou que o sacerdote benzesse a Lady Isabella, lavando assim seus pecados. Ordenou-me que saísse do quarto, mas não sem antes ver o sacerdote aproximar-se da cama e ouvir lady Isabella lhe gritar a Deus que ajudasse e a salvasse do Leão.

- Por que se zangou?

Ela quase parecia reticente a falar e com uma alentadora palmada do Emmett ela continuou. - Lady Sue disse a todos que essas palavras condenavam a Lady Isabella. Que ela falava do demônio dentro dela mesmo e que finalmente havia implorado a Deus por clemência.

- Você não o viu desse modo? - Edward perguntou.

Alice sacudiu a cabeça. - Não, eu vi o medo nos olhos de Lady Isabella e soube que ela realmente falava de estar vendo o Leão. Ela acreditava que ele estava em seu quarto.

Edward aplaudiu levemente a mão da moça que Emmett segurava. - Novamente, obrigado. Foste muito útil.

Edward deixou o casal então, fazendo um gesto com a cabeça a Emmett para lhe dizer que eles falariam disso mais tarde. Cruzou o campo de treinamento em direção à fortaleza, mas trocou de direção e foi para a cabana onde pensava achar Isabella.

Sentia a necessidade de abraçá-la, simplesmente tê-la em seus braços.

Ela não estava ali, mas Edward fez uma pausa para dar um olhar ao lugar. Ela tinha criado um ambiente quente e acolhedor para ela mesma e ele sentiu uma dor vazia dentro do peito. Suas intenções de repente ficaram claras.

Um baú de madeira grande contra uma parede com uma fila de cavilhas em cima para pendurar suas roupas. Uma mesa e duas cadeiras no centro do quarto e uma cadeira solitária com um almofadão perto da lareira.

Uma só cama coberta com lençóis limpos e uma manta de lã azul dobrada ao pé da cama. Uma grande fonte com ervas secando-se entre a lareira e a cama e sobre a mesa os elementos para seu trabalho. Até havia um tapete grosso perto da cama para Rook.

Essa seria sua casa se ele recusasse a consumar o matrimônio. Ela não desejava voltar com sua família. Por que deveria querer isso? Não se importavam com ela, e aqui as pessoas a amavam e ela a eles.

Edward grunhiu novamente e saiu abruptamente da cabana.

Entrou bruscamente no grande salão, seu rosto carrancudo, e seus olhos verdes ardendo, realmente pareciam como se o Leão em pessoa acabasse de escapar do inferno. Os criados correram procurando refúgio; os operários se apressaram a afastar-se de seu caminho, afastando seus olhos dele; e até as chamas na lareira se baixaram quando ele passou ao lado delas em direção à cozinha.

O bate-papo ali dentro se cortou e os rostos empalideceram.

- Minha esposa? - Perguntou a uma Mary tremula.

- Não a vi, meu Lorde.

Ele girou e partiu, voltando pelo salão em direção às escadas quando Isabella gritou. - Está assustando os criados.

Ele girou e desceu os dois degraus que tinha subido e ignorou seu comentário para dizer. - Onde estava? - Só precisou dar um olhar a Rook que se estava lambendo e disse. - Espera não me diga. Recolhendo cerejas.

Isabella bateu levemente na cabeça do cão e sorriu. - Rook esteve procurando cerejas. Eu procurava ervas.

Lentamente ele se aproximou, enviando um severo olhar a todos os criados que permaneciam no salão. Todos eles fugiram velozmente. - Deixou o castelo sem minha permissão?

- Não, meu Lorde, você estava ocupado no campo de treinamento e eu não desejava te incomodar, então disse a Jasper que desejava explorar o bosque próximo.

Jasper não havia dito nenhuma palavra a ele e sabendo que Jasper nunca permitiria que ela deixasse o castelo sozinha, ele perguntou. - Com quem te disse Jasper que fosse?

- Stuart se ofereceu a me acompanhar.

Stuart era um dos guerreiros, mas ferozes. Tinha participado de muitas batalhas e sempre conseguia emergir delas com alguns arranhões. Os homens o consideravam indomável e imortal e desde que Isabella o tinha curado não havia nada que ele não fizesse por ela, inclusive passear pelo bosque procurando ervas.

Sabendo que ela planeja ficar aqui trabalhando como curandeira, de repente Edward se ressentiu pelo tempo que ela passava longe da fortaleza e dele. Ela estava criando uma distância entre eles e isso ele não gostava.

- Descuidou seus deveres na fortaleza enquanto estava no bosque?

Ela não estava ofendida por sua observação, e simplesmente sorriu. - Não, meu Lorde, eu atendi a todos os meus deveres antes de ir ao bosque.

Ela o provocou e ele se irritou, parou mais perto dela. - Há um dever que falhou em atender.

- E que dever seria esse, meu Lorde?

Ela o tratou formalmente para irritá-lo, e estava tendo êxito, embora ele usasse outra tática.

- Não atendeu minha ferida.

- Está ferido? - Ela perguntou com preocupação.

Seu sorriso foi puramente luxurioso. - Falo da ferida que curou na fortaleza de Donnegan.

Ela se deu conta de seu jogo e procurou seu próprio método de ataque. Ele seria a pessoa que se renderia não ela. Ela não o tocaria. Ele devia ser quem a desejasse, tocasse-a e tomasse.

- Não está curada? - Ela perguntou.

- Não estou seguro. Disse-me que a atenderia e falhou em fazer isso.

- Você ordenou que me mantivesse fora de sua vista - lhe recordou.

Seus olhos verdes arderam e permaneceram fixos nela. - Agora te ordeno que termine o que começou.

Isabella vacilou. Sua cesta de remédios estava em sua cabana, mas ela não queria ir lá, recordando o que tinha acontecido entre eles. Edward, entretanto, tinha uma ideia diferente.

- Vamos a sua cabana, onde poderá me atender como corresponde.

Ela não podia negar-se a seu pedido; ele era seu marido - mas se perguntou quão segura estaria estando a sós com ele. Não só pelo que ele poderia lhe fazer, mas também pelo que seu próprio desejo podia impulsioná-la a fazer.

Quem finalmente ganharia essa escaramuça?

- Como desejar, meu Lorde - ela disse, girou e caminhou para a porta. Edward não a seguiu diretamente. Ele esperou vários segundos, e depois a alcançou.

Ela não falou no curto trajeto à cabana. Não se surpreendeu quando ordenou a Rook que ficasse fora da cabana. O grande cão obedeceu com submissão, encontrando um lugar cômodo para descansar.

Isabella acendeu várias velas, sobre a lareira e na mesa.

- Sente-se - ela ordenou, retirando uma cadeira da mesa e lutando por acalmar suas mãos tremulas.

- Não quer que tire a roupa?

Sua voz profunda era de sedução pura, e pôs ênfase em "quer" e "roupas." Ele estava tentando seduzir a de um modo que era difícil de ignorar. Deu-se conta então que ele não tinha intenção de lhe pôr uma mão em cima. Suas palavras fariam a sugestão..

E ela... Poria as mãos em cima.

- Só preciso exposta a área ferida - ela disse tão tranquilamente como seu coração acelerado o permitia.

Tocou os artigos sobre a mesa, tentando manter-se ocupada e manter seus olhos fora dele enquanto Edward tirava parte de sua roupa. Não esperava encontrar sua ferida necessitando um cuidado especial e lhe levaria só um segundo examinar a área.

Ouviu-o sentar-se na cadeira e sem vacilação girou, querendo acabar com isso tão rapidamente como fosse possível. Suas pernas estavam nuas e a parte inferior de sua túnica subida.

Ela lançou um suspiro de alívio e se ajoelhou diante dele, seus dedos tocaram a área que estava muito bem curada e mal podia ver a ferida. Seus dedos já estavam ardendo esquentados pelo contato com a pele dele. E sabendo o que a túnica escondia só fez a tarefa mais difícil. Ela tinha descoberto que ela gostava do corpo de seu marido e embora ela não estivesse completamente familiarizada com ele, o que ela viu e tocou criou o desejo adicional de seguir explorando.

- Isto me recorda à primeira vez que te vi.

Suas palavras a surpreenderam e ela quis que isso terminasse antes de lamentar suas ações. - Atendi-te bem então; a ferida se curou bem.

Seu comentário curioso a manteve ajoelhada entre suas pernas. - Nesse momento me perguntei como seriam suas carícias.

- Cuidarei de ti brandamente...

Ele não permitiu que ela terminasse. - Não o contato para curar; e sim suas carícias íntimas.

Ela já não pôde evitar seus olhos. Levantou seus olhos escuros para os dele.

Suas palavras sugeridas e seus olhos verdes prometedores. - Enquanto suas mãos atendiam minha ferida, eu me perguntava como se sentiriam essas mãos delicadas se deslizassem debaixo da toalha e me tomasse entre suas mãos intimamente.

Seus sentidos a traíram, despertando sua paixão. Seu comentário era deliberado, colocando uma imagem vívida e sugestiva em sua mente - uma imagem que era difícil de ignorar e controlar. Suas mãos simplesmente ardiam por fazer o solicitado.

- Quais foram seus pensamentos sobre mim quando nos encontramos pela primeira vez?

Sua resposta veio facilmente. - achei-o arrogante.

- Pensou que era bonito.

- Achei-o tolo.

Ele sorriu maliciosamente. - Desejou-me.

- Não.

- Mentirosa - ele a acusou com uma gargalhada.

- Eu não que...

- Não negue a verdade - ele disse. - Conheço bastante bem às mulheres para saber quando uma mulher me deseja. Você desejava isso então como me deseja agora.

Ela apressadamente olhou para baixo, longe de seus olhos acusadores.

Um engano. Um grande engano.

Sua excitação era óbvia no vulto de sua túnica.

- Molhou-se nesse momento... - Ele fez uma pausa abruptamente como se lhe permitisse um tempo para recordar, e ela o fez.

As lembranças dessa noite alagassem sua mente e ela recordou a reação estranha que tinha tido ao vê-lo por vez. Tinha pensado que era bonito, tinha notado seu corpo em boa forma física e havia - OH Deus, sabia - sentido uma umidade em seu sexo ao pensar nele.

Ela levantou os olhos muito largos, incrédulos para ele.

- Como agora? - Ele finalmente terminou em um gemido suave.

Só então ela se deu conta que uma de suas mãos estava acariciando sua perna e lentamente se aproximou da borda de sua túnica. Perplexa por suas ações, ela arrancou sua mão longe e caiu sobre seu traseiro.

- Isto já ocorreu - ele riu e se inclinou para frente. - Só que desta vez não escapará do quarto.

Ela o olhou e falou com um desafio que era difícil de ignorar. - O que quer de mim, Edward?

- Me toque - ele ordenou.

Ela sacudiu a cabeça, mas mantinha suas mãos firmemente apertadas, temendo que elas a traíssem e fizessem o que ele pedia. - Advertiu-me das consequências.

- A merda com as consequências. Toque-me - ele disse, terminando com um sussurro zangado.

Ela sacudia sua cabeça negando quando ele perguntou. - Não me quer tocar, Isabella?

Ela negava o óbvio? Podia dizer não quando tudo o que desejava era estender sua mão e fizer o que ele sugeria - deslizar sua mão debaixo de sua túnica e tocá-lo.

- Vamos minha pequena adversária... Se renda - Ele a urgiu - Me toque.

Ela sorriu então, um sorriso algo maliciosa, e enquanto ele pensava que ela capitularia, ela pensava que esta era uma manobra ardilosa de sua parte. Ela certamente o tocaria, mas o escuro lorde seria quem se renderia.

Ela se levantou do piso, ficou de joelhos e passou suas mãos muito lentamente junto a suas coxas, e brandamente sussurrou. - Como desejar, meu Lorde.