terça-feira, junho 30, 2015

Fanfic Dolce Amore – Prólogo

RKSA - Dolce Amore

Prólogo

From: Emmett Cullen

To: Catfish

Boa noite, Nate e Marcus!

Meu nome é Emmett, tenho 29 anos e moro na Itália.

Meu irmão Edward se corresponde com uma garota americana que ele conheceu pela internet. O nome dela é “Bella” e os dois já conversam há quase dois anos. Nunca se encontraram pessoalmente, nem por webcam, e as fotos que ela manda pra ele não mostram o seu rosto direito.

Há alguns meses eu e meu irmão comparecemos em um casamento nos EUA e como ele tinha o endereço dela resolvemos tentar encontrá-la. Quando chegamos até o local não havia casa nenhuma e sim uma empresa. Entramos e perguntamos sobre Bella, e uma garota que aparentava estar bem nervosa disse que as pessoas da empresa a chamavam assim, mas ela pareceu não reconhecer o meu irmão. Por acharmos a história dela meio furada resolvemos voltar outro dia e perguntar a outra pessoa. Bingo! A pessoa disse que trabalhava na empresa há mais de 10 anos e que ninguém tinha esse nome ou apelido por lá.

Não sabemos o que de fato aconteceu naquele dia e quem era aquela garota, mas de alguma forma Bella ficou sabendo dessa “intervenção” nossa e sumiu do mapa deixando uma mensagem para Edward dizendo que estava decepcionada.

Há uns 3 meses os dois voltaram a se comunicar e agora está ainda mais evidente o quanto meu irmão está apaixonado por ela. Como irmão mais velho me sinto no dever de ajudar Edward a encontrá-la, mas não sei mais o que fazer e tenho medo do que pode estar por trás dessa história. Desejo de todo o meu coração que vocês possam solucionar esse caso.

Aguardo uma resposta positiva.

Emmett Cullen.

 

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Ai MEUS MINIONS SAGRADOS, FIQUEI CURIOOOOOOOOOOOOOOOOOSSSSSSSSSSSSAAAAAAAAAAA!!!!

E vocês???

domingo, junho 21, 2015

FANFIC THE RESTART - CHAPTER 01



Chapter 01 – Bella

England, June 1799
Anywhere in the world the time went by fast, with open wings, but in the English countryside his step was slow and heavy, almost painful. The air was stifling and the dust still suspended on the path, I remembered the passage of a train car just moments before. A small farm misused darkly the terrain under the mist that covered the swamp, inside the House, Bella was trying to peel potatoes with a knife without wire, very tired, but afraid that his aunt Victoria gave some balconies; I was very tired, lived in the small house two years ago, shortly after the death of his beloved father, Charlie. I hardly remember the happy moments that lived before the fateful day, was no longer a child and went on to be a girl.

domingo, maio 10, 2015

FANFIC O RECOMEÇO - CAPÍTULO 03

Capítulo 3 – Indagações

Edward Cullen, desconcertado, olhou as manchas de sangue nos lençóis de seu beliche. Contemplou o corpo da moça e logo afastou o olhar. Não podia deixar de admirar os quadris bem arredondados e as coxas graciosas que um momento antes havia possuído. Estava a ponto de lhe acariciar as costas com ternura quando sua mente parou confusa ao pensar no curso dos acontecimentos: A calma inicial da jovem, a reservada aceitação da situação ao entrar no camarote, sua ligeira e brincalhona resistência, a ajuda esporádica e inexperiente que lhe tinha proporcionado na cama e, agora, esse pranto interminável e o sangue nos lençóis. Acaso era tão pobre que estava obrigada a desempenhar esse ofício? Suas roupas e maneiras não o confirmavam, mas suas mãos, embora finas e brancas, não eram suaves como as de uma dama de boa família. Sacudiu a cabeça, encolheu os ombros e serviu-se de uma taça de conhaque. 

sábado, maio 02, 2015

FANFIC O RECOMEÇO - CAPÍTULO 02


Capítulo 2 – A viagem e a Fuga

         No dia seguinte Bella estava a caminho de Londres, com James ao seu lado. James era um anfitrião amável e muito atento, conversaram sobre os acontecimentos mais recentes da sociedade londrina e desfrutaram das histórias amenas que contava sobre a corte real. Uma vez, surpreendeu-o observando-a com uma intensidade que não soube decifrar, mas rapidamente desviou o olhar. Por um instante pensou se deveria viajar a Londres a sós com ele, já que não era seu tutor legal e sim um parente longínquo. Logo o desassossego desapareceu e disse a si mesma que ele estava estudando-a pensando em uma maneira de arrumar-lhe um marido.

quinta-feira, abril 30, 2015

FANFIC O RECOMEÇO - CAPÍTULO 01


Capítulo 01 - Bella

Inglaterra, junho de 1799 
Em qualquer parte do mundo o tempo passava veloz, com as asas abertas, mas na campina inglesa seu passo era lento e pesado, quase doloroso. O ar era sufocante e o pó, ainda suspenso sobre o caminho, recordava a passagem de uma carruagem momentos antes. Uma pequena granja usurpava sombriamente o terreno sob a bruma que cobria o pântano, no interior da casa, Bella tentava descascar batatas com uma faca sem fio, muito cansada, mas com medo de que sua tia Victória lhe desse umas varadas; estava muito cansada, morava na pequena casa há dois anos, logo após a morte do seu amado pai, Charlie. Dificilmente se lembraria dos momentos felizes que vivera antes do fatídico dia, deixara de ser uma menina e passou a ser uma moça.

Vivera com seu pai Charlie numa confortável casa em Londres, com belas roupas e comida a vontade. Mesmo as noites em que ficava sozinha com os empregados, não eram tão assustadoras quanto viver com a tia e entendia o sofrimento do seu pai quando perdeu seu grande amor – Renné – no momento do parto da sua única filha.

Agora Bella podia compreender inclusive a necessidade que seu pai tinha de jogar, esse cruel hábito que lhe tinha roubado a vida, o lar e a segurança, deixando-a a mercê de seus únicos familiares, uma tia cruel e um tio sem fibra.

Tia Victória descansava com seu volumoso físico em um colchão de palha e Bella já se preparava para os sermões, nada agradava à tia e o seu maior prazer era deixar marcas no corpo da sobrinha com vara que não lhe saia das mãos.

Provavelmente se tratava de ciúmes. Victória nunca tinha sido bonita nem nada que se parecesse a isso, enquanto que a moça, Renné, possuía encanto e uma beleza deliciosa. Quando entrava em um lugar todos os homens se voltavam para olha-la. Bella tinha herdado a beleza de sua mãe, e com ela, as críticas de sua tia.

As casas de jogos tinham exigido o pagamento das dívidas que Charlie tinha contraído e levaram todos os bens materiais que possuía a exceção de uns poucos objetos pessoais e um pouco de roupa. Victória tinha se deslocado depressa a Londres para declarar o legítimo direito de seu marido, ficando com sua sobrinha órfã e a exígua herança desta antes que alguém tivesse tempo de protestar. Vivia resmungando que Charlie não tinha compartilhado sua riqueza e nem lhes deixado nada, mais que depressa ela vendeu todos os objetos possíveis, menos um: Um vestido cor de rosa, que proibiu Bella de usar e embolsou todo o dinheiro.

Bella endireitou as costas e suspirou: 
– Isabella Swan! – Gritou sua tia do outro aposento. 
– Deixe de ser preguiçosa e trabalhe! Acha que as coisas vão aparecer prontas enquanto você suspira? Não sei pra que colégio que você foi, não lhe ensinaram nada de útil, só ler e encher a cabeça de ideias pretensiosas.

Bella se preparou, sabia o que estava por vir. 
– Olhe como foi bom viver com a única família que ficou. Seu pai era um imbecil, sim era, jogando o dinheiro dessa maneira sem se preocupar com ninguém senão consigo mesmo! E tudo por culpa da irlandesa louca com quem se casou!
– Ele era um bom pai
– Isso é uma questão de opinião, mocinha – replicou a mulher com uma careta de desprezo. 
– Olhe em que situação a deixou: No mês que vem fará dezoito anos e não tem dote. Nenhum homem vai querer se casar contigo sem dote; pode ser que a queiram... mas só para esquentar sua cama. Coloquei muito empenho em fazer de ti uma pessoa decente. Não quero que comece a encher a casa de bastardos. As pessoas daqui estão esperando isso. Sabem a classe de lixo que era sua mãe.

Bella estremeceu, mas sua tia continuou, olhando-a nos olhos e lhe apontando o dedo. 
– O diabo se ocupou de que fosse igual a ela. Uma bruxa, isso é o que ela era. É lógico que se pareçam. Assim como a sua mãe arruinou a vida de seu pai, você fará o mesmo com qualquer homem que se fixe em ti. É a vontade do Senhor que a trouxe até mim. Ele sabia que eu poderia te salvar do fogo e do o enxofre aos quais estava predestinada, e eu cumpri com meu dever ao vender esse vistoso vestido de noite que tinha. Esses velhos vestidos meus ficam muito bem.

Bella quase riu, mas a situação era triste a roupa de sua tia pesava mais que seu corpo e tinha o dobro do volume, farrapos que ridicularizavam a sua figura, ela não podia consertá-los a única coisa permitida era fazer a bainha, para que não tropeçasse ao andar. A mulher percebeu Bella olhando o vestido e lhe dirigiu um olhar depreciativo.

– Sua mendiga ingrata! Onde estaria se eu não a ACOLHESSE? Se seu pai lhe tivesse deixado um dote... mas ele pensava que era jovem demais para se casar, não queria se afastar da filhinha... mas agora, mocinha, está muito velha, morrerá solteirona e virgem, desta parte eu me encarrego.

Victória saiu do aposento, mas não sem antes avisar que se tudo não estivesse pronto, Bella iria levar umas varadas. Não pensou duas vezes, suas mãos trabalharam mais rapidamente, apesar do esgotamento, tinha se levantado antes do amanhecer para preparar um banquete para o irmão de Victória, James. Ele era a única pessoa que a megera amava, ainda se deu ao trabalho de fingir que tinha ajudado a fazer alguma coisa, ela o criara, pois seus pais morreram cedo, mas ele parecia ter vergonha dela, não a recebia em sua casa e James fazendo uma visita surpresa era um mistério.

Bella pensou que tinha escutado mal quando a tia a mandou colocar o vestido rosa.

– O meu James está acostumado com o melhor de Londres, a sua loja de moda é uma das melhores e tem dinheiro porque não vive em jogatinas como seu pai e é firme, ao contrário do seu Tio Laurent, não quero que ele se assuste com um tipo como o seu.

Bella estava encantada, a dois anos seus vestido estava guardado e ela mal ousava olha-los. Parecia que havia se passado uma eternidade desde que vestira algo bonito. Seu contentamento não passou despercebido à tia

– Vejo que está contente. Pensando em como ficará encantadora com um vestido tão fino. Seria melhor que estivesse casada, mas precisaria de um homem que lhe mantivesse sob rédeas curtas e a cada ano lhe dê um filho para afogar o diabo que reside em você.

Bella sorriu e sacudiu os ombros, seria bom ter coragem de fazer uma cena para a tia acreditar que era realmente uma bruxa, mas essa ousadia com certeza lhe valeria algumas varadas, não, era melhor esquecer isso.

– Outra coisa mocinha, prenda o cabelo em um coque – disse Victória, pois sabia como Bella odiava que lhe mandassem o que fazer com os cabelos. Bella se dirigiu calmamente em direção a seu cantinho, correndo as cortinas que o separavam do resto do lugar.

O deprimente cubículo tinha o mínimo necessário, mas lhe servia de refúgio contra a crueldade da tia, acendeu uma vela sob a mesinha que ficava ao lado da cama de varas, e entrou na bacia onde um banho quente a aguardava. Retirou os trapos que vestia e com todo o cuidado retirou o vestido rosa do pacote, para que pudesse admira-ló enquanto se banhava.

Esfregou vagarosamente a pele e com um pano passou pelo corpo um sabonete perfumado que conseguira salvar das garras da tia Victória. Colocou o vestido trajando uma camiseta desgastada, mas o busto do mesmo havia sido feito para alguém mais jovem, o tecido lhe apertava o busto, elevando-o. Mas esse era seu único vestido, não tinha como conserta-lo agora.

Escovou seus cabelos até que as mechas castanho avermelhadas brilhassem sob a luz da vela, eles eram o alento do seu pai, ele sempre lhe dizia que eram iguais ao da sua mãe Renée, às vezes, ao acaricia-lo, Bella flagrava seu pai com lágrimas nos olhos.

Como ordenado, prendeu um cabelo em um coque, mas em um gesto de atrevimento, deixou uns cachos caindo pelas costas e outro sob as têmporas. Observou-se em um pedaço de vidro e ficou satisfeita, ficou melhor do que ela esperava em vista dos objetos rudimentares de que dispunha.

Ouviu uma movimentação na sala e ao ouvir a tosse seca descobriu tratar-se do tio Laurent. Ao pousar o olhar na beleza doce da sobrinha, transpareceu dor em seu olhar, sentou-se em sua cadeira favorita e sorriu. 

– Está muito bela, querida. Imagino que seja pela visita de James.

– Tia Victória me deu permissão – Bella apressou-se em responder. 
– Não duvido, ela faz tudo para agrada-lo.

James era maior que Victória, mas certamente não era tão obeso quanto ela, mas Bella supunha que essa diferença diminuiria em poucos anos. Seu rosto era gordinho e corado, com pesadas bochechas, e possuía um protuberante lábio inferior constantemente úmido de saliva. Frequentemente dava tapinhas sobre o mesmo com um lenço. Quando lhe deu a mão para saúda-la, esta estava desagradavelmente flácida, e ao inclinar-se para beijar-lhe no rosto Bella sentiu náuseas.

Tia Victória, com seu cabelo recolhido atrás de sua enorme cabeça, parecia uma fortaleza imponente coberta por seu vestido engomado e seu avental. Agora já não dizia que os vestidos elegantes eram obra do demônio, e sim se mostrava encantada em ver seu irmão vestido feito um almofadinha, e ficava ao seu redor como uma galinha em torno de seus pintinhos.

Bella nunca tinha visto a tia tão carinhosa com alguém, e James recebia os cuidados encantado. Não prestou muita atenção a conversa, a não ser quando esta rumou para as novidades de Londres, queria notícias de alguns amigos e conhecidos, mas sabia que seria castigada se o perguntasse. Desviou sua atenção assim que sua tia começou a criticar as ações do irlandeses (Renné era Irlandesa) e agradeceu aos céus quando ela ficou ainda mais enfurecida ao falar dos Ianques que tinham atracado no cais londrino como seus próprios donos, segundo James.

Foi retirada dos seus devaneios com um cruel beliscão no braço. Bella deu um pulo esfregando o local e olhou a sua tia contendo o pranto.

– Perguntei-te se desejaria dar aulas na escola privada para senhoritas de Lady Cope. Meu irmão acredita que poderia te encontrar um emprego ali - disse tia Victória.

Bella não podia acreditar no que estava ouvindo.

– Como? - perguntou. James riu e se explicou:  

– Tenho muito bons contatos na escola e sei que estão procurando uma jovem instruída – explicou.

– E você possui excelentes maneiras e boa dicção. Acredito que seria perfeita para o posto, e entendi que frequentou um colégio em Londres ao qual nos é de muita ajuda - Possivelmente no futuro possa te arrumar umas bodas com uma família distinta da cidade. Seria uma lástima esbanjar seu delicioso refinamento com um granjeiro ordinário daqui. Entretanto, o acerto de um contrato assim significaria o fornecimento por minha parte de um dote substancial, ao qual seria devolvido quando já estivesse casada. Trata-se de um ligeiro estratagema, mas seria proveitoso para ambos. Você necessita de um dote que eu posso te proporcionar, e em troca pode me favorecer nos interesses do empréstimo, que me devolverá mais tarde. Ninguém tem que conhecer este acerto, e sei que é o suficientemente hábil para obter o dinheiro uma vez desposada. Seria suficiente para ti o posto que te ofereço com Lady Cope?

Bella não estava segura do plano nupcial, mas poderia escapar daquela granja, da tia Victória e de sua aborrecida existência! Poderia estar de novo perto da sociedade de Londres! Seria maravilhoso! Se não fosse pela ardência do braço teria acreditado que estava sonhando.

– Diga-me, qual é sua resposta? - apressou-a James. Quase incapaz de conter sua alegria, não hesitou por mais tempo e respondeu:

– A oferta é muito generosa, senhor, e eu aceito com gosto. James voltou a rir e exclamou:

– Bem! Bem! Não te arrependerá da decisão - esfregou as mãos.

– Amanhã mesmo devemos partir para Londres. Estive afastado de meus negócios muito tempo e devo retornar para falar com meu assistente. Acho que poderá ter tudo preparado, filha?

– Oh, sim, senhor. Estarei preparada tão logo deseje partir - respondeu a jovem alegremente.

Bella recolheu a mesa, e desta vez o fez com um sentimento diferente ao saber que esses pratos seriam os últimos que esfregaria naquela casa.
Sentia-se muito feliz para falar com sua tia, e ao ficar a sós depois da cortina fechada em seu seu cantinho, pensou em todos os prazeres de que desfrutaria estando longe dela.

Qualquer posto em Londres seria melhor que viver sob o domínio e o abuso daquela mulher. Já não teria que aguentar mais seus insultos, sua raiva, e talvez pudesse encontrar a uma pessoa que se preocupasse com ela.

O que lhe reservaria Londres?

FANFIC THE RESTART - SYNOPSIS


Author: Gih Pattinson
Genre: Romance, Drama
Rating: +16 years
Category: Beward
Notices: Adaptation, Improper Language, Nudity and Sex

Synopsis: Isabella lived in poverty with his uncles in a takeaway London town after his father's death. During her stay she was mistreated and humiliated by her aunt every day, sees a relief when James brother of his aunt makes his proposal to go to London to work and not think twice about accepting. But Isabella hardly knows that his life was about to change.