terça-feira, junho 10, 2014

Fanfic O Leão Escocês - Capítulo 25



Autora: AnnaThrzCullen

Gênero: Romance, drama

Classificação: +16 anos

Categoria: Beward

Avisos: Adaptação, Linguagem Imprópria, Nudez e Sexo

 

Capítulo 25

Edward deu um passeio rápido pelo terreno do castelo antes de voltar para seu quarto. Queria descobrir por si mesmo se suas ordens estavam sendo executadas e se o castelo agora estava mais fortemente defendido e estava em alerta.

Enquanto que a segurança da fortaleza sempre era algo prioritário em sua mente, a segurança de sua esposa era sua preocupação principal. Nunca permitiria que nada mal acontecesse e nunca permitiria que ela fosse ameaçada em sua própria casa.

Queria que ela sempre se sentisse segura em Stirling sem importar por onde ela caminhasse ou o que dissesse. Pretendia que ela se sentisse confiada de que nenhum dano lhe aconteceria.

Verificando as medidas de defesa, Edward voltou para a fortaleza. Caminhou com pressa, querendo ver como estava sua esposa. Não gostava da ideia de que ela fosse ameaçada debaixo de seu próprio teto e planejava que seu pai e sua madrasta conhecessem a ira do Leão por seu engano. Mas no momento não queria nada mais que algum tempo a sós com sua esposa.

Suas entradas aos aposentos sempre eram abruptas e causavam que Alice saltasse de sua cadeira, que suas costuras caíssem sobre sua saia ou ao piso. Uma percorrida rápida do quarto o alertou da ausência de sua esposa.

- Onde está ela?

- Ela sentiu necessidade de rezar, meu Lorde.

Edward revisou o quarto uma vez mais e Alice respondeu sua pergunta tácita. - Rook foi com ela.

Edward imediatamente girou para partir, dizendo a Alice que não seria necessária essa noite. Esperava que Isabella confiasse o suficiente para falar com ele sobre seus medos relativos à mensagem e passar a noite a sós com ela, daria a oportunidade perfeita para aprofundar no tema.

Entrou na capela minúscula na fortaleza silenciosamente, não querendo perturbar seu momento de oração, e foi surpreendido pela solidão da sala pequena. As duas cadeiras destinadas ao lorde e a lady estavam vazias. Ela não estava ali.

Por um momento breve ele se alarmou, então recordou Emmett dizendo que Isabella rezava na almeia oeste. Imediatamente subiu os degraus para a almeia que apresentava a visão mais espetacular dos terrenos do castelo. Entretanto, a visão estaria obscurecida pelo crepúsculo que quase caía sobre eles. Por que ela iria rezar ali nesse momento?

Viu suas costas quando saiu da almeia e um Rook alerta anunciou sua chegada com um latido feliz. Isabella simplesmente girou para saudá-lo, não estava surpreendida por sua aparição.

- Rook te ouviu subindo as escadas e me alertou da presença de alguém.

Ele foi para ela, premiou a Rook. - Dois ossos por um trabalho bem feito.

Rook pareceu entender suas palavras. Seu rabo se sacudiu agradecidamente e ele lançou um olhar ansioso às escadas.

- Eu protegerei a sua ama agora. Vá procurar sua recompensa.

Rook não perdeu nem um segundo; foi em um instante, deixando ao lorde e a lady a sós.

Edward envolveu seus braços fortes ao redor do seu corpo tremulo. - Está gelada.

Ela apoiou sua cabeça em seu ombro. - Não, o ar fresco da noite se sente bem e seu abraço me abriga.

Ele a segurou com força. - Alice me disse que tinha ido rezar.

- Senti a necessidade - foi sua única explicação.

Eles observaram como o crepúsculo cobria a terra, deixando cair sombras através dos campos e os prados. A noite trouxe com ela uma tranquilidade pacífica que agradava a Edward. Era o momento para relaxar e desfrutar, compartilhar comida e bebida com amigos e uma cama quente com uma mulher. Só que agora ele não tinha que buscar uma mulher disposta - ele já tinha uma. Tinha Isabella, que não só estava disposta, mas também era sua esposa, e de repente sentiu uma gratidão imensa porque lhe pertencesse.

Levantou o queixo dela e se moveu para seus lábios. - Estou contente de que seja minha esposa - ele disse e a beijou.

O beijo a surpreendeu e sua primeira resposta foi vacilação. Ele recuou e lhe lançou um olhar cauteloso.

- Sinto muito - ela disse e esfregou sua face contra a dele. - Tenho muitas coisas em minha mente.

- Que problemas têm?

Ela respondeu sem vacilação. - Minha madrasta.

- Me conte - ele a persuadiu, querendo ouvir as palavras dela.

- Não posso entender por que ela me odeia tanto. Eu era muito pequena quando ela se casou com meu pai e ainda posso recordar suas primeiras palavras, realmente me advertindo que me comportasse.

Eu fiz o máximo esforço por obedecê-la, mas de algum jeito nunca era suficiente. Ela sempre me achava culpada de algo e depois simplesmente deixei de tentar agradá-la.

- Teme-a? - Ele perguntou.

- O fazia quando era mais jovem - ela admitiu. - Sua mão frequentemente deixava sua marca cruel em meu rosto. Mas depois do ataque, encontrei uma força que não sabia que possuía e enquanto me assegurava de não antagonizar com ela, já não tinha por que temê-la. Estava segura com Rook. Ela sempre me advertia que seria ele quem sofreria se eu não a obedecesse.

Um grunhido baixo saiu de seu peito e a alertou de sua irritação. - Ela não machucará Rook, prometo isso.

Ela sorriu com tal alívio que lhe doeu no coração. - Sua promessa me enche de alegria.

- Não deve preocupar-se enquanto ela e seu pai estejam aqui. Esta é sua casa e está segura - ele captou uma sugestão de dúvida em seus olhos. - Está segura aqui comigo - ele repetiu e soou como um decreto de um lorde poderoso.

- Segura com o Leão - ela sussurrou. - Um guardião estranho para me cuidar.

- Um guardião temerário - ele corrigiu.

- Não teme nada? - Ela perguntou.

Era sua vez de ser honesto. - É um homem estúpido quem não teme a nada e é um homem sábio quem confronta seus medos.

- Você confrontou todos seus medos?

- Confrontei-os e venci a muitos deles, mas sei que existirá mais.

- Enfrentar os medos é difícil - ela disse.

- Mas não impossível.

- Como confrontou e venceu o medo?

- Com tenacidade - ele respondeu com um sorriso.

Ela riu suavemente. - É tenaz, por não dizer teimoso.

Ele deu um beijo rápido. - Sou-o, mas você também.

- Não sou tão valente como você - ela discutiu.

- Não - ele concordou.

Ela pareceu decepcionada com sua resposta e seus olhos se aumentaram enquanto ele continuou. - É muito mais valente.

- Eu? - Ela perguntou, retrocedendo um passo.

- Sim, você - ele disse assinalando-a com um dedo.

- Por que diz isso?

- Você lutou por sua vida com grandes desvantagens e não só ganhou, prosperou e cresceu em força e coragem. É uma grande guerreira e estou orgulhoso de te ter como minha esposa.

Suas palavras sinceras comoveram seu coração e ela derreteu em seus braços, seus lábios procuraram os dele. Seu beijo imediatamente se fez frenético, como se eles tivessem estado separados por muito tempo.

Havia uma urgência neles, suas mãos se desesperavam por tocar e seus corpos desejavam unir-se.

Edward foi quem se separou. - Desejo-te com uma ferocidade que encontro muito difícil de negar ou conter, mas é sua saúde o que me preocupa.

- Estou bem e te desejo - ela insistiu, tentando livrar-se de seu abraço e percebendo que era impossível. Sua força era simplesmente maior para lutá-la.

- E se desmaiar novamente?

Ela suspirou dramaticamente. - Desmaiarei de tanto te desejar e se você não cumprir com seus deveres conjugais.

Ele riu. - É uma valente, esposa - ele estendeu as mãos para elevá-la mais ela se afastou. Ele a olhou severamente. - Está jogando comigo?

- Não - ela disse docemente com um assentimento de cabeça e depois lançou um olhar ao céu da noite. - Estava pensando como seria fazer o amor debaixo das estrelas.

Ele examinou seu ambiente e depois o céu da noite que só estava começando a brilhar com estrelas.

- É uma tarefa muito difícil? - Ela o desafiou.

Ele já estava excitado por seus beijos ardentes. - Tenta aos deuses, esposa.

Ela sorriu e o provocou mais. - Seu sangue Viking corre rapidamente.

- Os vikings arrasam com tudo o que tocam - ele disse com o pouco controle que ficava. - É isso o que quer? Ser arrasada aqui na almeia?

- Está disposto a isso? - Ela perguntou com outro sorriso que selou seu destino.

Edward foi para ela com tal velocidade e agilidade que ela se assustou. E ficou perplexa ao achar-se esmagada contra o muro de pedra da fortaleza. Sua boca e suas mãos conseguiram deslizar-se debaixo de sua roupa e tocá-la em lugares que logo estiveram umedecidos pelo desejo. Seus ofegos se fizeram gemidos e depois pedidos ardentes.

Ela se sentiu agradecida por sua penetração rápida, agradecida por suas investidas firmes, inflexíveis e até mais agradecida por senti-lo tão potente e poderoso dentro dela. Suas ordens foram firmes e concisas e ela as seguiu sem as questionar.

Ela envolveu suas pernas ao redor da cintura dele, seus braços foram ao redor de seu pescoço e ela apoiou sua cabeça no muro para observar as estrelas brilhantes no céu da noite enquanto Edward a possuía, levando-a rapidamente a alturas inimagináveis de prazer.

Seus olhos se fixaram a uma estrela cintilante quando alcançou um clímax intenso.

Edward investiu violentamente dentro dela, seu clímax foi tão forte que sua semente a encheu transbordando de sua cavidade. Se ela não estava grávida, certamente o estaria depois disso. Ele apoiou sua testa contra o muro de pedra e a manteve firmemente embora suas pernas estivessem a ponto de desmoronar-se. Não queria soltá-la; queria permanecer dentro dela, sentindo seus músculos apertando-se ao redor de seu membro por mais tempo.

Tinha feito amor com ela.

Amor.

Já não podia negar isso a si mesmo. A amava. Estava Apaixonado.

- E se estiver - ele murmurou.

- O que disse? - Ela perguntou, ainda respirando cansadamente.

- Digo que devemos ir comer e depois ir a nossa cama.

Ela beijou sua face. - Podemos fazer uso primeiro da cadeira?

Ele riu e depois a beijou profundamente. - Do modo que me provoca, estará sempre grávida.

- Não - ela disse suavemente. - Conheço uma poção que evita que a semente de um homem seja prolífica.

Ele imediatamente se separou dela, embora seus braços segurassem sua cintura firmemente. - Fez uso dessa poção?

Ela pareceu assombrada de que ele perguntasse isso. - Não, nunca faria isso a menos que primeiro o discutíssemos.

Edward apoiou sua testa contra a dela. - Foi uma pergunta tola, me perdoe.

Isabella tomou seu rosto entre suas mãos.

- Estou ansiosa por sentir seu bebê crescendo dentro de mim.

Ele sorriu e roçou um beijo sobre seus lábios. - Eu estou ansioso por ver isso também.

Ela sorriu. - Então o melhor é que continuemos tentando.

Edward sorriu e silenciosamente agradeceu aos céus por haver mandado Isabella a sua vida. Então a elevou em seus braços e a levou a fortaleza e seus aposentos.

Um grunhido baixo de Rook ao amanhecer advertiu de uma visita iminente, e Edward agarrou a adaga que mantinha escondida perto quando dormia.

Um golpe suave na porta foi seguido por sua abertura lenta e depois por um chamado urgente que vinha de Jasper. - Problemas.

Edward se separou de uma Isabella adormecida, embora ele não esperasse que ela despertasse. Eles tinham tido várias deliciosas e febris sessões de sexo e ela tinha caído em um sono pesado por cansaço. Ela não despertaria até a manhã.

Ele estava acostumado a dormir leve sem importar as circunstâncias, sempre alerta para ouvir e a responder a ruídos da noite.

Edward se vestiu e deu uma ordem a um Rook alerta para que vigiasse Isabella.

Jasper lhe deu as notícias quando entraram no grande salão onde Emmett esperava perto da porta. - Uma criada foi assassinada.

Edward abruptamente se deteve. - Onde foi achada?

Jasper pareceu reticente a responder.

- No estábulo? - Edward perguntou.

Jasper sacudiu a cabeça. - Um guarda achou seu corpo recentemente e me chamou.

- Melhor ir dar uma olhada - Emmett disse e os três homens foram para os estábulos enquanto o amanhecer aparecia no horizonte.

Dois guardas permaneciam fora da porta do estábulo e outro estava ao lado do corpo. Uma corrente de ar gelado vinha misturada com um aroma que não tinha sentido por algum tempo. Era o aroma de morte. Esse aroma tinha enchido suas fossas nasais por muitos anos. Edward estava acostumado a percorrer os campos de batalhas juntando seus feridos e seus mortos. Não permitia que alguns de seus homens fossem deixado abandonado ferido gravemente com centenas de cadáveres apodrecendo a seu lado.

Se assegurava que todos seus homens fossem atendidos ou enterrados adequadamente. Mas era difícil desprender-se desse fedor - penetrava as fossas nasais e permanecia por dias. O aroma de sangue e carne humana decompondo-se pesava no ar.

Jasper levantou a manta de lã marrom que cobria o corpo inanimado. Emmett e Edward simplesmente olharam fixamente a moça, Ela parecia ter uns vinte anos, de textura grande, cabelo marrom e olhos escuros. Tinha sido apunhalada repetidamente.

Edward se fincou sobre um joelho e se inclinou para dar uma olhada mais de perto. Emmett se uniu a ele.

- Esta ferida é semelhante à de Isabella - Edward disse, olhando o corte comprido que começava no rosto dá moça, e seguia por seu pescoço e terminava em seu seio.

Emmett lançou um olhar curioso sobre todas as feridas. - Eu diria que essa ferida em particular foi infligida depois do ataque. É muito precisa para ter sido feita durante uma luta e ela parece ter lutado.

Edward aceitou a ideia, tomando nota das feridas em suas mãos e seus braços e a condição do estábulo propriamente dito. Alguém havia se agarrado freneticamente procurando algo que pudesse ser usado como uma arma só para achar-se repetidamente apunhalada até que não ficou nada de força.

- Quem é ela? - Edward perguntou, ficando de pé. - Não me parece familiar.

- Esse é o outro problema - Jasper explicou. - Os guardas não a reconhecem. Vamos ter que esperar algumas horas até que todos estejam acordados e poder começar a interrogar às pessoas.

Emmett ficou de pé. - Porei guardas extras na fortaleza.

Edward olhou os dois homens a quem confiaria sua vida. - Quero Isabella defendida e custodiada em todo momento.

- Podemos tomar turnos - Jasper se ofereceu, cobrindo o corpo.

Emmett concordou. - Um de nós sempre estará perto dela, e também está Rook.

Os três homens sorriram.

- Nunca pensei que estaria contente de ter um cão tão grande e tão feio em meu lar, mas sei que ele não deixará que nada errado aconteça a Isabella - Edward disse e depois sua expressão se fez séria. - Quero saber como aconteceu isto. Como alguém pôde violar a segurança desta fortaleza e fazer isto. Todos serão interrogados. Comecem com os guardas, vejam que sabem eles. Para o meio-dia quero um registro completo do paradeiro de cada um a noite anterior.

Jasper e Emmett sacudiram suas cabeças.

Edward assegurou. - Este assassino será achado e castigado.

Nenhum homem disse uma palavra. Eles sabiam muito bem que o Leão faria sua vontade e logo se conheceria o poder de sua ira.

- É melhor você dizer a Isabella antes que outra pessoa o faça - Emmett disse.

- Estava pensando nisso - Edward concordou. - Não tenho dúvida de que isto a alarmará e não quero que ela se preocupe sem necessidade.

- A preocupação e as intrigas só alimentarão seus medos - Jasper advertiu.

- É por isso que isto será resolvido imediatamente - Edward ordenou. - Jasper, vê se descobre sua identidade, e Emmett, se ocupe dos interrogatórios dos primeiros guardas. Busca a ajuda do Stuart e qualquer outro que considere fiel.

Eu vou falar com minha esposa. Conversaremos ao meio dia no grande salão.

Os homens aceitaram suas ordens com um assentimento de sua cabeça e imediatamente partiram para trabalhar enquanto Edward se retirava dos estábulos.

O grande salão estava ativo quando ele entrou os criados correndo para a preparação do café da manhã. Ele subiu as escadas para seus aposentos para achar a sua esposa adormecida, encolhida debaixo das mantas, e os travesseiros dispersos ao redor dela e nenhum debaixo de sua cabeça.

Rook levantou sua cabeça, reconheceu Edward e retornou a seu sono.

Edward tirou a roupa e levantou as mantas para unir-se a sua esposa. Ela estava quente ao contato. Ele empurrou seu cabelo a um lado e beijou suavemente sua nuca, sua mão acariciou suas costas, sua cintura esbelta e seu traseiro redondo e finalmente abriu caminho entre suas pernas quentes.

Mordiscou seus ombros pálidos, apertando seu corpo contra o dela enquanto seus dedos lentamente penetravam seu ninho morno e úmido.

Então ela se moveu.

- Acorda esposa - ele sussurrou em seu ouvido. - Tenho algo para você.

Ela murmurou algo e moveu seu corpo sugestivamente contra o dele.

- Acorda - ele disse novamente, provocando-a com dentadas em seu pescoço e acariciando-a enquanto ela respondia de um modo familiar.

Ela murmurou algo e antes que pudesse dar a volta ele arrancou as mantas, com um sorriso pecaminoso diante de sua expressão surpreendida, ele agarrou suas pernas, enlaçou-as ao redor de sua cintura e entrou nela rapidamente.

Ela ofegou diante de sua entrada intrusa e sua conduta provocadora.

Edward a beija com um desespero, com amor, medo. Medo que algo acontecesse com sua joia mais preciosa.

Edward a girou deixando a de quatro e passou a beijar e lamber suas costas com uma lentidão que Isabella estava quase enlouquecendo. – Por favor. Era o que Isabella dizia, implorava pra que ele a tomasse, logo sem aviso nenhum a penetrou com uma fúria, dizendo – Minha joia.

Isabella passou a rebolar em seu membro sem ao menos perceber com tanta intensidade, quanto ele investia em sua gruta quente, e escorregadia.

Isabella não levou muito tempo para responder a suas demandas e tomou até menos tempo em gritar seu clímax.

O sorriso de Edward estava cheio de satisfação e levou só algumas investidas mais para ele unir-se a ela no clímax, embora ele não gritasse, simplesmente grunhiu prazenteiramente antes de desmoronar-se sobre ela.

- Bom dia - ela disse depois de recuperar sua respiração.

- Sim, é um bom dia - ele disse e logo pensou na notícia que tinha que lhe dar.

Edward se incorporou e a envolveu em seus braços fortes, segurando-a firmemente contra seu corpo, protegendo a de todo dano.

- Eu gosto do modo em que desperta - ela disse.

Ele beijou sua testa. - Devemos começar nosso dia deste modo mais frequentemente.

Não tinha intenção de dizer-lhe agora quando seu dia logo começava; daria essa notícia perturbadora logo. Agora mesmo, neste momento, ele queria que ela estivesse segura em seus braços.

Suas boas intenções se viram estragadas com a entrada abrupta de Alice no quarto, anunciando. - Minha lady, uma criada foi apunhalada e morta.

segunda-feira, junho 09, 2014

Fanfic O Leão Escocês – Capítulo 24



Autora: AnnaThrzCullen

Gênero: Romance, drama

Classificação: +16 anos

Categoria: Beward

Avisos: Adaptação, Linguagem Imprópria, Nudez e Sexo

 

Capítulo 24

Isabella observava seu marido lutar com as pessoas que traziam seus problemas e embora ele fosse conhecido por ser um bom amo e era muito respeitado, havia muitos que temiam estar em sua presença.

Contemplando-o sentado em cima da plataforma, ela podia entender por que. Ele estava sentado erguido, não estava relaxado e seu olhar era indiferente a aqueles que tremiam diante dele. Seus olhos permaneciam fixos na pessoa que apresentava sua queixa, fazendo com que eles desviassem seus olhares, incapazes de encontrar a intensidade de seus olhos verdes. Inclusive a cor vermelha escura de sua roupa causava intimidação e os rumores sustentavam que essa era a cor do sangue derramado por ele.

E depois está o seu rosto, demoniacamente belo e as mulheres sussurrava que ele só podia ser descendente de Lúcifer em pessoa.

Isabella suspirou silenciosamente, seus olhos e seus pensamentos enfocados em seu marido. Ela estava na porta do grande salão, pois havia tornado de um passeio com Rook. O vento frio e o céu coberto os forçaram a cortar seu comprido passeio habitual, assim como o corpo cansado de Isabella.

A verdade fosse dita, não podia culpar completamente a seu marido para sua fadiga. Era também culpa de seu próprio desejo inflexível por procurar que esse lorde escuro a possuísse.

Ele a tratava bem e era generoso em tudo o que lhe dava exceto que ele ainda não havia dito que a amava.

E ela tinha intenção de ouvir essas palavras de seus lábios.

Sua mão cobriu sua boca, um dos muitos bocejos que a tinham atacado desde essa manhã cedo e viu Rook imitá-la com seu próprio bocejo. Seu olhar retornou a seu marido e lhe fez gestos para que ela se unisse a ele.

Estava por fazer isso quando uma comoção na porta a fez correr para lá.

Um mensageiro, sujo e desgrenhado entrou exigindo ver o lorde.

Isabella observou os olhos verdes de seu marido estreitando-se e sua mandíbula apertando-se e sorriu quando Jasper e Emmett pararam a um e outro lado de Edward. Os três formavam uma imagem intimidante e o mensageiro exigente de repente ficou tímido e caiu de joelhos diante da plataforma.

Isabella claramente o ouviu, sua voz forte enchia o salão com sua notícia.

- Lorde e lady Swan chegarão em uma semana. Eles cortesmente enviaram a seu sacerdote, o padre Peter adiantado para oferecer suas benções a esta fortaleza e a quem aqui vivem. Ele chegará a um dia.

Edward simplesmente sacudiu a cabeça como se a notícia não tivesse importância e ordenou que um dos criados atendesse as necessidades do mensageiro.

Isabella caminhou em direção à plataforma, nem um pouco preocupada com a chegada iminente de seu pai e sua madrasta.

Estava confiante de que seu marido não tinha intenção de devolvê-la a eles, embora se perguntasse por que não tinha informado a eles de sua decisão.

O perguntaria a ele - ultimamente ela se encontrava fazendo muitas perguntas que a maioria dos maridos provavelmente consideraria censuráveis ou se recusariam a responder.

Mas Edward satisfazia sua curiosidade com uma demonstração ou com uma explicação completa.

Ela estava sorrindo para si mesma e foi tomada com a guarda baixa quando o mensageiro cruzou em seu caminho.

Imediatamente Rook alertou o homem de sua presença e de sua proteção com um grunhido baixo e detestável que fez que o homem desse um passo ao lado.

- Sua madrasta tem uma mensagem para você - ele disse em um tom baixo que era só para seus ouvidos.

Ela o contemplou com olhos cautelosos.

- Ela exige que siga suas ordens e se confesse, faça sua penitência, tome a comunhão com o sacerdote. Ela diz que se a desobedecer sentirá muito - quando ele disse isso, lançou um olhar a Rook.

Ele se afastou antes que ela tivesse a oportunidade de considerar uma resposta. Como se atrevia sua madrasta a ameaçá-la em sua própria casa e com palavras que ela sabia muito bem que a afetariam. Isabella começou a tremer quando se aproximou da plataforma. Zangou-se consigo mesma por estar assustada e se zangou até mais com a audácia de sua madrasta de ameaçá-la em seu próprio lar, um lugar onde ela finalmente se sentia segura.

De repente suas pernas pareceram muito pesadas para mover-se, ou talvez fosse porque tremia tanto que encontrava difícil dar outro passo. Sentiu-se muito tonta e incapaz de concentrar-se. Ouviu o pranto de Rook ao longe. Por que chorava?

Ela não deixaria que nada mau lhe acontecesse, e tampouco Edward. Ele os protegeria a ambos, disso ela não tinha nenhuma dúvida.

Olhou a seu marido que parecia estar levantando-se de sua cadeira e correndo através da plataforma quando ela suavemente gritou seu nome.

Isabella não tocou o piso; Edward a tomou em seus braços quando ela desmaiou. Jasper seguiu o mensageiro, agarrando o homem pelas costas de sua túnica quando este tentou escapar. Emmett se uniu a Edward depois de pedir que um dos criados fosse procurar Alice.

Rook lambeu o rosto pálido de Isabella e continuou choramingando sua preocupação por sua ama.

Edward se alarmou tanto que gritou a Emmett. - Faz algo.

Ele não chegou a responder por que os gritos frenéticos de Alice se ouviram no salão e em segundos Alice tinha a situação em suas mãos. Um pano molhado com água fria foi aplicado várias vezes sobre o rosto pálido de Isabella enquanto rumores de que a ama da fortaleza estava grávida se estenderam como um fogo selvagem.

Edward, Emmett e Alice ouviram esses sussurros e Edward enviou a Alice um olhar interrogador.

- Não sei se ela está grávida, meu Lorde - Alice disse em voz baixa.

- Embora exista a possibilidade - Emmett disse com um sorriso e Edward lhe lançou um olhar de advertência que serviu pouco. - Os prazeres têm seu preço.

- Não - Alice disse irritada. - É minha lady quem pagará quando tiver essas tortuosas dores de parto.

Dessa vez Edward empalideceu e Alice pareceu arrependida de seu comentário.

- Minha lady é forte, meu Lorde. Estou segura que ela achará essa dor suportável.

Isabella começou a gemer suavemente.

- Ela já se recupera - Edward disse aliviado.

- Penso que deveria levá-la para o quarto. Posso atendê-la melhor lá.

Edward a elevou em seus braços com a facilidade de um homem que leva um pacote leve, embora a segurasse com cuidado e uma delicadeza que trouxe algumas lágrimas às mulheres no salão.

Jasper foi ao seu lado depois de ter garantido a três homens para custodiar ao mensageiro.

- Descubra o que disse a ela - Edward instruiu severamente e Jasper simplesmente sacudiu a cabeça, entendendo que não podia falhar nessa ordem. Edward fez gestos a Emmett para que se unisse a Jasper, embora o gigante já estivesse caminhando com um olhar de determinação que Edward estava seguro faria que o mensageiro respondesse a todas as suas perguntas.

Alice caminhou diante de Edward, correndo pelas escadas, Rook ia com uma velocidade que a passou a ela e alcançou o quarto antes de todos. Alice abriu a cama e acomodou os travesseiros. Edward depositou sua esposa suavemente, e depois se sentou a seu lado. Rook se sentou no lado oposto, sua cabeça apoiada na cama e seus grandes olhos fixos em sua ama.

- O que aconteceu? - Isabella perguntou, finalmente despertando completamente.

- Desmaiou, minha lady - Alice disse.

- Eu nunca desmaiei - Isabella disse e olhou a seu marido, que não esperou para fazer a pergunta que dava voltas em sua mente.

- Está grávida?

Ela pensou um momento e embora existisse essa possibilidade, ainda não podia estar segura. Honestamente respondeu. - É muito cedo para que possa sabê-lo.

Edward a observou com olhos preocupados e ela girou para Alice. - Por favor, me prepare um pouco de camomila.

A moça entendeu que o lorde e a lady desejavam estar a sós. - Também prepararei uma comida leve.

- Obrigado, Alice - Isabella disse com um sorriso agradecido.

Quando a porta se fechou, Edward falou. - Assustou-me.

Ela apertou seus dedos contra seus lábios. - O Leão assustado?

Edward beijou seus dedos mornos e tomou em sua mão. - Um marido assustado.

- Então tem duas personalidades? - Ela o provocou.

- Sim, existe o marido que se preocupa com você e o Leão que te protege de todo dano.

- Penso que o Leão me visita de vez em quando também - ela disse com uma gargalhada.

Edward encontrou a si mesmo sorrindo e sentindo-se completamente aliviado. - Ele se intromete de vez em quando, mas agora sou um marido preocupado.

- Eu estou bem - assegurou.

- Então por que desmaiou? - Ele perguntou.

A primeira lembrança de Isabella era o de seu marido correndo sobre a plataforma. - Você correu e saltou da plataforma - ela disse.

Ele sacudiu a cabeça. - É verdade. Rook estava chorando ruidosamente e me dei conta que ele estava enviando uma advertência, é um cão inteligente - ele disse aplaudindo levemente a cabeça do animal.

- Dei-me conta que estava por desmaiar e peguei o caminho para chegar a você.

- Saltar da plataforma?

- Dei um salto e te apanhei - ele respondeu orgulhosamente.

- Eu sabia que você nunca falharia em me proteger.

- Eu sempre te protegerei - ele confirmou.

De repente ela necessitava de seus braços rodeando-a. - Me abrace - ela suavemente pediu.

Ele se acomodou a seu lado e a abraçou. Isabella se aconchegou agradada contra ele. Rook, entendendo que sua ama estava segura, caminhou para a lareira para tomar uma sesta muito necessitada.

Nenhum dos dois falou, embora ambos pensavam no incidente. Isabella recordou as palavras do mensageiro e Edward se perguntava quais seriam essas palavras e ambas se perguntavam pela causa do desmaio.

Era as palavras do mensageiro ou por que ela estava grávida? Ou havia algo mais nesse súbito desmaio que ela admitiria a seu marido?

Edward deixou a sua esposa dormindo aos cuidados de Alice e de Ro'ok.

- Se assegure que Rook obtenha um grande osso esta noite - disse a Alice antes de deixar o quarto e dirigir-se a seu solar.

Jasper e Emmett o estavam esperando, ambos os homens devorando uma refeição e bebendo vinho. O aroma delicioso assaltou o olfato de Edward quando entrou pela porta, e fez que seu estômago grunhisse.

- Brindamos? - Jasper perguntou com sua taça em alto.

Edward entendia o que ele perguntou. Alice tinha informado que a fortaleza estava fervendo com as notícias de que Lady Isabella estava grávida. Ele mesmo havia se sentido decepcionado com sua resposta, embora não o admitiria a Isabella ou a qualquer outro.

Edward sorriu, dizendo a si mesmo que teria que tentá-lo com mais vontade e com mais frequência.

- Ela não está segura - ele disse rapidamente. Os dois homens estavam sorrindo, assumindo que seu sorriso se devia a uma resposta positiva.

- Passa mais tempo com ela - Emmett aconselhou.

- Ele tem razão - Jasper concordou. - O inverno se aproxima rapidamente. Procurem calor em seus próprios corpos.

Edward agarrou o vinho e encheu uma taça. - Eu faço um pouco, mas do que isso.

Os três homens riram.

- O que disse o mensageiro? - Edward perguntou, agarrando um pedaço de queijo e uma fatia de pão antes de tomar sua cadeira perto da lareira.

Jasper voltou a encher sua taça, Emmett agarrou uma fatia larga de carne e a cobriu com um pedaço de pão negro e depois ambos os homens tomaram cadeiras em frente de Edward.

- Desde que viu Emmett ele falou incessantemente - Jasper disse.

- Repetindo as mesmas palavras várias vezes - Emmett adicionou.

- Quais palavras? - Edward perguntou a Jasper já que a boca de Emmett estava cheia.

Jasper esfregou o pescoço. - Ele falou de Lady Sue e de sua insistência em que entregasse uma mensagem pessoal para Lady Isabella. E que essa mensagem só devia ser dada a ela.

- Que mensagem? - Edward perguntou curioso. Não gostava do feito que uma mensagem fosse enviada a sua esposa sem conhecimento dele. Ele era o Lorde dessa fortaleza e nenhuma mensagem era entregue sem que ele o ouvisse primeiro.

Lady Sue sabia muito bem disso. E, além disso, ele não queria que nada fosse dito a sua esposa que pudesse machucá-la ou perturbá-la.

Jasper falou. - Ele devia dizer que Lady Isabella devia confessar-se, fazer penitência e comungar com o sacerdote e que se desobedecesse dessa ordem de sua madrasta, o sentiria muito.

Edward se inclinou para frente em sua cadeira e ambos os homens recuaram.

- Atreveu-se a ameaçar minha esposa em sua própria casa?

Ambos os homens simplesmente sacudiram suas cabeças.

- Ela pensa que eu sou um estúpido?

Emmett respondeu. - Acredito que ela pensa que sua esposa não confiará no Leão.

Edward permaneceu mudo. Isabella não havia dito nada da ameaça, embora ela dormisse antes que eles pudessem conversar extensamente. Mas ela o diria? A ideia de que ela não pudesse contar o transtornava. Ele queria toda sua confiança. Não queria que ela temesse perguntar ou dizer algo. Era imperativo que ela confiasse nele. A confiança era o que quase o tinha feito perdê-la e não queria que isso ficasse entre eles novamente.

- Ela não contou desta ameaça? - Emmett perguntou.

- Não, não ainda, embora eu estivesse preocupado por sua saúde e não pensei que havia uma ameaça. Não aqui em minha própria fortaleza - ele disse furiosamente.

- O que fará? - Jasper perguntou.

O frio cruel que aparecia nos olhos de Edward em uma batalha se mostrou ante seus dois amigos e eles estremeceram. – Lhes darei as boas-vindas a Lorde e lady Swan em minha casa e eu lhes ensinarei que nunca ameaçarão a minha esposa novamente.

- Isabella sabe que você nunca pensou em devolvê-la a seu pai? - Emmett perguntou.

- Não, ela só sabe que enviei uma mensagem.

- Então ela poderia ter assumido que você tinha intenção de devolvê-la - Emmett disse.

- Talvez.

Emmett continuou. - Então ela pode por isso não confiar em você.

- Tolices - Edward disse.

Jasper sacudiu a cabeça. - Eu concordo com Emmett. Talvez ela não se sente tão segura aqui como você pensa.

- Vocês dois precisam conversar - Emmett o urgiu.

- O mesmo você e Alice.

Emmett riu. - Alice conversa. E eu escuto.

- Como obtém que ela se cale? - Edward perguntou.

Emmett sorriu. - Levo-a para cama.

- O que me recorda - Jasper disse, ficando de pé. - tenho um compromisso com uma mulher.

- Eu estou te buscando uma esposa - Edward lhe advertiu.

- Uma perda de tempo, amigo. Há muitas mulheres esperando que eu as agrade.

Emmett riu. - Então será sua sorte vê-lo casado com uma mulher que não desfrute de seus favores.

Edward riu, junto com Emmett.

- Infelizmente - Jasper disse, não há nenhuma mulher que não posso agradar.

Quando os irmãos estiveram sozinhos, Emmett ofereceu seu conselho sábio. - Conversa com ela, Edward. Descubra o que esconde. Não queremos nenhuma surpresa quando Lorde e lady Swan cheguem, e Isabella tem todo direito de sentir-se segura em sua própria casa.

Edward estendeu a mão e deu a seu irmão uma palmada no ombro. - Sempre posso contar com que me diga a verdade.

- Não poderia fazer menos por você.

- Então entende por que quero que diga a Jasper que ponha guardas extras ao redor do castelo e da fortaleza especificamente.

Emmett sacudiu a cabeça. - Jasper já o tem feito.

Edward sorriu. - Outro com quem sempre posso contar.

- Agora que sabe disso, vá conversar com sua esposa.

- E você e Alice? - Ele perguntou, ficando de pé e colocando sua taça na mesa.

- O que acontece com nós?

- Deseja-me dizer que planeja se casar com ela?

A expressão de Emmett se fez séria. - Ela não é uma criada para mim e não te pedirei sua permissão.

Edward sacudiu a cabeça e sorriu. - Você realmente pensa que eu espero isso de você?

Emmett se arrependeu de seu comentário e esfregou o queixo. - Não, sinto muito. É só que...

- Protege-a, como eu faço com Isabella - Edward terminou a frase. - E te desejo muita felicidade, uma vida longa e muitos filhos com ela. Eu encontrarei a outra pessoa que se ocupe dos cuidados de Isabella. Informe a Alice que já não é uma criada e que fica livre para fazer suas próprias escolhas.

Dessa vez Emmett sorriu. - Ela terá um ataque se lhe dissesse que já não se ocupará de Isabella. Além disso, Isabella não a trata como uma criada. Trata-a como a uma amiga.

- Então você ficará aqui conosco? - Edward perguntou esperançosamente.

- No momento - Emmett disse. - Quero levá-la ao norte para que conheça nossa família.

- Mas voltará?

- Não acredito que Alice pudesse deixar a Escócia permanentemente. A terra e sua gente estão unidas para sempre e não acredito que ela possa ser feliz em qualquer outro lugar longe desta terra escocesa.

Edward aceitou com um assentimento. - É um sentimento estranho, difícil de explicar para outros que não possuem sangue escocês. É como se a terra fosse uma parte intrínseca de um e quando a deixa anseia por retornar tanto como a terra anseia que você volte. Suponho que é como uma mãe que deseja com desespero a seus filhos, que não está tranquila até que todos estejam seguros em seu lar.

- Todos estão seguros em seu lar, Edward?

Edward pensou por um momento. - Não tenho certeza disso, mas o descobrirei em breve.

domingo, junho 08, 2014

Fanfic O Leão Escocês – Capítulo 23



Autora: AnnaThrzCullen

Gênero: Romance, drama

Classificação: +16 anos

Categoria: Beward

Avisos: Adaptação, Linguagem Imprópria, Nudez e Sexo

 

Capítulo 23

Edward estirou suas pernas, todo o tempo mantendo seus olhos em sua esposa e em cada um de seus movimentos. Irritou-se e logo se cansou de esperar seu retorno e inesperadamente adormeceu.

Agora estava de bom humor. Se sentia renovado, rejuvenescido e preparado.

Preparado para fazer amor com sua esposa.

Isabella parou e o olhou. Ela estremeceu com a intensidade de seus olhos verdes e a linha firme de sua mandíbula. Parecia determinado e se assemelhava a mais um guerreiro a ponto de participar de uma batalha que um marido a ponto de fazer amor a sua esposa.

Edward pressentiu sua apreensão e com um sorriso que desmentia suas intenções sensuais ele estendeu uma mão para ela.

Ela tomou e se uniu a ele, deslizando debaixo da manta. - A perna não dói?

- Sempre a curandeira - ele disse e brandamente roçou seus lábios sobre os dela. - A perna não me causou nenhuma dor e a bandagem está seca.

- O resto de você está bem - ela disse, colocando uma mecha de seu cabelo atrás de sua orelha e parando seu dedo junto a sua mandíbula firme.

Ele mordeu o dedo quando ela o passou por cima de seus lábios. - O resto está muito aborrecido. Necessito de atividade.

- Você descansará - ordenou severamente. - Eu me ocuparei que se cure antes que deixe esta cama.

Seu sorriso foi seguido por uma gargalhada suave. - E eu me ocuparei de que você seja agradada muitas vezes antes que deixe esta cama.

Suas intenções a recordaram da condição da Mary e contou a notícia. - Mary está grávida e eu disse que teria ajuda na cozinha.

- Como desejar - ele baixou a manta para tocar seu estomago plano. - Quando seu ventre crescer com nosso filho se cuidará.

Isabella colocou sua mão sobre a dele. - Tem minha palavra de que cuidarei de nosso filho.

Seus lábios se moveram sobre os dela. – Te darei muitos filhos.

- Promete? - Ela sussurrou seus lábios encontrando os dele.

- Prometo - assegurou selando sua palavra com um beijo.

O estrondo de um trovão os fez separar e fez com que Isabella se aconchegasse mais perto de seu marido. Edward a sentiu tremer contra ele e deslizou seus braços fortes ao redor dela.

- Me conte sobre seus medos, Isabella - ele disse, segurando-a mais perto. Enquanto a intimidade era uma prioridade em sua mente, havia perguntas que o atormentavam incessantemente; além disso, queria que ela se dessa conta que podia confiar no Leão.

Ela tremeu e depois relaxou em seu abraço protetor. - Não tenho medo se tiver força.

- Tem muita força para uma mulher e eu sempre te protegerei.

Sua voz se fez baixa. - Nada é para sempre.

Seu comentário verdadeiro causou um temor. Nesse momento estava aqui e agora com sua esposa, Mas o que aconteceria amanhã? Um dia, uma hora, um minuto podia mudar a vida de uma pessoa para sempre.

Edward tomou uma oportunidade com seu próximo comentário. - Quando me deixar sair desta cama iremos à capela e rezaremos para que isto dure para sempre.

Sua resposta não o surpreendeu. Ela ficou rígida.

Edward continuou com a averiguação de seus segredos. - Emmett mencionou que prefere dizer suas orações ao ar livre. Você não gosta da capela?

- É um lugar solitário - ela admitiu suavemente.

- Não quando houver um sacerdote residindo ali.

Dessa vez ela estremeceu.

Ele subiu a manta de lã sobre ela.

Isabella mudou de tema, escolhendo um que ele responderia ansiosamente. Ela deslizou sua mão entre suas pernas e suavemente tomou seu pênis entre suas mãos. - Eu gosto de te sentir, marido querido.

A mão dele percorreu o corpo dela. - E eu gosto de tocar em você.

Edward a beijou com paixão, lambia e chupava seus lábios sem dar chance a Isabella. Ele queria matar a fome que tinha dela.

Desceu seus beijos e lambidas pelo seu pescoço, subiu até sua orelha e dando uma mordidinha na pontinha, fazendo Isabella estremecesse, desceu seus beijos até seus seios fartos e ali se fartou. Beijava, lambia e mordia seu mamilo deixando Isabella a borda, enquanto Edward brincava com seu mamilo, sua mão descia e brincava com sua intimidade, colocava um dedo enquanto o polegar brincava com seu botão.

Mesmo o tendo dentro de si Isabella ofegou quando sentiu que Edward colocava mais um dedo. E ficou mais excitada quando percebeu que Edward iria chupá-la.

Edward colocou uma perna de Isabella em cima do ombro a deixando exposta, abriu suas dobras e passou a língua lentamente fazendo Isabella se agarrar aos lençóis e morder seu lábio pra conter seu grito. Edward a olhou e seus olhos estavam negros de desejo, parecia um Leão pronto pra devorar sua presa.

Edward subiu e beijou sua boca, e virou Isabella a deixando por cima, e Isabella não se fazendo de rogada o trouxe para se unirem, mas o que Edward não esperava era que Isabella estivesse tão louca de desejo por ele quanto ele estava por ela.

E sem que ele esperasse ela desceu sem o menor cuidado fazendo os dois ofegarem. Isabella começou a cavalgar e Edward a ajudava com sua mãos em seu quadril, Edward viu o desejo de sua mulher e ficou encantado em como ela se rendia sem pudores.

Isabella colocou uma das mãos na coxa de Edward e jogou a cabeça para traz e deixou-se sucumbir ao êxtase clamando por ele. – EDWARD.

E Edward sucumbiu logo depois clamando por ela. – ISABELLA.

O próximo trovão não os perturbou, nem o som da chuva torrencial que alagou a terra. O casal estava perdido em seu mundo de paixão, só ouvindo os sons de suas próprias rendições.

***

Risadas e sussurros eram uma constante entre os criados da fortaleza. Não havia um que não comentasse sobre a paixão incessante de Lady Isabella e o Leão Escocês. As apostas estavam sendo feitas a respeito de quando a ama da fortaleza ficaria grávida; outros apostavam quantas vezes Lorde Edward procuraria a sua esposa e eles desapareceriam por algumas horas ou pelo resto do dia. Mas o tema principal das intrigas era como a bonita curandeira tinha conseguido domesticar o Leão, e esse tema manteria as línguas ativas por algum tempo.

Edward estava fora da cama após duas semanas. Isabella havia tirado os pontos e o tinha declarado são, embora ele pudesse lhe haver dito isso uma semana atrás. Ele tinha que admitir que tivesse desfrutado de sua convalescença na cama, especialmente porque sua esposa tinha passado a maior parte do tempo ali com ele. Tinha aprendido mais sobre como agradar o corpo de sua mulher nesse tempo que em todos seus anos. Havia tempo para explorá-la e descobri-la e os descobrimentos que fez eram simplesmente surpreendentes. Agora conhecia cada ponto e lugar do corpo de sua esposa e como reagiria com cada carícia. Até tinha aprendido que palavras a excitavam e as usava frequentemente para sua vantagem.

Por outro lado Isabella fazia sua própria exploração e ele tinha ficado surpreso por quanto o podia enlouquecer. Ela estava muito consciente de como e onde tocá-lo para conseguir uma resposta imediata.

Eram umas horas antes do jantar. Emmett tinha saído a procurar Alice, Jasper nesse momento estava entretendo a uma das criadas e Edward ainda estava em busca de sua esposa. Ela não tinha estado na fortaleza, sua cabana estava vazia e aquelas pessoa que ele tinha encontrado nos terrenos do castelo não pareciam saber onde estava ela. Havia um lugar que ele não tinha explorado, embora duvidasse que ela estivesse ali, mas foi nessa direção de qualquer maneira.

Os estábulos logo entraram em vista e ele se apressou seus passos. Provavelmente estava perdendo o tempo, embora se alguém a necessitasse ela iria, inclusive a um lugar que ela temesse.

O aroma de feno fresco misturado com o forte aroma dos animais assaltou suas fossas nasais quando entrou no estábulo. Tratava-se de uma construção grande para albergar seus cavalos e enquanto caminhava ao longo dos compartimentos que continham às bestas poderosas que tinha cavalgado nas batalhas, Edward recordou quantas vezes alguns deles lhe tinha salvado a vida. Deteve-se no caminho para oferecer uma palmada reconfortante e uma palavra carinhosa aos animais fiéis.

Então viu o Rook; o grande cão mostrou sua cabeça no último compartimento e lançou um latido para alertar a sua presença. Isabella apareceu depois, saindo do compartimento, e foi seguida por um jovem dos estábulos cujo braço estava envolto em uma bandagem que chegava até acima do seu cotovelo.

Edward ouviu seu prognóstico ao aproximar-se. - Estará bem e sua coragem merece uma recompensa - Rook ladrou diante desse anúncio. Ela brigou com o animal antes de continuar. - Vá com Mary na cozinha e lhe diga que deve te dar algo forte para comer.

Outro latido de Rook foi reprimido por uma advertência de Edward.

Isabella sorriu e sacudiu a cabeça e perguntou ao jovenzinho. - Levaria Rook junto com você e lhe conseguiria algo para comer também?

Rook estava por ladrar novamente, mas recebeu um olhar de Edward e sabiamente escolheu o silêncio.

O moço e Rook estavam saindo do estábulo em direção à cozinha.

- Está maltratando a esse animal - Edward disse, parando-se diante dela e tomando-a em seus braços.

- Sim, mas eu maltrato a você também.

- E como é isso? - Ele perguntou, enquanto mordiscava seu pescoço, e lhe causando um calafrio.

- Sempre deixo que faça o que queira comigo.

Ele riu. - Me deixa? Uma má escolha de palavras, esposa. Você deseja isso e por isso sempre se rende a mim.

Ela deu um golpe no braço.

Edward a levantou no ar e se moveu em direção a um dos compartimentos onde havia um montículo de feno, e provocativamente disse. – Te ensinarei o que é ser uma boa esposa.

Ele estava por lançá-la sobre o feno quando ela enterrou seu rosto em seu pescoço, enlaçando seus braços ao redor dele e chorou suavemente.

Edward se deu conta da situação e na verdade poderia ter chutado a si mesmo por ser tão estúpido. Ele apertou seu abraço e fez que ambos se sentassem sobre o montículo de feno.

Sussurrou-lhe palavras tranquilizadora no ouvido. - Tudo está bem. Ninguém vai te machucar. Está segura.

Ela chorou e suspirou perto de seu ouvido. Edward a segurou, e a consolou, todo o tempo repreendendo a si mesmo por sua estupidez. Quando ela se acalmasse ele a tiraria dali e a levaria a fortaleza.

Talvez ali pudesse reparar algo do dano que tinha feito.

- Sinto muito - ela disse com um soluço.

Isabella finalmente levantou a cabeça de seu pescoço e ele olhou seus olhos cheios de lagrimas. - Tolices, sou eu quem deve desculpar-se.

Ela pareceu surpreendida. - Por que, você não fez nada errado. Você simplesmente me desejava.

- Sim, é assim - ele admitiu. - Mas deveria ter sido mais cauteloso com minhas palavras e minhas ações.

- Não, Edward - ela disse suavemente, colocando sua mão fresca contra sua face quente. - Não posso carregar este medo para sempre.

Ele suavemente tirou seu cabelo longe de seu rosto e lentamente tocou a cicatriz fina com seu dedo. - Me deixe te liberar desse medo de uma vez por todas.

Ela estremeceu. Ela poderia submeter-se a sua vontade aqui e agora, e em um lugar que estava relacionado com seu ataque? Instintivamente soube que não tinha nada que temer de seu marido, mas as velhas lembranças ainda a espreitavam.

- Me deixe te amar, Isabella - ele a persuadiu com um beijo suave em seus lábios. - Me deixe te mostrar que não há nada que temer.

Mas ela temia. Temia reviver as lembranças e os pesadelos. Temia ver o rosto de seu atacante, sentir o fio de sua faca na sua pele, ouvir seus próprios gritos. Ela sacudiu a cabeça lentamente.

- Não se encerre Isabella, me deixe te ajudar - ele disse e a beijou novamente, não lhe dando a oportunidade de responder verbalmente ou negar-se.

Sua pressão funcionou; ela respondeu beijando-o com vontade.

A necessidade súbita dele a surpreendeu e, entretanto se recusou lutar contra ela. Isabella desejava a seu marido, e não havia nenhuma razão para não amá-lo aqui no estábulo. Estremeceu diante seu próprio pensamento.

Edward tomou o comando, continuou beijando-a enquanto tirava suas roupas. Não seria algo rápido. Queria a ambos nus e a queria totalmente desejosa.

Levou muitos beijos e palavras sugestivas para conseguir que ela se deixasse despir. E quando ambos finalmente estavam nus ele começou uma sedução lenta e doce de seu corpo que começou em sua boca com mordidinas e beijos preguiçosos e continuou em seus seios plenos, seus mamilos erguidos sob sua língua tensa e depois em seu púbis avermelhado que lhe deu a bem-vinda a sua língua com gritos de prazer.

Isabella perdeu toda sensação do lugar onde se encontrava. Só podia pensar em seu marido e sua língua maliciosamente deliciosa, embora seus olhos estivessem fechados. E ela se negava a abri-los. Só pensaria em Edward, unicamente em Edward.

Onde eles estavam não importava - só o que compartilhavam.

Edward se moveu em cima dela, preparado para penetrá-la, mas não com seus olhos firmemente fechados. Ele queria que ela o olhasse diretamente a ele.

Queria-a completamente consciente de onde estava e do que ele estava fazendo e como ela estava respondendo.

- Me olhe - ele ordenou firmemente e ela sacudiu a cabeça.

Edward agitou sua própria cabeça diante da teima dela, mas podia entender sua reticência, embora fosse sua força e sua coragem o que queria ver emergir. O tentou novamente, dessa vez com mais severidade. - Me olhe, Isabella.

- Não - ela disse, e seu ardor começou a esfriar-se.

Edward não permitiria que ela recuasse. Fazia isso por seu bem. Possuiu sua boca com uma demanda que ela não podia negar e Isabella gemeu.

Ele separou suas pernas. - Me olhe, Isabella, me observe entrar em você. Observe tomar. Observa minha paixão por você.

Ele a tentava além da razão. Ela queria observá-lo fazer tudo isso. Queria ver seu membro duro deslizando-se dentro dela. Queria observar o fogo da paixão em seus olhos verdes. Mas se abrisse os olhos veria o estábulo, e então, o que?

- Me olhe - ele a urgiu. - Olhe quanto te quero, Isabella.

Ela podia senti-lo. Deliberadamente Edward esfregou seu membro contra seu monte para tentá-la e atormentá-la e recordar o que estava perdendo. E seu corpo exigiu que ela respondesse, e rapidamente. Ela sentiu o calor crescer, sentiu a umidade pronta para lhe dar bem-vinda e sentiu urgência por sentir sua entrada.

- Vamos - ele a urgiu novamente e se moveu em cima dela de um modo tentador. Ele observou como seus olhos lentamente se abriam e continuou falando, persuadindo-a, tranquilizando-a e convidando-a.

Isabella finalmente rendeu seu medo a ele com olhos abertos e um grito suave de seu nome em seus lábios. - Edward.

- Me olhe, Isabella, sou seu marido, sente quanto te desejo - ele disse e lentamente se deslizou dentro dela.

Ela observou cada movimento e ofegou quando ele estava completamente dentro dela e depois quando ele começou a entrar e sair dela com um ritmo fixo, preguiçoso que a fascinava.

Isabella cheirou a frescura do feno e ouviu os animais, só que dessa vez eles estavam tranquilos, não gritavam acompanhando seus gritos de terror e o homem que ela via não era a figura escura de um assassino e sim seu marido agradando-a . E esse não era o estábulo na fortaleza do Donnegan e sim seu lar em Stirling.

Seu lar.

Ela estava em seu lar com seu marido e tudo estava bem e podia confiar no Leão. Isabella sorriu.

- Sente o prazer - ele disse com um sorriso confiado.

- Sim - ela admitiu e começou a mover-se com ele.

- Me diga que me quer esposa - ele disse provocativamente e se ergueu o suficiente para que ela observasse os movimentos de seu pênis dentro e fora dela.

- Quero-te, marido.

- Então tome completamente - ele disse em um sussurro enquanto seus lábios se apoderavam dos dela e seu corpo satisfazia a ambos.

Logo estavam perdidos em um mundo de paixão desenfreada.

Edward colocou Isabella sentada em seu colo quando sentou e a fez subir e descer em seu membro ao mesmo tempo que suas mãos explorava suas curvas.

Edward a deixou mais enlouquecida quando passou um dedo e na sua fenda. Nada importava, nem onde estavam, nem quem era, por que eles eram só um neste momento.

Um completo e inteiro.

Chegaram junto ao clímax que os deixou saciados e ofegantes.

Edward se desmoronou sobre ela e embora desse conta que seu peso era muito para ela, achou muito difícil poder mover-se. Arqueou-se e tentou ganhar controle de sua força. Sentia-se drenado - agradavelmente drenado, mas drenado até a última grama de força que possuía.

Isabella se sentia saciada e segura com o corpo forte de seu marido cobrindo o seu. Também se sentia quente, o calor de sua carne úmida brindava um calor que combatia o frio que corria no estábulo.

- Está bem? - Ele perguntou com um sussurro próximo a seu ouvido enquanto depositava beijos amorosos junto à face com a cicatriz.

- Estou - ela admitiu, roçando sua face contra a dele.

- Quero que saiba que está segura aqui em sua casa, sem importar aonde escolha ir.

- Isso significa muito para mim, Edward - ela sorriu. - Mas verdadeiramente me pergunto se o estábulo é um lugar seguro depois de tudo.

Seu sorriso era pícaro. - Se o que busca for um lugar onde esteja segura de seu marido, não achará nenhum. Eu a tomarei onde quer que seja e sempre que eu ou você desejemos isso.

- Há um tempo e um lugar adequado para esse tipo de coisas - ela o desafiou.

- O tempo e o lugar é de minha escolha ou sua.

- Me prometa... - ela disse. - Me prometa que não importa quando ou onde lhe peça isso jamais me negará.

Ele assaltou seus lábios suavemente e disse. - Prometo-lhe isso.

- Bem - ela disse com uma gargalhada e sussurrou em seu ouvido.

- Cumprirei com seu pedido o mais rapidamente possível - assegurou.

- Agora? - Ela o olhou com olhos surpreendidos.

- Ambos necessitamos um bom banho na tina depois deste interlúdio prazenteiro no feno, então por que não tomá-lo juntos?

- Verdadeiramente?

- Verdadeiramente - ele concordou com um assentimento de sua cabeça e começou a vestir-se. Ela o seguiu.

- Os criados fofocarão.

- Eles já estão fofocando.

- Eles pensarão que somos pessoas muito estranhas - ela disse.

- Eles sabem que somos felizes - ele a corrigiu.

- É feliz? - Ela perguntou, ficando de pé para calçar suas botas.

Edward tirou um pouco de feno pregado a seu cabelo. - Sim, sou muito feliz, e você?

- Estou muito contente.

- Comigo?

Ela ficou na ponta dos pés para alcançar sua boca enquanto dizia. - Com você e com tudo que muito generosamente me deu.

Seu braço rodeou sua cintura e ele a levantou até seus lábios. Seu beijo foi ardente e o surpreendeu. Quando se detiveram ele estava completamente excitado, outra surpresa, embora uma agradável.

- Poderia tomá-la novamente aqui e agora - ele disse .

- Não, em seus aposentos. Onde desejo passar o resto do dia.

- Deve estar segura do que pede Isabella - ele advertiu. - Por que uma vez que chegue lá, é ali onde permaneceremos, você e eu, na tina, na cama ou onde queira que a possua.

Ela deu um beijo rápido em sua face e um sorriso amplo antes que perguntasse. - Pode-se fazer em uma cadeira?

Ele riu. - Recorda que foi você quem o pediu.

- Mas, você não respondeu?

- Não, porque vou mostrar isso - ele disse e a levou fora do estábulo, passaram ao lado de muitos camponeses surpreendidos, foram ao grande salão onde Edward deu ordens para que uma banheira fosse levada a seus aposentos.

Isabella enterrou suas faces ruborizadas contra seu peito e ele riu com muito mais vontade, prometendo que tinha intenção de fazer ruborizar todo seu corpo essa noite.

E o fez.

Fanfic O Leão Escocês – Capítulo 22



Autora: AnnaThrzCullen

Gênero: Romance, drama

Classificação: +16 anos

Categoria: Beward

Avisos: Adaptação, Linguagem Imprópria, Nudez e Sexo

 

Capítulo 22

Isabella despertou antes do seu marido no dia seguinte ao mesmo tempo em que o amanhecer aparecia no horizonte. Para não perturbar o descanso que ele tanto necessitava, ela escapou delicadamente de seu abraço, dobrando um travesseiro debaixo de seu braço quando Edward em seu sonho estendeu a mão para ela. Ele pareceu contente com o substituto pelo menos no momento, dando há ela tempo para ocupar-se de seu próprio cuidado.

Isabella achou Alice esperando em seu quarto. Um café da manhã leve logo estava disposto sobre a mesa, uma jarra com sua infusão favorita de camomila, e uma tina com água quente e perfumada com óleo de rosas estava preparada diante da lareira acesa.

Isabella a felicitou com alegria. - Alice, é maravilhosa.

A moça sorriu diante do elogio e imediatamente estendeu a mão para ajudar à ama da fortaleza.. - Me deixe ajudá-la a despir-se, minha Lady.

Isabella não protestou. Seus membros estavam doloridos pelos novos exercícios que tinha praticado a noite anterior e não podia pensar em nada mais relaxante que água bem quente. Inundou-se na tina enorme com um suspiro agradecido, a água estava a uma temperatura perfeita quando afundou seu corpo até os ombros.

Alice colocou uma toalha dobrada na borda e Isabella apoiou sua nuca nela.

- És muito boa comigo - Isabella disse agradecida.

- Você merece ser tratada bem, minha lady - Alice disse, juntando a massa de cachos de cabelo vermelhos em suas mãos e retorcendo-os para segurá-los com dois pentes de prender cabelos no alto da cabeça de Isabella.

- Depois que descanse e antes que se esfrie a água, lavarei seu cabelo.

Isabella fechou seus olhos. - Obrigado, Alice. Aprecio sua atenção.

Ela escutou o crepitar da lenha ardendo na lareira e desfrutou da corrente de calor que se moveu sobre ela. Não havia se sentido tão satisfeita em muito tempo. E tudo se devia a noite anterior e a sua rendição.

Isabella sorriu como um gato satisfeito que acabava de terminar uma rica comida, pois esse era o modo em que se sentia - cheia e satisfeita.

Não tinha pensado que sua rendição poderia ter sido tão frutífera, embora render-se não necessariamente significava derrota.

Um suspiro suave saiu de seus lábios e um rubor suave cobriu suas faces. Tinha agido como uma mulher muito atrevida à noite anterior e continuou desfrutando de suas ações. Ela nunca havia se sentido tão dominante, tão poderosa como quando se sentou sobre ele. A dor tinha sido aguda, mas só por um momento e depois... Ela suspirou novamente, recordando.

Desejava ter mais oportunidades para acoplar-se com seu marido e desejava que essas uniões fossem mais criativas. Isabella soltou uma risada, recordando as demandas dele e como essas mesmas demandas se transformaram em pedidos de rendição, quando ele tinha gritado seu nome.

Ela havia desfrutado muito desse momento, embora ele tivesse prometido vingança. E ela esperava ansiosamente o cumprimento de sua promessa.

Alice ficou de joelhos para lavar o cabelo de Isabella. Seus dedos fortes esfregaram a espessa juba e seu couro cabeludo e Isabella permaneceu com os olhos fechados enquanto Alice enxaguava o cabelo.

Isabella se ocupou de secar seu corpo enquanto Alice penteava seu cabelo perto do fogo, depois que colocou uma camisa e túnica vermelho escuro, e tomadas alguns bocados do pão crocante e morno e umas colheradas de sopa de aveia.

- Está bem, minha lady? - Alice perguntou com reticência e preocupação.

A intriga tinha se espalhado rapidamente pelo castelo e Isabella não tinha nenhuma dúvida de que o tema da conversa do dia seria a noite passada entre Lady Isabella e o Leão Escocês.

Isabella girou para enfrentar Alice com um sorriso generoso. - Nunca me senti melhor.

Alice soltou uma risada. - Sei, conheço essa sensação.

- Deve ser seu sangue Viking - Isabella disse com uma gargalhada.

- Sim, esse sangue lhes dá muita energia.

As duas mulheres riram como jovenzinhas apaixonadas.

Um golpe na porta as fez girar suas cabeças.

- Entre - Alice gritou.

A porta se abriu e Emmett encheu a soleira. Realmente, parte de sua cabeça estava por cima do marco da porta. Ele curvou seu pescoço e entrou no quarto, endireitando-se depois.

- Seu marido exige sua presença em seu quarto, minha lady - Informou com um sorriso. Sem pensar, ela disse. - Pensei que ele dormiria até mais tarde depois de uma noite tão extenuante - Quando as palavras escaparam de seus lábios, sua mão voou para cobrir sua boca como tentando retirar seu comentário.

Emmett riu e Alice soltou uma risada.

- Lorde Edward assustou os criados que lhe levaram o café da manhã, gritou para Jasper quando tentou retê-lo na cama e amaldiçoou os clãs rivais que causaram sua ferida - Emmett lhe informou quando sua risada desapareceu.

Isabella fez que Alice tirasse o pente de seu cabelo úmido. - A ferida ainda sangra, não é?

Emmett sacudiu a cabeça. - Não, a bandagem está seca e ele insiste em que está bem.

- Outro dia em repouso e logo um uso limitado da perna por alguns dias, depois disso ele devia estar bem. Não tem febre?

Emmett encontrou sua pergunta divertida. - Não posso dizê-lo. Ninguém se atreve aproximar-se dele.

- Diga a meu Lorde que estarei com ele em um momento. Tenho uma coisa que devo atender - ela disse e foi para seu baú de madeira para agarrar a capa vermelha.

- Jasper se ocupou de Rook esta manhã e Mary, a cozinheira, estão o alimentando neste momento - Emmett disse.

Isabella sacudiu a cabeça. - Não tenho dúvida que Rook está bem cuidado. Ele tem uma habilidade para ganhar os corações das pessoas.

Emmett lhe deu um olhar interrogativo. - Aonde vai, então?

- Oferecer uma oração - ela disse.

Emmett se moveu a seu lado quando ela se aproximou da porta. - Eu irei com você. Edward me ordenou não voltar sem você ou sofrerei as consequências de sua ira.

Isabella lhe lançou um olhar cético. - Ele não te machucaria.

Emmett sacudiu a cabeça e sorriu. - Não, mas sua ira é algo que não desejo experimentar. Gela-me a alma de só pensar.

Isabella parou na porta e de repente girou. - Alice foi muito amável. Obrigado.

Alice sacudiu a cabeça quando Emmett se apressou a ir a seu lado, beijou sua face e sussurrou. - Lady Isabella ainda não entende sua posição aqui... Deve ser paciente.

Alice lhe cravou uma cotovelada. - Ela sempre foi uma alma gentil e eu sempre farei o que possa para protegê-la.

Emmett lhe piscou um olho. - Eu também.

Isabella se apressou pelas escadas sabendo exatamente onde desejava ir.

Emmett a alcançou, encontrando sua partida precipitada muito curiosa. Ela passou pela capela mais não desejava rezar. Aonde ia?

Ela foi para uma colina próxima ao Rio Forth. O rio só podia ser visto dessa altura, embora o céu nublado da manhã e a neblina impediam de ver os campos verdes e as colinas vizinhas que estendiam por milhas.

Emmett vacilou, permanecendo a uns metros de distância, lhe dando privacidade, pois esse obviamente era o lugar onde ela desejava rezar.

Isabella olhou para cima, o céu azul com algumas nuvens cinza com a promessa de um belo dia. Mas no momento uma neblina envolvia a terra, uma neblina que assustava à maioria mas não Isabella. Ela pensava frequentemente que Deus cobria os campos, os vales e os prados com uma neblina para proteger os animais e lhes dar tempo para descansar e alimentar-se sem a interferência dos seres humanos. E esse era o momento perfeito para conseguir sua atenção.

Isabella lançou um sorriso aos céus e pronunciou uma oração simples de agradecimento por tudo o que Deus lhe tinha dado. E especificamente solicitou que cuidasse de seu marido teimoso e o ajudasse a curar-se. Terminou com outra oração de agradecimento e depois girou para unir-se a Emmett.

- Por que não reza na capela, minha lady? - Emmett perguntou enquanto ela enlaçava seu braço no dele.

Isabella fez uma pausa breve antes de oferecer uma resposta. - É aos céus que desejo enviar minha oração.

Emmett aceitou sua explicação com um lento assentimento de sua cabeça e juntos fizeram o caminho para o quarto de Lorde Edward, esquivando de uma criada assustada que saiu correndo e chorando do quarto de seu marido.

Isabella lhe gritou fazendo-a deter-se, e ela ofereceu uma desculpa pelo comportamento rude de seu marido. A moça estava atônita e muda. Isabella então lhe perguntou se ela levaria sua capa para seu quarto. A moça assentiu com a cabeça e embora umas lágrimas brilhasse em seus olhos, ela sorriu e se apressou a cumprir o pedido.

- Não tente me deter, Jasper - Edward advertiu com um grunhido para intimidá-lo. - Estou saindo desta cama neste momento.

- Não, não o fará - Isabella disse, entrando no quarto e indo diretamente ao lado de seu marido.

Jasper tinha uma mão firme sobre seu peito e rapidamente saiu de sua posição ao lado da cama que ela ocupava agora.

- Onde esteve e por que me deixou despertar sozinho? - Ele perguntou irritado. Antes que ela pudesse responder, ele gritou. - Emmett, Jasper, saiam.

- Não é necessário que eles saiam - Isabella disse.

- Fora! - Ele gritou aos dois homens e eles riram ruidosamente enquanto saíam e fechavam a porta atrás deles.

- Não tem boas maneiras - Isabella assegurou.

- Malditas sejam as maneiras. Por que deixou a cama?

Isabella notou que ele tinha sido lavado e penteado. A manta de lã o cobria até a cintura e ela assumiu que ele estava nu. A ideia a agradou e ela sorriu.

- Minhas queixa te divertem? - ele perguntou causticamente.

- Não, meu Lorde - ela disse arrependida, embora seu sorriso permanecesse. - Meus pensamentos estavam em outro lugar.

- Porque foi? - Ele perguntou novamente e tomou suas mãos para arrastar suavemente até sentá-la a seu lado na cama.

- Necessitava um banho e roupas limpas.

- Poderia ter tomado o banho aqui.

- Teria perturbado seu sono.

- Sua ausência perturbou meu sono até mais - ele disse, acariciando seu braço, seu ombro, seu pescoço, onde seus dedos massagearam firmemente sua pele sensível.

- Necessita tempo para se curar - ela insistiu, advertindo-o não só a ele, mas também a seu próprio corpo traiçoeiro.

- Necessito tempo com minha esposa.

- Temos todo o dia.

- Você me roubou esta manhã com você.

- Desculpo-me - Ela disse, seus dedos acariciaram seu cabelo, massageando seu couro cabeludo lhe causando calafrios sensuais a seu corpo.

- Que pensamentos estavam em sua mente?

Ela o olhou com confusão. Sentindo-se tão temerária como havia se sentido a noite anterior, ela falou honestamente. - Pensava em você nu debaixo dessa manta.

Ele sorriu contente. - Quando você não estava ao meu lado esta manhã ao despertar, pensei que talvez o que aconteceu ontem à noite só tinha sido um sonho erótico, mas seu aroma de mulher estava preso em mim.

Sua mão a tomou na nuca e a atraiu para ele. - Endureci-me com desejo por você - ele baixou sua boca suavemente sobre a sua. - Muito duro - ele sussurrou, e sua boca se fez exigente.

Ela respondeu da mesma maneira e seu corpo fez sentir sua necessidade.

Edward separou sua boca o tempo suficiente para exigir que tirasse as roupas. Ela ficou de pé quando um golpe soou na porta.

Edward amaldiçoou e gritou ao intruso que partisse ou seria executado.

Emmett riu quando entrou no quarto. - Uma mensagem de Lorde Swan.

Isabella rapidamente se sentou na cama ao lado de seu marido e Edward imediatamente estendeu sua mão e tomou a dela apertando-a firmemente.

- O que diz?

- Que sua viagem uma vez mais foi atrasada e que te mandará uma mensagem quando puder viajar.

Alice entrou na porta aberta com uma expressão preocupada. - Com sua permissão, meu Lorde e minha lady, mas Mary a cozinheira está doente e necessita atenção.

- Não pode se ocupar disso? - Edward explodiu e recebeu uma advertência do olhar agudo de Emmett.

Isabella ficou de pé soltando a mão de Edward. - Só me levará um momento. E você deveria comer - ela sugeriu, assinalando a bandeja com comida sobre a mesa.

- Não tenho fome de comida - Ele insistiu.

Ela se inclinou e colocou um beijo suave em seus lábios, então sussurrou. - Satisfaz seu estomago e depois eu satisfarei sua paixão.

Edward sorriu e devolveu seu beijo, beliscando seus lábios. - Não, esposa, é meu momento de me vingar.

Isabella ruborizou enquanto se apressou a sair do quarto, com Alice seguindo-a em seus calcanhares.

Emmett levou a mesa com comida perto da cama e buscou uma cadeira.

- Planeja comer tudo isto? - Edward disse, sentando-se com uma pilha de travesseiros em suas costas.

- Disse que não tinha fome - Emmett disse, servindo-se da bandeja com arenques e cebolas, depois deu a Edward um pedaço de queijo duro.

Edward olhou o pedaço pequeno de queijo com desgosto. - Você nunca compartilhou a comida por igual.

Emmett colocou uma cebola em sua boca e murmurou. - A comida alimenta o corpo, dá-te energia.

Edward estendeu a mão para a fonte de madeira perto do extremo da mesa e sorriu contente de achar salmão fresco. - Me passe o pão.

Emmett partiu bruscamente um pedaço de pão negro e o deu a Edward, depois partiu outro pedaço maior para ele mesmo. - Tudo saiu bem ontem à noite?

- Mas que bem, perfeito - Edward confirmou com um sorriso satisfeito.

- Bem. Agora que acabou de se comportar como um bobo podemos nos concentrar no problema.

- Eu não agi como um bobo, e qual é o problema?

- O problema é quem tentou assassinar a sua esposa.

Edward não pareceu pouco surpreso. - Chegou a essa conclusão também?

- Como poderia não fazê-lo? Alguém a atacou com uma faca e a queria matar, não machucá-la.

Edward sacudiu a cabeça. - Estou de acordo. Estive pensando isso também, Isabella sofreu essa ferida porque ela lutou e resistiu. De outro modo teria sido morta.

- O qual nos deixa a pergunta de quem a queria ver morta?

- Terá que procurar entre os Swans.

Emmett agarrou um pedaço de arenque com o pão. - Um grupo bastante estúpido e ambicioso.

- A estupidez e a cobiça fazem perigoso um inimigo.

Emmett sacudiu a cabeça depois de esvaziar sua jarra de cerveja de um gole. - Por que alguém ou alguns deles quereriam vê-la morta?

- Esse é o mistério que uma vez resolvido não dará a identidade do atacante.

Emmett voltou a encher seu jarro e adicionou mais cerveja no jarro de Edward. - Alguma vez viu Isabella entrar na capela da fortaleza?

Edward estava por responder, mas fez uma pausa e o olhou pensativamente. - Não posso dizer que a tenha visto ali. Por que o pergunta?

- Quando fui procurá-la em seus aposentos ela solicitou um momento para oferecer uma oração. Segui-a abaixo por medo de sua ira - Emmett disse, sorrindo amplamente. - E ela foi à colina oeste.

- Para rezar?

- Sim, para rezar - Emmett confirmou. - E quando lhe perguntei por que não ia à capela, ela disse algo sobre falar com os céus quando rezava.

Edward considerou cuidadosamente essa notícia e adicionou suas próprias preocupações. - Sabe que Isabella nunca adoece.

Emmett sacudiu a cabeça. - Sim, Ela é uma mulher saudável.

- O dia que o sacerdote fez uma parada em sua viagem para oferecer benções às pessoas da fortaleza, perguntei se ela desejava receber a bênção dele. E ela ficou muito mal e passou o dia inteiro na cama.

- Pensa que seu mal-estar era fingido e que o sacerdote poderia ser responsável?

- Penso que Isabella sabe mais do que admite e quero que minha esposa confie em mim o suficiente para me contar de seus medos e preocupações.

Emmett lançou suas grandes mãos ao céu. - Por favor, não quero outra escaramuça.

- Não - Edward disse com uma gargalhada. - As únicas escaramuças daqui em diante serão debaixo das mantas e sempre ganharemos.

- Minha aposta ainda é pela curandeira. Ela sairá vitoriosa e te terá gritando seu nome em sinal de rendição.

Edward riu com mais vontade. - Irmãozinho, ganhará a aposta. Acredito que toda a fortaleza ouviu minha rendição ontem à noite.

- Isabella é boa para você - Emmett disse seriamente.

- Sim, é - Edward concordou. - E eu renderia minha vida não só a ela, mas também por ela.

- Está apaixonado - Emmett sorriu, levantando sua taça em um brinde.

Amor.

A palavra ecoou em sua mente, mas nos seus lábios repetiu o brinde. - Apaixonado.

***

Mary estava na única cama na cabana de Isabella, um pano úmido cobria sua testa, e ela gemia. - Estou morrendo.

Um sorriso se curvou na boca de Isabella. - Não há ninguém agonizante hoje.

Rook estava sentado ao lado da cama uivando sua condolência para com a mulher que o alimentava diariamente.

- Chega, Rook - Isabella o desafiou, sua boca novamente ameaçou rindo. - Mary estará bem e você continuará recebendo essas delícias que pensa que eu desconheço.

Imediatamente Rook se emudeceu e cautelosamente caminhou para a lareira para estirar-se. Mas Mary continuou gemendo sozinha.

- Com que frequência teve dificuldade em manter a comida em seu estomago?

- Os últimos dias foram os piores e às vezes até não preciso comer para estar enjoada do estomago - Mary disse, acariciando seu estomago largo, mas firme.

Isabella sacudiu a cabeça.

- Me diga a verdade, minha lady, por favor. Preciso saber se meu estomago está apodrecendo.

Ela falou muito seriamente e Isabella se alarmou. - Pensa que seu estomago está apodrecendo?

- Sim, vi isso em outras mulheres - Mary insistiu, sentando, a cor retornando a seu rosto pálido.

- E pensa que isso é o que acontece? - Isabella perguntou.

- O que mais poderia ser?

Isabella sorriu. - Pensa, Mary, esteve muito ocupada e não prestou atenção a seu corpo. Os sinais estão à vista.

Mary franziu o cenho. - Não sou uma curandeira e não sei nada de sinais.

- Todas as mulheres sabem destes sinais e se o pensar melhor saberá o que é que cresce em seu estomago.

Mary pareceu pronta para gritar quando de repente saltou e exclamou. - Estou grávida!

- Sim, é assim - Isabella disse tão excitada como a mulher frente a ela.

- Obrigado, minha lady - Mary disse e abraçou Isabella contra seus seios amplos.

Quando Isabella finalmente foi colocada sobre o piso novamente, riu. - Penso que é ao seu marido a quem deveria estar agradecendo.

A gargalhada da Mary era jovial. – O farei esta noite.

Isabella encontrava fácil conversar com as criadas e as mulheres camponesas. Elas eram sinceras e honradas em suas palavras e gostavam dos deveres simples da vida cotidiana. Suas vidas não eram fáceis e, entretanto eles amavam e viviam com uma alegre intensidade Uma coisa que frequentemente os nobres careciam. Eles aceitavam as misérias e os problemas com coragem e força e continuavam sobrevivendo e florescendo a seu próprio modo. Eles eram os verdadeiros filhos e filhas da Escócia, lutando pela terra, lutando contra as inclemências da natureza e lutando contra quão nobres continuamente batalhavam por aumentar a extensão de suas propriedades.

Sentia maior afinidade com essas pessoas do que com a gente de sua própria classe social. Sua madrasta frequentemente havia dito que ela parecia com os camponeses e Isabella tinha que concordar com isso. Ela achava que preferia a essa gente.

Mary finalmente se acalmou o suficiente para sentar-se para que Isabella pudesse conversar com ela. Isabella lhe recomendou uma poção de urtiga para ajudar manter seu estomago tranquilo. Também disse que falaria com Lorde Edward sobre prover a Mary com mais ajuda na cozinha.

Mary sacudiu a cabeça. - Não, minha lady, esse é meu trabalho e o bebê e eu devemos nos ocupar de minhas tarefas.

Isabella se surpreendeu quando lhe respondeu. - Sou a ama desta fortaleza e se eu desejar que você tenha ajuda extra na cozinha, terá ajuda.

- Sim, minha lady, como desejar - Mary disse respeitosamente.

- Bem - Isabella disse.

Deu-lhe algumas instruções a Mary, e depois com um sorriso ordenou ela que fosse conversar com seu marido. A expressão da Mary se fez radiante e depois de muitas palavras de agradecimento por tudo o que Isabella fazia por ela e seu marido, a mulher jovial virtualmente saiu correndo da cabana.

Isabella estava para retornar com o Edward quando um operário do castelo apareceu na porta, com a mão sangrando. E depois passou umas horas com outras pessoas que precisavam de atenção.

Não foi até várias horas depois do meio-dia que Isabella terminou e uns trovões se ouviram ao longe anunciando chuva, ela apressadamente voltou para o castelo.

Rook se separou de seu lado ao entrar no grande salão, seu nariz captou os aromas da comida do jantar. Ele parecia haver sentido que ela estava segura uma vez dentro da fortaleza e fez sua visita diária à cozinha. Mas se ela saísse da fortaleza ele sempre estava ao seu lado.

Sentiu-se contente de ver que Edward estava dormindo quando entrou em seu quarto. Os travesseiros estavam dispersos em cima da cama e ele ligeiramente girado para um lado.

Seu cabelo revolto, retirado de seu belo rosto e seus braços abraçando um travesseiro contra seu peito. Se ela estivesse ao seu lado estava segura que seria ela a quem ele estaria abraçando.

- Veem aqui - ele suavemente ordenou, despertando de seu sono para vê-la de pé ao lado da cama.

Isabella deu um passo em direção a ele e suas palavras a detiveram.

- Não, esposa, quero-te nua.

Ela deveria ter ruborizado, ela deveria ter protestado, deveria ter recordado de suas maneiras, mas simplesmente tirou as roupas.

Fanfic O Leão Escocês – Capítulo 21



Autora: AnnaThrzCullen

Gênero: Romance, drama

Classificação: +16 anos

Categoria: Beward

Avisos: Adaptação, Linguagem Imprópria, Nudez e Sexo

Capítulo 21

Isabella manteve o tremor fora de sua voz embora suas mãos continuassem tremendo depois de que ele soltou seu pulso. Ela passou o pano suavemente por seu rosto e secou sua testa e suas faces, seguindo com seu queixo e seu pescoço.

- Que deseja arrumar, Edward?

Ele foi rápido em responder. - Esta loucura entre nós.

Ela voltou o pano ao balde, enxaguando-o e ensaboando-o antes de retorcer o excesso de água e foi limpar seu peito. Passou o pano sobre seus músculos com movimentos circulares e lentos. - Sofreu uma ferida séria. Sua perna necessita repouso.

- Sofri feridas muito piores - ele insistiu com um sorriso conhecedor. - E voltei a lutar novamente.

Ela enxaguou o pano uma vez mais e o ajudou a levantar-se, o que ele fez lentamente. - Vê que ...Não tem tanta força como pensa.

Suas palavras o perturbaram, pois podia sentir o cansaço em seu corpo. As feridas tinham seu preço e provavelmente ela tinha razão em aconselhar que descansasse, mas ele não desejava descansar. Desejava a sua esposa e isso estava se fazendo mais evidente a cada minuto, seu membro se endurecia enquanto ela passava o pano molhado por suas costas.

- Tenho toda a força que necessito - ele protestou uma vez que apoiou suas costas contra os travesseiros.

Isabella não disse uma palavra. Continuou limpando seu corpo, passando o pano por seu braço. Achava difícil não admirar seus músculos definidos e duros e a suavidade de sua pele. Mas achou mais difícil ignorar a resposta de seu próprio corpo ao seu contato com ele.

Seu coração pulsou rapidamente; seus mamilos se endureceram visivelmente debaixo de sua camisa E se sentiu tão úmida com o desejo que pensou que teria um clímax sem que suas mãos a tocassem.

Edward pareceu ler seus pensamentos. - Quer arrumar isto tanto como eu.

- Sim, meu Lorde, é assim, mas...

Edward não permitiria que ela dissesse outra palavra. - Termine de me lavar.

- Necessitamos...

- Faz o que te ordeno - ele exigiu.

Ela consentiu com um assentimento mudo, tomando o pano ensaboado do balde, e prosseguiu para lavar uma perna, a perna ferida já tinha sido limpa antes de costurar a ferida.

Isabella pensou várias vezes em dizer o que tinha em mente enquanto sua mão lentamente passava o pano molhado sobre sua perna e depois agarrou uma toalha para secá-la. Mas o conselho de Emmett continuava ecoando em sua mente.

Se renda.

Se esse era o curso mais sábio, como poderia render-se sob as atuais circunstâncias? Não desejava lhe causar um dano. Então quais eram suas opções?

- Termina - ele ordenou novamente.

Ela reticentemente admitiu a si mesmo que sua ordem curta realmente parecia apropriada. Esse assunto precisava ser concluído de uma vez por todas. E embora ela escolhesse render-se, faria-o a seu modo. Ela estaria a cargo da situação. E renderia sua virgindade de boa vontade.

- Sim, meu Lorde - ela respondeu suavemente. -Terminarei com isto.

Ela corajosamente arrancou a toalha que cobria seu corpo e se existia alguma dúvida sobre suas intenções, desapareceu à vista de sua ereção proeminente.

Determinada a ter êxito com suas próprias intenções, Isabella inundou um pano no balde de água morna antes de colocá-lo sobre seu estomago. Lentamente o esfregou passando perto dos seus pelos em sua barriga. Passou o pano a ambos os lados da virilha, aventurando-se mais intimamente a seu membro.

Sua lentidão intencional o enlouqueceu ansiando até mais que suas carícias, mas Edward forçou a si mesmo a permanecer quieto e em silêncio observando-a.

Ela jogou com ele, passando o pano úmido perto e ao redor de seu membro ereto, perigosamente perto mais nunca roçando sua virilidade.

O que mais o irritou foi que seu pequeno jogo zombador o excitou a um nível febril. Ele se endurecia com cada deliberado roce do pano atormentador, quando ela finalmente o descartou, o tomou completamente com sua própria mão e ele gemeu tanto de alívio como de prazer.

Seus olhos tinham um olhar nublado embora determinado, uma combinação estranha e perigosa.

O que produziria? Aonde a levariam suas ações não planejadas? Ela desejava agradá-lo ou castigá-lo? Edward esperou ansiosamente e desconfiadamente.

Seu descobrimento foi tão surpreendente que seus gemidos ecoaram nas paredes de pedra enquanto ela o acariciava com um ritmo atormentador que logo o teve sentado e ansiosamente estendendo a mão para ela.

Uma mão firme se apoiou sobre seu peito e o empurrou de volta contra os travesseiros.

- Não - ela sussurrou. - Não me arriscarei a te causar outra ferida.

Ela deu um passo atrás, a uma curta distância da cama e como se temesse mudar de ideia, descartou suas próprias roupas lentamente. E ficou completamente quieta, não cobrindo sua nudez nem sua vulnerabilidade.

Os olhos de Edward passearam por ela sem restrição, percorrendo seu corpo delicioso, saboreando esse tão esperado íntimo escrutínio de sua esposa nua.

Tinha uma pele clara imaculada, seios cheios, uma cintura estreita e suas coxas se uniam em um ninho de cachos vermelhos que trouxeram um sorriso malicioso a seus lábios.

- Veem aqui - ele disse com seu habitual tom exigente e estendeu sua mão para ela.

Ela insinuou mover-se e depois vacilou. - Deve me prometer que não moverá a perna ferida.

- Com o que tenho em mente para te fazer, isso será bastante difícil - ele admitiu seu sorriso respaldado por um olhar de determinação aguda.

Isabella lentamente sacudiu a cabeça. - Então não tenho nenhuma opção...

Ele bruscamente a interrompeu. - Não vai me negar...

Ela replicou a frase ao mesmo tempo. - Não, não o farei. Eu te montarei.

Edward sempre tinha tido êxito escondendo suas emoções. Tinha aprendido há muito tempo que não era bom permitir que alguém visse o efeito que suas palavras ou suas ações tinham nele.

Mas sua frase direta o deixou mudo e seus olhos se aumentaram com surpresa genuína.

Ela se aproximou da cama com uma apreensão apurada como se queria terminar com isso de uma vez, Mas quando ficou de pé ao lado da cama pareceu ter uma mudança de ideia e se moveu lentamente, como um gato preguiçoso, arrastando-se em cima dele até que seu corpo nu esteve completamente sobre o seu. Cuidadosamente colocou suas pernas para flanquear os lados de sua cintura para não incomodar sua perna ferida. E ali ela descansou sua cabeça sobre seu peito.

Suas mãos se moveram pelas costas dela. Desfrutando da suavidade sedosa de sua pele, depois foi a sua cintura esbelta, acariciou os quadris e tomou entre suas mãos seu traseiro firme.

Ela por sua vez saboreou seu peito com um beijo lento, cheirando seu perfume fresco e limpo com sua língua morna. Prosseguiu a lambê-lo, depositou beijos no caminho para seu pescoço e seus lábios.

Ele tomou comando dali, sua mão capturando a nuca e forçando um beijo mais apropriado. Suas mãos se moveram para sua cintura, levantando-a até dar um fácil acesso a seus seios cheios.

Todo pensamento racional desapareceu completamente. A paixão quente e ousada tomou o comando absoluto.

Ela conseguiu colocar suas mãos sobre seus ombros largos, enquanto ele prosseguia, lambendo, mordendo e sugando seu mamilo duro. Não havia nada delicado nesse ato e, entretanto sua rudeza criou quebras de onda de prazer em seu corpo e ela estremeceu com um gemido suave.

Seu gemido o fez sussurrar sua pergunta. - Deseja-me, Isabella?

Seu simples. - Sim - desapareceu em sua boca quando ele reclamou a rendição dela com um beijo de conquista.

- Está segura que me deseja? - Ele perguntou novamente, beliscando seus lábios inchados com várias mordidas.

Antes que ela pudesse responder ou até forma um pensamento coerente ele deslizou um dedo no interior de seu sexo.

- Sim, deseja-me - ele confirmou com um sorriso pecaminoso.

Ela ofegou quando outro dedo seguiu esse caminho e ouviu sua gargalhada breve misturar-se com um grunhido baixo.

- OH, é tão bom - ele murmurou perto de seu ouvido. - Tão quente, tão molhada, tão pronta para mim.

Seus dedos estavam realizando sua magia habitual, fazendo que ela perdesse seus sentidos e só pensasse em uma coisa.

Ele.

Isabella se encontrou movendo seus quadris ao ritmo estabelecido por ele e junto com esse ritmo incessante seus beijos ficaram mais urgentes, a boca masculina beijando onde quer que seus lábios pudessem alcançar.

Quando alcançaram um ardor insuportável que só podia ser aliviado pela união dos corpos, Edward se moveu para colocá-la debaixo dele.

- Não - ela protestou, empurrando-o com suas mãos longe e se moveu ansiosamente para montá-lo.

Ela tomou seu membro inchado para guiá-lo dentro dela.

- Pare Isabella - ele gritou e se inclinou para frente, suas mãos a agarraram empurrando-a para ele. - Não pode fazer isto. .

- Por quê? - Ela perguntou confusa.

- É um modo muito doloroso para perder a virgindade.

O choque de seu comentário foi evidente na ampliação de seus olhos marrons, completamente atônitos. - Acredita que sou virgem?

- Sim, acredito - ele respondeu sem um segundo de vacilação e com um breve beijo terno. - E não quero que sofra dor.

Sua expressão sobressaltada imediatamente se transformou em uma de decepção. - Mas te desejo.

Levou toda sua força de vontade poder dizer. - Quando minha perna estiver curada, devemos terminar isto.

Lágrimas de amor se acumularam em seus olhos e ela sacudiu a cabeça. - Não, meu Lorde, não posso mais esperar.

Com isso Isabella se livrou de seu agarro e se moveu uma vez mais para montá-lo.

Edward tentou protestar, mas Isabella foi mais rápida e hábil e conseguiu deslizar seu membro inchado dentro dela.

Esse ato inoportuno despertou emoções opostas. Por um lado Edward ficou mais duro ao sentir-se na entrada de seu ninho molhado e se zangou pensando que ela estava sofrendo.

- Chega - ele ordenou, mas antes que ele pudesse agarrar seu braço, ela se moveu para baixo sobre ele.

- Edward - ela exclamou quando seu membro tentou penetrar seu hímen e sentiu a primeira espetada de dor.

- Suficiente Isabella - ele insistiu, embora seu membro pulsasse impiedosamente com desejo.

- Não, não - ela disse, agitando sua cabeça.

Silenciosamente Edward amaldiçoou seus próprios desejos descontrolados e sua teima enquanto que ela lentamente tentava tomar a extensão completa de seu pênis dentro dela, ele estendeu a mão e tomou o comando.

- Me perdoe meu amor - ele disse e com suas mãos ao redor de sua cintura a empurrou para baixo, sobre ele, penetrando-a completamente.

Isabella lançou um ofego e não lhe deu pausa para pensar. Suas mãos firmes assentadas em sua cintura e ele tomou o comando do movimento desejado por Isabella. As mãos dela posaram em seus braços e depois que o choque inicial da penetração desapareceu, o que ficou foi um prazer delicioso e ela não queria outra coisa que montá-lo para sempre.

Lançou sua cabeça para trás e depois para frente, sua juba avermelhada derramando-se e seus gemidos de paixão encheram o quarto, ecoando nas grosas paredes de pedra.

Um torvelinho de emoções invadiu Edward. Sua preocupação por sua dor foi excedida pela pulsação de seus próprios desejos. Nunca tinha experimentado essa sensação opressiva de sentir-se completo, como se duas metades tivessem sido unidas para formar uma única peça sólida, dominada pelo desejo que os alimentava a ambos. A sensação devastadora de que a partir desse momento não podia existir o um sem o outro. Eles eram um, já não mais dois seres individuais e era uma sensação muito estranha.

Seu nome escapou de seus lábios junto com seus gemidos. Ela implorava que pusesse fim a sua tortura e depois implorou que não parasse. Ela estava perdida em muito prazer puro.

- Vamos, minha doce Isabella, vamos - ele a urgiu, o ritmo de suas investidas se fez exigente.

Seu movimento se fez rápido e furioso e suas palavras repetidamente a persuadiram a unir-se a ele.

- Sim, meu Lorde - ela aceitou com uma urgência que mal compreendia.

Seus corpos nus brilhavam com o suor e eles cavalgaram juntos, cada um perdido dentro do outro, emocional e fisicamente.

Edward gozando do envoltório morno e úmido de seu sexo e Isabella sentindo o grito da rendição final em sua garganta quando ele repetidamente empurrou seu membro bem profundamente dentro dela.

Seus gritos de rendição ecoaram simultaneamente e quando eles alcançaram o clímax uniram seus corações e suas almas.

Isabella desmoronou sobre Edward, sua cabeça indo apoiar sobre seu peito úmido, os braços dele envolvendo protetoramente seu corpo úmido. Vários minutos passaram antes que alguém pudesse tranquilizar sua respiração o suficiente para falar, e depois nenhum podia achar as palavras.

O silêncio reinou fortemente no quarto enquanto eles continuavam enlaçados até que finalmente Isabella procurou mover-se de sobre seu marido. Seu abraço poderoso se recusou a soltá-la.

- Eu gosto de estar dentro de você.

Seu comentário atrevido fez arder suas faces já ruborizadas e a fizeram até mais consciente de seu tamanho potente.

- Machuquei você?

Ela se sentia completamente exausta e totalmente saciada e só podia sentir um leve ardor e sua resposta veio facilmente. - Só um pouco.

Ela escutou seu grunhido baixo com suas palavras. - Não deveria ter permitido...

- Não - ela o deteve, levantando sua cabeça para olhá-lo diretamente. - Eu te desejava.

Suas mãos se moveram para tirar seus cachos rebeldes de seu rosto. - E eu desejava a você.

- Por que agora acreditou que era virgem? - Ela curiosamente perguntou, apoiando seu queixo em seu peito.

Suas mãos se moveram por suas costas. - Com toda honestidade devo admitir que nunca suspeitei o contrário. Era meu próprio orgulho tolo o que interferia. Queria te ouvir admitir a verdade.

Ela sorriu. - E meu orgulho teimoso dominou por cima de meu sentido comum. Eu queria acreditar que você me conhecia o suficientemente bem para saber a verdade sem perguntar.

- Sim, doce Isabella, conheço-te bem - sua voz era baixa, seu tom certeiro. Sua mão se moveu sobre seu traseiro. - E saberei muito mais de você antes que esta noite acabe.

Ela se moveu uma vez mais em uma tentativa para sair dele e novamente ele o impediu com uma mão firme, embora dessa vez ela estremecesse.

- Dói-te algo - ele disse, não perguntou, e com uma lentidão suave a levantou e a colocou para que descansasse a seu lado. - Não deveria me ter montado. Agora sofre dor.

Ela apoiou sua cabeça comodamente sobre seu ombro e cruzou seu braço sobre seu peito largo. - Estou bem.

- Diz a verdade, então me desafia a tomá-la novamente - ele disse francamente.

- É uma promessa? - Ela perguntou com uma gargalhada maliciosa.

- Tenta o destino, esposa - ele disse, desfrutando de sua natureza brincalhona.

- Não, eu tento a você - ela estremeceu com uma corrente de ar que entrou pela janela coberta com uma tapeçaria.

- Está gelada - ele disse com preocupação.

Antes que ele pudesse mover-se, ela se sentou. - Irei procurar uma manta - ela quase estava fora da cama quando viu por um momento sua perna com a bandagem. O pano branco estava empapado com sangue.

Isabella não vacilou em começar a trabalhar atendendo a ferida que sangrava.

Edward estava por protestar, mas pensou melhor. Perderiam tempo discutindo e ela ganharia finalmente. E, além disso, gostava de observar a sua esposa nua ocupando-se dele.

Um novo pano foi aplicado sobre a ferida em um instante e ela o cobriu até a cintura com uma suave manta de lã. Então tomou alguns minutos para limpar-se com um pano perto do fogo e Edward considerou a cena íntima com prazer.

Seu corpo era firme e magro por seu trabalho no jardim, seu estomago plano, embora ele mudaria isso em breve. A tomaria frequentemente, não só para engravidá-la mas também porque a desejava. Que sorte era ter uma esposa disposta a deitar-se e disposta a agradar e ser agradada... E uma esposa que ele amava.

Era uma loucura achar a si mesmo apaixonado por Isabella? Por que outra razão essas emoções estranhas o atacariam incessantemente? Realmente podia estar apaixonado? Não podia ser simplesmente respeito e admiração por uma mulher especial o que sentia?

Excitou-se novamente enquanto a observava, o modo em que ela passava intimamente o pano entre suas pernas, acariciando e limpando o triângulo de cachos avermelhados.

- Veem para cama - ele ordenou muito severamente.

Ela sorriu diante de sua demanda e obediente deslizou seu corpo nu debaixo das mantas para estar grudada a ele. - Não deve mover a perna ou continuará sangrando.

- Então temos um problema - ele disse e tomou sua mão, colocando-a sobre seu membro inchado.

Sentiu-o quente, duro e pegajoso. - Precisa ser limpo.

- Não é isso o que necessito.

Ela sussurrou algo em seu ouvido antes de mover-se fora da cama. - Eu sei o que necessita - ela se apressou para a lareira e recuperou um pano do balde. Ela voltou e abriu a manta até seus pés.

Edward a observou, perguntando-se o que planejava. Repetir a atuação? Não podia permitir que ela o montasse novamente. Estava preocupado por seu desconforto. Ele pensava montá-la dessa vez, embora Isabella provavelmente protestasse dada sua preocupação pela perna.

Ela suavemente lavou sua ereção potente. E riu antes de colocar-se entre suas pernas e lentamente aproximando-se para tomá-lo em sua boca.