sábado, julho 26, 2014

Fanfic: Dois Mundos, Duas Vidas - Capitulo 9


Autora: Giis Vieira

Género: Aventura, Drama, Lemon, Romance

Classificação: +16

Categoria: Saga Crepúsculo

 Avisos: Linguagem imprópria, Sexo, Violência



Capítulo 9
Bella
Tia Claire mantinha os braços ao meu redor, enquanto nos sentávamos no sofá. Toda hora ela afagava meu cabelo e meu rosto, como se não acreditasse que era realmente eu que estava ali.
E eu a entendia, porque a ultima vez que nos vimos eu tinha menos de nove anos. Ela e Renée não se davam bem. Na verdade, minha tia nunca gostou da minha mãe - a pesar de sempre gostar de mim - ela sempre dizia que Renée não era boa o suficiente para o meu pai. Então quando eu tinha oito anos, estávamos na casa de vovô e vovó Swan comemorando o aniversário de casamento deles, e as duas brigaram feio.
Tia Claire também não foi no enterro de papai, ela disse que não foi porque, se fosse daria uma boa surra em Renée e dizia que tinha sido minha mãe a responsável pela morte de papai - em minha opinião, ela não estava totalmente errada.
Depois da morte de Charlie. Renée não me deixou mais ter contato, nem com ela e nem com meus avôs, que já não andavam bem de saúde e morreram um ano depois da morte de papai.
– Ah, Bella estou tão feliz que você esteja aqui, que eu possa te abraçar de novo - ela falava enquanto me abraçava. Ficamos por um tempo sem dizer nada só abraçadas, chorando e matando as saudades.
Tia Claire era a mais nova. Eles eram três: os gêmeos Arthur e Charlie e Claire que era dois anos mais nova do que eles. Papai e tio Arthur eram gêmeos idênticos, mas só na aparência que se pareciam, porque na personalidade eles eram completamente diferentes. Charlie sempre era mais alegre e menos responsável, ele levava a vida, como ele mesmo dizia: “aproveitava cada minuto como se fosse o ultimo”, acho que é por isso que ele se dava bem mais com tia Claire do que com tio Arthur.
Meu pai e minha tia, eram muito unidos, estavam sempre juntos, saiam juntos, bagunçavam juntos e encobria um ao outro quando eles aprontavam, tio Arthur era sempre serio e vivia os repreendendo dizendo que os dois deveriam ser mais responsáveis. 
Depois de algum tempo em silencio, lagrimas e abraços, ela se afastou um pouco para me olhar nos olhos, pegou meu rosto com as mãos e falou:
– Bella, meu amor, eu estou muito feliz que esteja aqui, mas preciso saber, o porquê de você está aqui sozinha?
Eu sabia que ela me faria essa pergunta, e eu estava pronta para responder.
– É que Renée me colocou para fora de casa, e eu não tinha mais para onde ir - eu disse começando a chorar, ela arfou e colocou uma mão na boca de espanto.
– Mas por quê? Conte-me tudo.
– Bom, eu cheguei da escola e aquele... Aquela coisa que Renée insiste em chamar de marido estava come sempre deitado no sofá, e quando me viu começou a me provocar, mas como sempre eu o ignorei estava bêbado. Então eu fui para o meu quarto, ele foi atrás, ai ele mexeu com o nome de papai - eu respirei fundo e continuei - Eu não aguentei. Tia eu juro que eu fiz de tudo para ignorá-lo, mas eu não podia deixar ele falar daquele jeito do meu pai, não podia... - comecei a chorar e tia Claire limpou minhas lagrimas.
Respirei fundo mais algumas vezes para me acalmar e continuei:
– Então, eu não aguentei e falei tudo o que estava preso na minha garganta durante todos esses anos. Ele não gostou e me segurou com força, e depois quando eu menos esperava, ele me jogou na cama e começou a rasgar minhas roupas e a me tocar - fechei os olhos e sacudi a cabeça, para me livrar das imagens que estavam vindo. Quando abri os olhos reparei que minha tia estava com os dentes trincados, ela fez sinal com a cabeça para eu continuar - Até que finalmente Renée chegou antes que ele pudesse fazer alguma coisa, mas ele foi mais esperto do que eu, e deu a versão dele dos fatos e ela claro acreditou no marido cretino dela. Depois que ele saiu do quarto, ela me bateu e disse para eu ir embora e nunca mais voltar, porque ela não tinha mais filha, que para ela era como se eu estivesse morta.
Minha tia olhou-me chocada, vi a mesma expressão de fúria que tinha visto nos olhos de Edward nos olhos dela.
– Como aquela destrambelhada se atreveu? - Ela começou a gritar, depois se levantou e ficou andando de um lado para outro. - Como aquela vaca teve coragem de colocar uma criança para fora de casa? - ela continuou - E a casa nem é dela, foi o meu irmão que comprou sozinho, com o dinheiro dele. Ela não devia ter feito isto. Espero que ela não apareça na minha frente, porque se não eu nem sei o que eu faço com ela...
– Tia se acalme, eu nem ligava muito para casa. Eu só sofria lá. - eu disse tentando acalmá-la.
Ela pareceu não me escutar ficou andando de um lado para o outro, depois olhou para mim e sorriu. Ela veio até o sofá onde eu estava sentada e me abraçou forte.
– Desculpa meu bem, estou tão nervosa. Mas agora você está aqui comigo e eu vou cuidar de você, e nunca vou deixar nada nem ninguém te machucar. Agora o que você acha de descansar um pouco hein? Amanhã vamos fazer um monte de coisa, e vai poder ver sua prima, quando ela voltar da casa da amiga dela.
– Tudo bem, eu acho que estou meio cansada.
Ela me levou, para o quarto de hospedes que agora seria meu. E disse que no dia seguinte iríamos fazer compras, e arrumaríamos o quarto para ficar com a minha cara.
Tomei um banho demorado e desabei na cama exausta. Logo adormeci acordei no outro dia, descansada e também intrigada. Eu havia tido um sonho, mas não me lembrava de nada, nem como foi, nem onde estava, a única coisa que eu tinha certeza é que Edward estava no meu sonho. Eu sorri.
Depois de escovar os dentes desci para a cozinha, parecia que minha tia ainda não tinha acordado então resolvi fazer um café especial para ela, por ter me acolhido. Estava indo em direção à cozinha quando o telefone tocou, eu corri para atender podia ser minha prima.
Tirei o fone do gancho.
– Alô!

quarta-feira, julho 23, 2014

Fanfic A Fera Vermelha – Capítulo III

Autora: AnnaThrzCullen

Gênero: Romance, drama

Classificação: +16 anos

Categoria: Beward

Avisos: Adaptação, Linguagem Imprópria, Nudez e Sexo

 

Capítulo III

— Meu primo e aquele porco que o domina pouco se importaram com esse lugar.

Tentando acompanhar os passos largos do marido, Isabella não respondeu. Sentia a mesma fúria de Edward e, ao lado dele, percorria o castelo. Toda a beleza que podia ter existido na propriedade estava agora, encoberta pela imundície e pela negligência. O belo e rico castelo de que tanto ouvira falar não era adequado ao porco que percorria livremente seus aposentos.

Ela lutava contra a raiva. O sentimento era inútil. O dano estava feito. A energia que desperdiçava odiando o causador do estrago seria mais bem empregada se trabalhasse duro para repará-lo.

Fanfic: Dois Mundos, Duas Vidas - Capitulo 8

Autora: Giis Vieira

 Género: Aventura, Drama, Lemon, Romance

Classificação: +16

Categoria: Saga Crepúsculo

 Avisos: Linguagem imprópria, Sexo, Violência



Capítulo 8
Edward
– Vamos Edward. Não seja tão teimoso, sei que depois disso, você não resistirá e vai começar a me amar também.
Ela já estava bem na minha frente, então ela colocou os braços ao redor do meu pescoço. E eu estava me controlando muito para ser educado e não ferir seus sentimentos, mas ao que parecia ela não me daria muitas escolhas.
– Tanya, eu não quero ser rude com você, então, por favor, pode sair do meu quarto?
– Ora Edward, me diz que você não me deseja tanto quanto eu te desejo? - ela se pressionou mais o corpo dela ao meu.
Eu queria que tivesse alguma maneira de afastá-la de mim sem usar a força bruta, mas parecia impossível, ela me segurava com muita força. Droga se ela fosse humana eu me livraria numa boa, mas Tanya era a vampira mais forte que eu já havia conhecido.
– Ora Edward, admita, eu sei que você me quer.
– Desculpe Tanya, mas eu não te desejo. Agora me solte. - falei entre dentes. Eu juro que não queria falar dessa maneira com ela, mas não tive escolha, mas ela não me deixou alternativas.
– Como é? - Ela perguntou incrédula. - Olhe para mim Edward. - Ela se afastou, para eu poder ver seu corpo perfeito.
– Olhe bem Edward, eu sou perfeita. Nenhum homem humano ou vampiro jamais resistiu a mim, não seria diferente com você.
Isso era verdade com sua beleza e perfeição, ela conseguia qualquer homem que quisesse. Tanya começou a pensar em todas as suas conquistas.
– Não estou dizendo que não seja você é linda e sabe disso - disse olhando de seu rosto ao seu corpo lindo e perfeito. Mas mesmo ela sendo perfeita, não me causava as mesmas sensações que eu sentia olhando para Bella.
– Então o que é Edward?
– Tanya eu vou ser sincero com você. Eu gosto de você, mas o sentimento é o mesmo que sinto por minhas irmãs.
– É por causa da garota humana, não é? - ela gritou. - Vai me dizer que ela é melhor do que eu? Que ela é mais bonita?
Eu não disse nada aquele drama todo, já estava me cansando. Estava começando a ficar nervoso não queria que ela envolvesse Bella em nossa discussão, afinal de contas ela não tinha culpa. E mesmo antes de conhecê-la, eu já não sentia nada por Tanya e havia deixado claro.
– Por favor, Tanya não envolva Bella nessa conversa. Ela não tem culpa.
– Ah... Então, me diga Edward se ela é melhor que eu ou mais bonita? - ela insistia em nessa pergunta.
Ela estava parecendo a Rosálie. Tanya estava andando muito com ela. Às vezes chegava achar se Tanya e Rosálie não tinha nenhum parentesco. Elas eram completamente iguais. Tudo tinha que ser sobre elas, sobre a beleza delas. Para vampiras elas conseguiam ser bem mesquinhas.
– Não tem nada a ver com beleza Tanya, e sim com o que eu sinto por ela, e sim Bella é linda. Ela é uma das criaturas mais lindas que já conheci.
– O que está dizendo? Você está apaixonado por ela? - perguntou ela incrédula. - Achei que fosse uma piada de mau gosto sua e da Alice para me irritar.
– Paixão é pouco. Eu a amo.
“Apenas uma noite e já está apaixonado. E nem ao menos encostou nela. Como pode saber?” perguntou ela presunçosa. 
– O amor vai além do contato físico, Tanya - respondi seu pensamento provocativo. - Não precisa fazer sexo com uma pessoa para saber se a ama ou não.
– Ah não? Eu posso te provar se vai ou não. Se depois disso você ainda sentir o mesmo eu te deixo em paz - ela propôs vindo novamente em minha direção, com os braços estendidos. Segurei seus pulsos impedindo-a de continuar.
– Desculpe mais uma vez Tanya - disse olhando em seus olhos - Mas eu realmente não sinto o mesmo que você. Eu amo a Bella de verdade é mais forte do que eu.
Ela se afastou de mim andando de costas, ainda olhando para mim. Então ela mostrou os dentes e rosnou.
– Você é um idiota Edward, vai se arrepender por isso.
Depois ela saiu do quarto pela janela, sem se dar ao trabalho de abri-la. O barulho da janela sendo arrancada da parede foi ensurdecedor.
Ouvi os outros subindo a escada, não duvidava nada que eles tenham ouvido tudo.
Senti a mão de Carlisle em meu ombro esquerdo, e Alice segurando minha mão direita.
“Começamos bem hein Ed” Pensou Emmett ele estava gargalhando em sua mente, quase não estava conseguindo conter o riso.
– Bem, eu vou ver como Tanya está - disse Kate, colocando a mão em meu ombro e sorrindo - Não se preocupe com ela Ed. Tanya é bem geniosa quando não consegue o que quer, ela não está acostumada a ser rejeitada. Bom, mas tudo tem sua primeira vez não se pode ganhar todas. - Ela concluiu rindo.
– Mas será uma experiência boa para ela. - Completou Irina também rindo - Vamos Kate, temos que impedi-la de quebrar a casa.
AS duas irmãs saíram, deixando-me só com minha família. Ninguém falou nada, nem mesmo Emmett com suas piadinhas, quer dizer, Rosálie é claro que se doeu pela amiga, estava pensando palavras bem ofensivas em defesa da amiga.
“Idiota, estúpido, grosseiro. Como pode ser tão burro? Como pôde humilhá-la por causa daquela forma? E tudo isso por uma garota humana. Você é um retardado...”.
Parei por ai, não queria mais ouvir os outros nomes carinhosos que ela me chamava.
Carlisle pareceu perceber, pela expressão assassina de Rosálie, que ela me ofendia por pensamento.
– Chega Rosálie! - ele disse num tom autoritário, que ele nunca havia usado antes. - Edward tem o direito de decidir a vida dele e com quem vai ficar. Não cabe a você ou a Tanya decidir por ele. Ele ainda está confuso e essa atitude de vocês não ajuda em nada.
Rosálie cruzou os braços contrariada, e ficou me fuzilando com os olhos, eu bloqueei seus pensamentos, mas ainda escapavam algumas coisas como: idiota, retardado, burro, inútil e coisas piores.
Eu estava super feliz por estar de novo com minha família, achei que seria o momento mais perfeito da minha existência, mas Rosálie e Tanya conseguem estragar tudo como sempre. Não queria ter que partir de novo, mas se continuasse assim eu iria embora de novo e ainda as desmembrariam.
Senti a mão de Jasper em meu ombro
“Venha irmão, vamos caçar. Você aproveita e respira um pouco, prometo não pensar muito”.
Ele deve ter percebido a mudança do meu humor, logo fui envolvido numa áurea de tranquilidade.
– Venha você também Emm. - ele disse. Emmett abriu um sorriso enorme.
– Aposto que derrubo o maior urso, mais rápido que vocês. - disse Emm rindo, eu ri também.
– Então vocês vão ter que me acompanhar - eu disse saltando pela minha janela, não mais existente.
(*)
Ficamos horas fora de casa caçando, o que foi ótimo, não queria voltar para casa e aguentar os pensamentos de Rosálie.
Sentamos em uma pedra e ficamos vendo o sol nascer, era lindo e fascinante ver as cores que o céu ficava primeiro cinza depois ia surgindo um rosa pálido. Era realmente uma visão linda, só não mais bonita do que Bella corando ou sorrindo. Pensar nela me bateu uma tristeza e um arrependimento por não tê-la roubado para mim.
– Então nosso irmãozinho está apaixonado? - disse Emmett rindo tirando-me dos meus pensamentos com um soco no ombro.
– Sim Emmett estou - eu não conseguia esconder o quanto minha voz vibrava quando eu falava isso.
– Wow... Mas francamente Edward tudo bem que você está apaixonado por outra, mas dá um fora na Tanya? Cara você é o único vampiro...
– Emmett se você ama ter dois braços e duas pernas, não termine essa frase, e nem o seu pensamento. - eu o interrompi, a mente de Emmett era muito transparente, como uma piscina rasa, na maioria das vezes ele falava o que estava pensando. E muitas vezes, falava sem pensar.
Jasper se acabava de tanto rir. Eu senti falta dessas duas figuras. Por mais que às vezes, eu queria arrancar os braços de Rosálie, não podia deixar de agradecê-la por ter escolhido um marido como Emmett, me dando um ótimo irmão e um grande amigo. O mesmo acontecia com Jasper e Alice, por mais que eles fossem irritantes, no caso de Alice é claro, eu não poderia ter irmãos melhores que eles. Eu os amava muito e era fácil esquecer que não éramos irmãos de sangue de verdade.
“Não precisa falar, se não quiser, é que eu estou curioso...” O pensamento de Emmett interrompeu meus devaneios.
– Você está sempre curioso Emm. - eu disse rindo
Eles esperaram que eu começasse a falar, até Jasper que já sabia da história nos mínimos detalhes ficou quieto prestando atenção.
– Bom eu não sei como explicar, é tudo muito confuso, isso é novo para mim vocês sabem. Mas no momento que eu a olhei eu sabia que era ela, sabia que era com ela que eu queria ficar.
– E por que não ficou lá com ela ou a trouxe para cá? Desculpe, mas ainda não entendi isso, se você já a ama dessa maneira, se você tem tanta certeza desse sentimento não vejo razão para não ficarem juntos desde já. - Essa era uma boa pergunta. Às vezes nem meu mesmo sabia explicar, nem os motivos que eu havia dado a Alice e Jasper me pareciam fazer sentido.
– O caso Emm, - Jasper começou a explicar - é que além dela ser humana, ela ainda é muito novinha, Bella só tem 14 anos. É claro que Ed poderia esperar mais alguns anos, esperar ela amadurecer, mas pensa o quanto seria perigoso para ela. E tem ainda a questão de como ela reagiria ao saber que ele é um vampiro.
– E Jasper se esqueceu de mencionar, como cheiro dela é atraente para mim - completei desanimado.
– Mas você resistiu.
– Eu sei Emm. Mas imagina como seria conviver com ela todos os dias sentindo o cheiro dela que é muito forte, eu não conseguiria resistir até ela poder ser transformada.
– Claro que iria - ele colocou a mão no meu ombro - Depois do papai você é o mais controlado.
– Emm está certo Ed, você poderia tê-la atacado, enquanto ela dormia, ou quando ela te beijou, mas não o fez você resistiu.
De repente Emmett explodiu em uma sonora gargalhada, que estremeceu a pedra onde estávamos sentados.
– Cara quer dizer que nosso Ed deu seu primeiro beijo - ele dizia tremendo de tanto rir - Ele perdeu a B.V. com uma garotinha de 14 anos - ele dizia entre risos, e se fosse possível seus olhos estariam lacrimejando.
Ah, claro como eu poderia esperar que ele não risse. Ele sempre tirou sarro da minha disso, dizendo que eu era o único vampiro na face da terra virgem. Olhei para Jasper ele também estava tremendo de tanto rir. Depois olhou para mim sério e pensou:
“Desculpa irmão, achei que você tinha contado essa parte para eles”.
– Cara um beijo e já está gamado, imagina se... 
– Chega Emmett - eu e Jasper dissemos juntos. Acho que Jasper nem precisava ler os pensamentos de Emm para saber o que ele estava pensando.
Mas confesso que gostei da ideia, isso me fez lembrar dela naquele pijama que mostrava metade de sua barriga esbelta. Peguei-me imaginando como seria tocar sua pele, distribuir beijos por todo o seu pequeno corpo, principalmente naquela barriga que me encantou. Eu e Bella entregando-nos a paixão...
“Edward, por favor, você poderia parar com isso?” O pensamento de Jasper me interrompeu, era melhor eu parar mesmo, antes que meu lado pervertido recém-descoberto, falasse mais alto e eu começasse a ouvi-lo.
Olhei para Jasper ele me olhava com uma sobrancelha levantada. Emmett tentava segurar o riso.
– Que foi? - Perguntei inocentemente.
– Nada - murmurou, mas completou seus pensamentos.
“Só o teor dos seus sentimentos que andam me assustando um pouco”
Eu ri e ele também, Emmett gargalhava. Emmett não precisava ouvir pensamentos nem sentir como as pessoas estavam sentindo para entender, acho que ele nos conhecia tão bem que era fácil detectar algo.
“Pois é Ed, acho melhor parar, se não quem vai sofrer vai ser a pobre da Alice” E continuou gargalhando.
(*)
Já estava quase anoitecendo quando voltamos para casa. 
O céu já estava todo escuro. Eu estava no meu quarto separando algumas coisas, eu tinha acabado de ajudar Esme a trocar minha janela.
Estava organizando minha pilha de disco, quando senti a presença de alguém:
“Ed, por favor, eu vim em paz, posso entrar?”– “Era Rosálie provavelmente veio me falar mal de mais alguns nomes que se lembrara -” Eu não vou te ofender eu juro, só quero conversar com você “– Será”? Mas só tinha um jeito de saber...
– Entre Rose - disse por fim.
– Edward, me desculpe - ia dizendo enquanto entrava no meu quarto - Sei que não tenho o direito de me meter na sua vida, mas você é meu irmão, e eu me preocupo com você, com a sua felicidade. - eu ia começar a falar, mas ela ergueu a mão me impedindo - Deixa-me terminar, por favor. Eu sei que estão todos felizes por você ter se apaixonado, porque agora você parece mais feliz. E porque isso te mudou mesmo em pouco tempo dá para ver a mudança. Mas o que realmente me preocupa é se essa garota corresponde a esse sentimento.
Olhei para ela meio desconfiado, li sua mente, mas ela estava me bloqueando.
– Aonde você exatamente quer chegar Rosálie? - perguntei já impaciente.
– Ed você está aqui, e ela lá na Califórnia. Você não sabe quando, ou se vai vê-la novamente. Ela pode ter se apaixonado por você também, agora. Mas ela ainda é uma menina, não tem maturidade ainda para saber o que quer. Ela ainda vai viver por muita coisa. Você que a mentalidade dos humanos não é igual a nossa. Ela vai conhecer outras pessoas, outros garotos, ela vai se apaixonar muitas vezes, ter muitas experiências, namorar, casar, ter filhos...
– Chega Rosálie. 
Aquilo estava me torturando, só de imaginar Bella nos braços de outro homem suspirando o nome dele, ou pior ela com um filho de outra cara, um filho que eu nunca poderia dar a ela. Eu sabia que tudo que Rosálie falava era verdade, mas eu não queria ouvir nada daquilo.
– Não eu tenho que continuar - disse olhando em meus olhos - Ela vai te esquecer Ed. - aquilo foi como um rasgo no meu peito doeu mais, do que o veneno de vampiro em minhas veias. - Ela vai ser feliz. E você Edward? Onde vai estar sua felicidade? Por isso acho que a Tanya seria a companheira ideal para você, e com o tempo...
– Ah, eu sabia - eu a interrompi - Sabia que Tanya estava no meio. Mas não é assim que funciona Rosálie, você sabe que nossos sentimentos não mudam.
– Você não sabe ninguém sabe. Você sabe que eu estou com Emm até hoje, assim como nossos pais e nossos irmãos, porque eles foram destinados para nós, sempre soubemos que seriam nossas almas gêmeas, e acima de tudo somo iguais. Mas essa garota - ela suspirou - Ela alguma vez deu garantias para esse sentimento? - eu ia protestar, mas ela não me permitiu - Um beijo? - Ah, eu ia matar Emmett, porque ele não pode manter aquela boca fechada - Ela poderia ter beijado qualquer um que tivesse a ajudado. Desculpe Ed. Olhe eu só quero sua felicidade, então pense com carinho no que eu te falei.
Ela se aproximou de mim e pegou minhas mãos.
– Não quero que fique infeliz, nem que vá embora de novo, porque se sente assim, eu quero sempre te ver sorrindo.
Ela me deu um beijo na testa e saiu. Eu me joguei na minha cama e fiquei olhando para o teto pensando em tudo o que ela havia dito.
Rosálie me dera muito no que pensar, e embora eu não quisesse admitir ela estava certa. Por mais que Alice estivesse otimista e confiasse em suas visões com relação ao meu futuro com Bella, Rosálie tinha razão, a mente humana não funcionava como a nossa, ela iria mudar.
Não havia só a questão de um sentimento não correspondido, havia também o fato de sermos vampiros, e se ela não aceitasse? E se ela não quisesse ser uma de nós? E se quando eu voltasse para vê-la, ela estivesse nos braços de outro. Eu nem podia imaginar uma coisa dessas.
Bateram na porta do quarto, e eu estava tão envolvido, no meu dilema interno que nem percebi de quem era os pensamentos, até ela se sentar na minha frente.
– Ed? - Alice me chamou com uma carinha distante e triste.
– Oi Alice. Que Carinha é essa querida? - perguntei pegando suas mãos pequenas.
– Edward eu vi. O que você está pensando? O que deu em você? Você não pode... É loucura... isso tudo é Armação de Rosálie e Tanya. Eu vi tudo.
– Rosálie está certa Alice. Eu que não quis ver isso.
– Não, ela não está. Você não vai cair nessa vai? Edward não vai da certo esse seu futuro alternativo. Você vai sofrer. Você será infeliz.
– Você não sabe. Como você mesma diz que o futuro é uma caixinha de surpresas.
– Mas Edward... - ela começou a falar e eu a interrompi
– Alice, por favor, eu sei o que é melhor para mim. E sei que eu vou ser mais feliz se me envolver com a mesma espécie, gostaria que não se intrometesse.
– É você tem razão à vida é sua faça dela o que quiser, e não se preocupe Edward eu não vou me intrometer na sua infelicidade. - dizendo isso ela se levantou e saiu do quarto sem olhar para mim.
Que ótimo, era só o que me faltava ficar brigado com Alice. Eu gostaria muito de ser tão confiante como Alice, mas a conversa com Rosálie me trouxe a realidade.
Decidi sair, queria pensar e não ser interrompido por mais ninguém. Sai pela janela mesmo, não queria ter que dar explicações ninguém.
Comecei a correr, a sensação do vento batendo no meu rosto era ótima me ajudava a distrair-me de meus pensamentos conturbados. Corri até chegar ao alto de uma montanha onde havia uma imensa pedra, sentei-me nela e fiquei observando os esquiadores, era uma vista muito bonita.
Já estava ali sentado não sei por quanto tempo o céu começara a atingir um tom de rosa meio pálido, estava amanhecendo, eu ia voltar para casa, todos deveriam estar muito preocupados. Levantei-me e senti a presença de mais alguém, virei meu corpo para encará-la.
– Desculpe Edward - disse Tanya - Eu sempre venho aqui para pensar, não sabia que já tinha alguém - ela virou-se para ir embora.
– Não precisa ir, eu já estava indo, mas se quiser podemos dividir a vista - eu disse sorrindo para ela. Que merda que eu estava fazendo?
– Ed, me desculpe por aquele dia, você mal chegou e olha como eu te tratei - ela disse sem jeito. “Desculpe-me Edward, eu sinto muito” – Ela estava sendo sincera.
– Tudo bem já passou.
– É que eu não me dou muito bem com rejeição, e não é a primeira vez que você me recusa. - ela riu - E não é só isso, eu gosto de você Edward, gosto muito mesmo - ela pegou minha mão e olhou bem nos meus olhos. - Eu só peço uma chance para mostrar que posso te fazer feliz - dizendo isso ela se aproximou mais.
De repente tudo que Rosálie me disse veio à tona na minha cabeça. E se ela estivesse certa? Se eu desse uma chance a Tanya, quem sabe meus sentimentos por ela não apareceriam. Só havia um jeito de saber.
Ela puxou-me para mais perto de seu corpo. Dessa vez eu não resisti rendendo-me aos seus lábios.

sábado, julho 19, 2014

Fanfic: Dois Mundos, Duas Vidas - Capitulo 7


Autora: Giis Vieira

Género: Aventura, Drama, Lemon, Romance

Classificação: +16

Categoria: Saga Crepúsculo

Avisos: Linguagem imprópria, Sexo, Violência



Capítulo 7
Bella
Com a cabeça ainda pulsando por causa do beijo, eu segui para a casa. 
Estava muito nervosa, eu não sabia se tia Claire iria me reconhecer, afinal já fazia anos que não nos víamos. Ela e Renée não se davam muito bem e depois da morte de papai, minha mãe cortou qualquer tipo de contato com ela.
Cheguei à porta respirei fundo duas vezes e toquei a campainha. 
A porta abriu e uma mulher me recebeu, eu a reconheci na hora, mesmo tendo quase sete anos sem vê-la, eu reconheceria aqueles olhos castanhos claros, era da mesma tonalidade dos de papai e dos meus, ela até tinha os mesmos cachos a pesar de agora estar loura.
– Claire Swan? - perguntei meio insegura.
– Sim, quem é você? - ele perguntou desconfiada, como eu tinha pensado ela não me reconhecia.
– Sou eu Isabella Swan, filha de Charlie.
Ela olhou-me dos pés a cabeça, depois seus olhos se encheram de lágrimas, ela me deu um abraço apertado e eu retribui também chorando.
– Ah meu Deus Bells. Eu nem acredito que é você mesma. Venha vamos entrar.
Ainda abraçada a ela eu entrei na casa.
Edward
Dirigi o mais rápido que pude sem parar, fui direto para o aeroporto, sem me importar de pegar minhas coisas, eu compraria tudo outra vez, tenho certeza que Esme e Alice já fizeram isso por mim. Não queria voltar ao apartamento, onde a presença de Isabella Swan era tão forte, tive medo de entrar lá senti seu cheiro, não aguentar e voltar até a casa da tia dela, para roubá-la. E eu não duvidava nada que seria capaz de fazer isso.
Já dentro do avião, liguei o mp3 que eu tinha comprado em uma loja do aeroporto e coloquei um rock pesado bem alto, isso não fazia isso, mas eu não queria pensar muito menos ouvir pensamentos alheios, fechei os olhos, isso foi bom. A única coisa que eu não conseguia era tirar o rostinho de Bella da minha cabeça.
A viagem foi longa, e eu agradeci por isso, eu ainda não estava preparado para falar sobre meu atraso muito menos com vontade deter de encontrar Tanya, alias eu estava com tanta raiva dela e de Rosálie que era bom, não vê-las ainda. 
O avião aterrissou e eu já estava mais tranquilo. Na verdade eu estava um pouco ansioso, já fazia mais de dez anos que eu não via os meus pais e irmãos, quer dizer Alice sempre ia me visitar, mas isso já tinha uns cinco anos. 
Já tinha descido do avião, e estava inda para saída pegar um taxi, quando vi duas figuras, fiquei intensamente feliz e aliviado por serem eles ali.
Enquanto ia me aproximando, Alice abria um imenso sorriso, ao lado dela Jasper também sorriu e acenou com a cabeça.
“Bem vindo irmão” 
Foi só o que ele pensou, mas foi com tamanha intensidade que me deixou super feliz. Alice como sempre não esperou eu chegar até eles, acho que a velocidade humana a deixava impaciente, ela correu até mim e se atirou em meus braços.
– Bem vindo, Edward, bem vindo. Estou tão feliz que você já esteja aqui. - ela falava enquanto me apertava de uma forma que se eu fosse humano estaria morrendo sufocado.
– Como vai Alice? Também senti sua falta pentelha. - dizendo isso eu a apertei mais e a girei no ar. - Nunca mais foi me ver na Califórnia.
Jasper veio em nossa direção, calmo como sempre rindo da atitude de Alice que ainda estava pendurada em meu pescoço.
– Bem vindo Edward, fico feliz que tenha decido voltar a viver com a gente.
Ele apertou minha mãe e me deu um abraço. Seguimos em direção ao carro, com Alice tagarelando como sempre, contando as novidades que eu perdi. Sentia-me culpado por ter perdido tantos momentos com minha família, mas agora eu estava de volta. E não pretendia sair mais de perto deles. 
Fomos conversando o caminho todo, Alice e Jasper foram me falando do lugar. Eu gostei muito do lugar, porque além de bonito, eu poderia sair de dia, fora que as opções de caças eram muito boas. Logo propus uma competição de boas vindas entre Jasper, Emmett e eu, Emmett ficaria eufórico. Estava mais que ansioso para ver meu irmão urso outra vez, e mais ainda para ver papai e mamãe. Estava tudo perfeito.
De repente veio à imagem do rosto de bela em minha mente. Não, não estava tudo perfeito, eu sentia falta dela, arrependi-me amargamente de tê-la deixado ir. Eu poderia ter dito a ela que não tinha achado nada sobre a tia dela, e então proposto a ela ficar comigo e minha família, mas como ela reagiria ao descobrir o que nós éramos?
Jasper percebeu minha mudança de estado de espírito e olhou-me interrogativamente pelo retrovisor. Alice também percebeu, mas ao contrário de Jasper, Alice não era daquelas que ficava na dela e nos deixava pensar.
– Algum problema Edward?- ela perguntou-me virando para traz.
– Não é nada. - menti. Por mais que eu soubesse que Alice e Jasper eram as pessoas ideais para conversar sobre meus sentimentos sobre Bella, eu não queria falar não agora.
– Edward eu conheço você muito bem, sei que você está mentindo posso sentir - disse Jasper. Que droga! Esqueci que ele era capaz de perceber, mas acho que mesmo que ele não tivesse esse dom ele perceberia de qualquer jeito. - Sei o que você está sentindo Edward.
– Sabe? Como Jazz? Nem eu mesmo sei o que acontece comigo. 
– Talvez você precise conversar um pouco. - intrometeu-se Alice. - Por favor, Edward você vai se sentir melhor. Eu não contei nada como prometi, mas acho que se você desabafar vai se sentir melhor.
Isso era verdade, e não tinha pessoas melhores para desabafar-me do que Alice e Jasper, além de Esme e Carlisle, eles eram mais sensíveis, não que Emmett fosse insensível, talvez Rosálie fosse um pouco, mas creio eu que Jasper e Alice me entenderiam melhor.
– Eu sei o que está sentindo Ed. - continuou Jasper. - Não precisa se sentir assim.
– Então me diga Jazz, me diga, por favor, o que está havendo comigo. - pedi desesperado.
– Você está apaixonado Edward, mas ao mesmo tempo se sente culpado. Eu não entendo o porquê do sentimento de culpa afinal amar alguém é a melhor coisa do mundo. - dizendo isso ele sorriu seus olhos foram para Alice, e ela pegou a mão dele que estava livre.
Respirei fundo, e contei tudo a eles, Alice como eu já esperava não ficou surpresa, afinal ela tinha visto meu atraso e o motivo por traz dele, Jasper escutava tudo em silencio, nem mesmo Alice me interrompeu em quanto eu narrava para eles.
Eu contei tudo, desde a primeira vez que coloquei os olhos nela, como o seu cheiro me atingiu. Depois de como eu achei na rua assustada, e decidi levá-la para casa. Contei como me sentia perto dela, minha reação quando descobri o porquê dela estar sozinha numa cidade desconhecida, nessa hora até Alice e Jasper ficaram chocados quando contei que Bella havia sido quase violentada pelo padrasto e ainda por cima colocada para fora de casa. Falei como me sentia toda vez que lembrava que tinha que deixá-la, por fim falei do beijo e de como me senti por ter sido beijado por ela.
Depois que contei sobre o beijo o sorriso deles ficaram meio presunçosos.
– Fala sério Edward. - Alice disse depois de ouvir toda minha narração - Eu não preciso ter o dom do Jazz para saber que você está caidinho pela garota. Só você ainda não percebeu.
– Ele percebeu sim Alice - interveio Jasper - o problema é que ele não quer aceitar, na verdade ele já aceitou, mas ele se sente culpado por ela ser apenas uma criança, e tem medo pelo que somos, e que possa machucá-la. Mas ele já provou que é capaz de se controlar. 
– Isso tudo é além do ridículo Ed, você sabe que não vai envelhecer, e tecnicamente você só é três anos mais velho que ela. Pronto problema resolvido.
Assim para ela era tão fácil falar. Ela esqueceu-se do fator mais importante: eu era um vampiro e ela era uma humana.
“Você tem medo da reação dela, tem medo dela não aceitar o que você é.”
– Sim Jazz - respondi aos pensamentos de Jasper, era incrível como ele captava rapidamente. - Enquanto estava no avião me arrependi de não ter contado uma mentira qualquer só para trazê-la para cá, - confessei - mas tive medo de se contasse a ela minha verdadeira condição, ela fugisse de mim. Foi melhor assim.
Eles me olharam com compaixão. E eu podia entender o porquê dela. Já havia quase cem anos que eu era um vampiro e nunca, me apaixonei por ninguém nem mesmo da nossa espécie. Eu vivia sempre infeliz deprimido e desejando a minha morte. Não me achava digno de ter um amor, como meus pais e meus irmãos.
Nem mesmo Tanya, que um dia já fora uma grande amiga, todos apostaram fundo que com o tempo eu e ela seriamos um casal, mas o sentimento que eu tinha por ela era o mesmo que tinha por minhas irmãs.
Continuamos o caminho em silencio, eu queria pensar um pouco em tudo o que Jasper e Alice haviam dito e o que eles estavam pensando. 
Tanto Jasper e Alice, me disseram que não havia com o que me preocupar, primeiro por que era bem capaz de eu não ver mais a garota, eu não gostei nem um pouco desse fato, mas não pude dizer nada eu escolhi assim. Segundo era que eu poderia esperar alguns anos e depois tentar encontrá-la afinal de contas eu sabia onde a tia dela morava. 
Depois de um tempo seus pensamentos ficaram mudos, acho eu que eles estavam me dando um tempo sozinho com os meus, afinal de contas quando chegássemos em casa eu não teria folga. Fiquei pensando em todos os conselhos, em um especifico de Jasper.
Segundo ele pela reação de Bella antes de nos separarmos por definitivo, ela estava tão apaixonada por mim quanto eu por ela, então eu poderia esperar um tempo, tempo suficiente para ela amadurecer, e claro para ter certeza do que sente por mim, então eu a procuraria, se ela sentisse o mesmo que eu, contaria tudo para ela, afinal de contas quando se ama uma pessoa o resto não importa, nem mesmo se essa pessoa for um vampiro.
Confesso que era bem atraente, talvez eu não esperasse um tempo, eu voltaria para Califórnia, iria até a casa onde ela estava, conversaria com ela para ter certeza dos seus sentimentos por mim e pediria para ela me esperar. Estava perdido em meus pensamentos pensando em Bella me aceitando do jeito que eu era, e dizendo que me amava e iria me esperar o tempo que fosse.
– Edward chegamos - Alice tirou-me dos meus devaneios.
Sai do carro. Não vi de onde veio, mas um vulto enorme me pegou de surpresa, em um instante eu estava no ar no outro estava no chão. Emmett eu sabia que ele se aproveitaria da minha distração.
– Quem diria hein Ed que um dia eu conseguiria te pegar desprevenido. - ele riu e me deu um abraço de urso. - Bem vindo mano senti sua falta.
– Também senti a sua cara.
Depois foi a vez de Rosálie, ela me deu um abraço e um beijo no rosto, eu estava super feliz em vê-la, mas como sempre seus pensamentos estragavam tudo.
“Ah Edward, Tanya está te esperando, por favor, seja educado e...”.
– Rose, eu gostaria que você parasse de pensar sobre isso – eu a interrompi seu pensamento eu realmente não queria saber.
– Tudo bem, mas como eu sempre digo dessa vez você não vai resistir. - ela se afastou de mim e foi abraçar Emmett.
Depois veio Irina e Kate irmãs de Tanya, eu as adorava, sempre conversava bastante com elas, sem contar que elas respeitavam meu espaço, e ao contrario de Rosálie não ficava insistindo para eu ter algo com Tanya, logo atrás delas estavam Carmem e Eleazar, eles também eram muito queridos. 
Depois de ser cumprimentado e receber os votos de boas vindas de todos, Alice me puxou pela mão para entrarmos na casa, ela era enorme e linda, as paredes da sala foram todas substituídas por vidros, e os moveis eram em tom claros, era nossa preferência tons claros. No canto da sala havia um piano imenso preto igual ao que eu tinha no apartamento, aposto que aquilo só podia ser obra de Esme, ela adorava quando eu tocava.
Por falar em Esme, lá vinha ela abraçada com Carlisle descendo as escadas para me dar um abraço. Acho que essa foi a cena mais linda que já vi na minha existência.
“Estou tão feliz que esteja de volta meu bem” – Pensou ela como sempre seus pensamentos sobre mim era bondosos cheios de amor e carinho.
“Bem vindo filho, espero que não decida partir mais, sentimos muita a sua falta” - dessa vez o pensamento foi de Carlisle. Era incrível não importava quanto tempo eu ficasse fora, ou quantas vezes eu errasse com eles sempre me recebiam de braços abertos, como se nada tivesse acontecido. Sim eu tinha sorte, muita sorte pela família que eu tinha.
Ainda abraço aos meus pais, fomos para o sofá nos sentar, eu contei tudo a eles sobre como tinha sido minha vida, nessas ultimas décadas, contei sobre meu atraso e o motivo por traz dele. Contei tudo sobre Bella e como me sentia em relação a ela. 
Esme ficou feliz por eu finalmente ter encontrado uma razão para existir, Carlisle preocupado, pelo fato dela ser uma humana. Mas no final ele disse-me para não me preocupar que para tudo tinha um jeito e não importava minha decisão, eles estariam comigo. Todos ficaram super felizes pelo fato de eu finalmente ter encontrado alguém a quem amasse. Quer dizer quase todos, pude ouvir Rosálie trincando os dentes e alguma coisa lá fora sendo quebrada, Tanya, provavelmente estava ouvindo.
Eu não tinha visto Tanya em lugar nenhum desde o momento que eu cheguei, ela não foi me cumprimentar e depois que eu contei sobre Bella ela nem se deu ao trabalho de olhar na minha cara. Eu achei o comportamento dela ótimo não queria saber o que ela estava pensando. 
Depois de um tempo conversando Esme insistiu para que eu fosse ao meu quarto ver como havia ficado, e se eu gostaria dele ou iria querer mudar algo. Nem precisaria eu confiava nela, Esme sempre acertava meu gosto. Mas tinha sido uma ótima ideia queria fugir dos pensamentos provocativos e maliciosos de Emmett e dos pensamentos indelicados de Rosálie.
Cheguei ao final do corredor do segundo andar, onde ficava meu quarto e abri a porta branca com detalhes em dourado - coisa de Alice eu tinha certeza. Estava entrando no quarto, olhei ao redor e parei quando eu a vi deitada na minha cama. Tanya - ela não tinha jeito - estava completamente nua, olhando para mim maliciosamente.
– O que faz aqui Tanya? - perguntei chocado.
“Ora Edward, pensei que soubesse de tudo. Afinal você é o leitor de mentes...”.
Ela levantou e veio em minha direção, eu ainda estava parado na porta. Queria ver o que se passava na mente dela, mas não sei como ela conseguiu me bloquear.
– Eu quero que me diga Edward. Se aquela humana que você encontrou é melhor do que eu. Não pode amá-la, porque você já é meu, eu posso te oferecer muito mais do que ela. Eu posso te mostrar, como você vai adorar ficar comigo.
Enquanto ela falava ela ia se aproximando mais e mais lentamente.

quinta-feira, julho 17, 2014

Fanfic a Fera Vermelha – Capítulo II

Autora: AnnaThrzCullen

Gênero: Romance, drama

Classificação: +16 anos

Categoria: Beward

Avisos: Adaptação, Linguagem Imprópria, Nudez e Sexo

 

Capitulo II

Apesar da generosa dose de vinho, Edward continuava tenso. Na companhia dos três irmãos de Isabella, ele esperava pela noiva e notava que os três rapazes também exibiam traços surpreendentemente belos. Alegres e vigorosos faziam o possível para mantê-lo relaxado, mas o esforço era inútil, para seu desânimo. Nem mesmo o ambiente de camaradagem podia dispersar os sussurros em torno dele ou cegá-lo para os olhares lançados em sua direção. Piedade. Era esse o sentimento dos convidados pela noiva. Todos ali sentiam que a beleza da noiva seria desperdiçada ao lado de um homem como ele, e era impossível não concordar com aquelas pessoas.

quarta-feira, julho 16, 2014

Fanfic: Dois Mundos, Duas Vidas - Capitulo 6


Autora: Giis Vieira

Género: Aventura, Drama, Lemon, Romance

Classificação: +16

Categoria: Saga Crepúsculo

Avisos: Linguagem imprópria, Sexo, Violência



Capítulo 6
Edward
Já estava quase amanhecendo quando sai do computador. Depois fui cobrir todas as janelas para que não entrasse nem um raio de luz solar.
Perguntei-me: O que Bella acharia mais estranho o apartamento todo fechado, ou minha pele cintilando?
Sem duvida seria minha pele cintilando, o apartamento todo fechado eu poderia dar qualquer desculpa.
Fui novamente para o quarto terminar de arrumar mais algumas coisas para minha viagem. Eu quase tinha me esquecido dela, mas era provável que Alice me ligasse me xingando de irmão desnaturado.
Escutei meu celular tocando na sala, corri para atendê-lo, nem precisaria olhar o número para saber quem era. Eu sabia que ela não esperaria até eu chegar lá para me bombardear de perguntas.
- Ei, você sabe que eu te amo, então, por favor, espere eu chegar até ai e eu te conto tudo prometo - disse antes que ela me bombardeasse de perguntas. Mas fiquei pasmo ao ouvir que a voz não era a que eu esperava ouvir.
- Nossa, uma declaração assim logo de cara. Depois dessa não preciso dizer mais nada é claro que eu espero. - que ótimo era Tanya, agora ela não largaria mais do meu pé. - Sabe por mais que você dissesse não, e Alice afirmando que não nos via juntos no futuro sabia que não era definitiva, como ela mesma diz o futuro pode mudar.
Maravilha, agora ela vai achar que a declaração era para ela. Por que eu não olhei o número?
- Desculpe Tanya, achei que fosse Alice ou Esme, elas são as únicas que me ligam nesse número.
-É eu sei é novo não é? Elas não quiseram me dar com medo de que você não gostasse, mas Rose me deu assim mesmo. Ela não tem medo de você.
Só podia ser coisa de Rosálie, ela era única que nunca respeitava minha vontade, e agora ao que parecia estava ajudando Tanya.
- Desculpa se dei a impressão errada Tanya, mas sinceramente eu realmente achei que fosse minha mãe ou minha irmã.
- Sei tudo bem. Até quando vai resistir? Tudo bem você está vindo para cá e quando vir podemos resolver isso... - ela interrompeu o que estava falando. - Uhm Alice está aqui querendo lhe falar.
Bendita seja Alice eu teria que levar um presente a ela, eu realmente não queria saber, o que Tanya queria me dizer.
- Ponha ela na linha, por favor.
- Edward me desculpe - ela começou como se ela fosse a culpada - Eu juro que eu tentei, alias todos nós tentamos, mas você conhece a Rosálie, e agora ela está amiguinha da Tanya. Ela está impossível.
- Tudo bem Alice, eu sei que não é culpa sua. Quando eu chegar ai eu acerto minhas contas com ela - disse tranquilizando-a.
- Eu vi porque você se atrasou, e já avisei aos outros, mas não disse o motivo. Falei para eles que quando você chegasse você explicaria se quisesse. Rose e Tanya não gostaram muito, elas estão planejando torturar-me.
- Vou desmembrá-las se tocarem em um fio de cabelo seu - disse com um pouco de raiva, eu sabia que Jasper não deixaria que elas tocassem em Alice, mas mesmo assim isso não me agradava.
- Jazz disse a mesma coisa, até o Emmett está me ajudando e olha que ele não gosta de contraria Rosálie. Carlisle e Esme disseram para elas pararem com isso porque é você quem decide.
- Obrigada Alice você é a melhor irmãzinha de todo o mundo. E não se preocupe com elas quando eu chegar vou dar um jeito.
- Por nada, estou com saudades, mas sei que você está demorando por uma causa nobre. A propósito ela é linda.
- Sim, pena que nunca mais vou vê-la.
- Não diga isso, o futuro é uma caixinha de surpresa, ninguém nunca sabe o que vai acontecer. E bem como eu fui uma irmãzinha muito boazinha tenho o direito de saber tudo e primeiro.
- Claro que sim, te devo muito.
- Ahnn... Mais uma coisa se eu fosse você eu trocaria o seu número, algo me diz que Tanya não vai te deixar em paz até você chegar aqui.
- Obrigada vou fazer isso.
- Bom vou indo. Até mais. Eu te amo.
- Até, também te amo baixinha.
Ela desligou o aparelho rápido, acho que para Tanya não pegar de volta e me atormentar. Eu ouviria o conselho dela e mudaria de número. Suspirei. Agora mais essa como se eu não tivesse problemas o suficiente. Mas eu tinha falado sério que tanto Tanya quanto Rosálie perderia um braço se elas tentassem forçar Alice a falar.
Coloquei o telefone na mesa, quando percebi a presença dela. Bella estava parada no corredor que leva aos quartos.
- Desculpe, eu não queria atrapalhar - ela gaguejou tentando se desculpar.
- Tudo bem era só minha irmã. A dona do quarto da Barbie.
- Ahh.
- Eu já consegui o endereço da sua tia, eu mesmo vou levá-la até lá, mas você se importa se formos um pouco mais tarde estou cansado e preciso dormir um pouco.
Na verdade eu não precisava, eu nem dormia, mas essa desculpa foi a melhor que consegui.
- Claro.
- Pode ficar a vontade, a geladeira está abastecida, se quiser também pode mexer no computador.
- O.K.
Fui para o quarto, depois abri o cofre e peguei uma boa quantia do dinheiro que tinha ali, e que eu nunca usava. Rapidamente dei uma espiada na sala, para ver se Bella continuava lá, ela estava entretida com o computador, então daria tempo.
Fui até o quarto de Alice, peguei uma mochila, e coloquei todas as roupas que eu conseguia dentro da mochila. Acho que minha irmã não se importaria em ajudar Bella. Enquanto tirava as roupas do cabide, um vestido em particular me chamou atenção, ele era azul claro, mas tinha alguns detalhes em azul escuro como as alças e uma fita um pouco acima da cintura para ser amarrada nas costas, ficava um pouco acima dos joelhos. Ficaria perfeito nela. Coloquei o vestido do lado do violão para que ela achasse.
Depois rumei para o banheiro do quarto, ela tinha deixado tudo arrumado por lá, as únicas coisas fora do lugar eram a blusa e a bermuda que ela estava vestida na véspera, eu peguei as roupas. Guardaria, seria uma ótima lembrança quando nos separássemos.
Ainda doía quando eu pensava que logo ela não estaria mais me fazendo companhia.
Segui para o meu quarto, deitei na cama e fiquei olhando o teto. Tentei não pensar em nada, mas tinha algumas coisas me incomodando, a história de Tanya, por exemplo, era uma delas. Fiquei pensando em não ir para o Alasca para não ter que ser indelicado com ela novamente. Mas lembrei-me da felicidade de Alice e Esme deveria estar igualmente radiante, e é claro eu estava morrendo de saudade dos meus pais e dos meus irmãos.
Bella
Já fazia algum tempo que Edward havia se retirado, não sei como ele conseguiu ficar acordado a noite toda, ele deveria estar tão cansado quanto eu.
Olhei a sala, e estranhei ela estar toda lacrada, não entrava nem um feixe de luz. Bom, cada doido com sua mania.
Estava começando a ficar com fome, fui até a geladeira e peguei o resto do bolo de chocolate da noite anterior. A cena de Edward colocando o bolo na minha boca não me saia da cabeça, aquilo me deixou inflada de felicidade, mas sabia que para ele não tinha o mesmo significado.
– Que ótimo Bella. - murmurei para mim mesma.
Era realmente uma maravilha, eu havia me apaixonado por um cara mais velho, que provavelmente olhava para mim como deveria olhar para a irmã caçula dele.
Nunca acreditei nesse negocio de amor à primeira vista. Sempre achei meio ridículo e até zombava de quem jurava ter sido acertado pela flecha do cupido. Lembro que Anna sempre me dizia para não cuspir para cima, agora eu sei por que caiu bem na minha testa. Depois dessa eu nunca mais questionaria o assunto.
Depois de ter digitado um e-mail enorme explicando tudo para Anna e os pais dela, fui me arrumar no relógio marcava 05h50minh da tarde.
Entrei no quarto da Barbie - aquele quarto me assustava às vezes - e fui direto para banheiro tomar um banho. Foi só quando sai que me dei conta que minhas roupas não estavam onde eu havia as deixado. Que ótimo agora não tenho mais roupa também, vou ter que ficar de pijama.
Fui para o quarto, olhei em cima da cama, do lado do meu violão havia um vestido lindo azul claro mais ou menos na altura dos joelhos, ele era fascinante ainda mais com a alça e a fita da cintura em azul escuro, no outro lado do meu violão tinha uma mochila lilás cheia de borboletas e glitter que parecia estar cheia de roupas.
Olhei da mochila para o vestido. Será que Edward tinha colocado ali para mim? Afinal as poucas roupas que eu tinha levado comigo, estava na mochila que roubaram, ele deve ter percebido esse fato.
Peguei o vestido da cama e o vesti, eu não era de usar vestidos, na verdade já fazia muito tempo que eu não colocava nem se quer uma saia no corpo, mas aquele tinha ficado legal no meu corpo.
Fui para sala levando comigo meu violão e meu all star. Sentei no sofá para calçar o tênis, depois abri um bolsinho esterno da Capa Bag do violão onde eu havia guardado meus documentos, e para minha surpresa junto com a minha identidade estava o cartão e a senha da conta que Charlie tinha deixado para mim antes de morrer.
Fiquei tão feliz, que fiz uma coisa que não fazia há anos, eu nem tinha percebido, mas quando dei por mim já estava com o violão na mão tocando.
Edward
Ainda estava deitado pensando, quando ouvi uma melodia suave que vinha da sala, fui até lá para ver.
Tive uma surpresa ao ver Bella sentada no sofá com a cabeça baixa os olhos fechados e tocando violão, era uma cena fascinante, para melhorar minha visão ela estava usado o vestido que eu havia separado para ela. E como eu havia suspeitado tinha ficado perfeito nela, mesmo ela usando com All Star, combinavam com ela e o seu rosto angelical.
Ela levantou a cabeça, quando percebeu que eu estava a observando e parou de tocar.
– Continue, por favor - pedi - É linda, composição sua?
– Não, era do meu pai. Ele fez para mim quando eu nasci e tocava toda noite para eu dormir, só que no piano.
– É fascinante, no violão também ficou linda - ela sorriu e corou. Ficava tão linda e irresistível assim.
– Obrigada.
– A propósito o vestido ficou lindo em você. - ela baixou a cabeça e corou mais ainda.
– É, valeu. Desculpa se fui intrometida é que estava em cima da cama, e eu não achei as minhas roupas... - Ela se interrompeu sem jeito.
– Tudo bem, eu tinha separado para você. - disse tranquilizando-a e completei - Coloquei mais na mochila.
– Não precisa se incomodar Edward, você já fez tanto por mim.
– Não se preocupe, e a propósito quero que fique com isso. - disse passando-lhe as notas, mas com cuidado para minha pele não tocar a dela. Ela ia protestar ao ver a quantia que eu lhe dava, então olhei bem em seus olhos descarregando toda a potencia dos meus. - Por favor, aceite. Eu não aceito um não como resposta.
– Tudo bem, obrigada. - ela disse pegando as notas.
– Então, vamos? - tentei não deixar transparecer o quanto o quanto aquilo doía. Como seria minha vida de agora em diante?
Ela assentiu e foi pegar a mochila no quarto. Depois que ela pegou todos os pertences dela nós saímos.
A viagem toda fomos quase em silencio, fora uma pergunta ou outra que ela me respondia.
Quando chegamos ao bairro que a tia dela morava, eu já estava quase sufocado, se fosse possível eu estaria em prantos.
Estacionei um pouco mais a frente da casa, eu queria prolongar pelo aquele momento pelo menos por mais alguns segundos.
– Bom chegamos. Foi bom te conhecer Bella. - Bom era pouco, não era a palavra certo, conhecê-la foi magnífico, maravilhoso a melhor coisa da minha existência.
– Digo o mesmo, então tchau - ela disse isso, mas não se mexeu, parecia tão sem vontade sair do carro, quanto eu estava de deixá-la ir. - Obrigada por tudo. - e virou-se para abrir a porta.
– Bella. - ela virou-se para me olhar. - Se cuida tá, eu nunca, nunca mesmo me esquecerei de você.
– O que? Então - ela respirou fundo - Eu não vou te ver de novo.
– Não, eu estou indo embora, eu vou para o Alasca encontrar minha família - olhei-a seus lindos olhos estavam cheios de lágrimas. - Mas conhecer você, foi a melhor coisa na minha vida, nunca vou me esquecer de você. Prometa que vai se cuidar.
Ela balançou a cabeça afirmativamente.
Aquilo era horrível, por que tinha que doer tanto? Queria muito dar um abraço nela, mas me contive.
Bella levantou a cabeça olhou bem em meus olhos e disse:
– Também jamais vou esquecer você Edward. Adorei conhecer você.
Fiquei absorvendo aquilo será que ela sentia o mesmo?
Mas não tive muito tempo para pensar nisso. Eu não estava esperando essa reação dela, acho eu que nem ela própria estava esperando por isso. Tão rápido que não tive tempo de impedir, ela se atirou em meus abraços, e selou seus lábios nos meus, foi muito rápido, mas suave e doce. Senti uma se uma corrente elétrica estivesse passado pelo meu corpo. Depois com o a mesma a rapidez ela se afastou abriu a porta do carro e correu em direção a casa.
Eu não pensei, só sai dali o mais rápido que eu pude, antes que eu saísse e a pegasse para mim.
Bella
Eu não pensei muito no que estava fazendo, mas quando ele falou que estava indo embora, e que eu nunca mais o veria... Aquilo tinha doido muito.
Não me restava muito tempo então, eu me atirei nos braços dele, e selei meus lábios no dele, foi muito rápido, mas também muito doce, senti como se uma corrente elétrica tivesse passado pelo meu corpo, e antes que ultrapassasse mais algum limite eu sai correndo em direção a casa.
Quando me virei para olhar o carro já não estava mais lá. Só depois de um tempo percebi uma coisa estranha os lábios deles era muito frios e duros, vai ver era tensão por ter sido agarrado de surpresa.

domingo, julho 13, 2014

Fanfic A Fera Vermelha – Capítulo I

Autora: AnnaThrzCullen

Gênero: Romance, drama

Classificação: +16 anos

Categoria: Beward

Avisos: Adaptação, Linguagem Imprópria, Nudez e Sexo

 

Capitulo I

 

Inglaterra, 1365

— MORTO?

— Totalmente morto.

— Mas como?

— Caiu do cavalo e quebrou o pescoço.

Isabella piscou, depois olhou atenta para o pai. Não havia em seu rosto nenhum sinal de mentira, embora ele parecesse estranhamente desconfortável. Ela esperou sentir tristeza pela perda do prometido, o belo e galante barão James Cullen. O pesar surgiu e se foi. Afinal, pouco vira esse homem. O que a intrigava agora era por que os preparativos para o casamento ainda prosseguiam. Se James estava morto, não poderia haver casamento! Um momento mais tarde, sua mãe revelou estar pensando a mesma coisa.